Do blog do Luciano Ayan:
http://lucianoayan.wordpress.com/2010/08/30/por-que-…-mesmo-saco/
Declarações de Sam Harris:
"Se essas sociedades devem ou não ser democráticas é algo que não está claro. Zakaria argumenta, de forma convincente, que a transição da tirania ao liberalismo dificilmente se realiza por meio do plebiscito. Parece quase certo que, em geral, alguma forma de diratura benigna será necessária para preencher essa lacuna. Mas a chave aqui é a “benignidade” – e, se esta não consegue surgir de dentro de um Estado, tem que ser imposta de fora. Os meios para essa imposição são, necessariamente, brutais: isolamento econômico, intervenção militar (seja aberta ou encoberta) ou uma combinação das duas. Ainda que isso pareça uma doutrina extremamente arrogante a ser defendida, ao que parece não temos alternativas. Não podemos ficar esperando até que armas de destruição em massa escapem da ex-União Soviética – para citar apenas uma das horríveis possibilidades – para cair nas mãos de fanáticos."
"Kim Jong-il tem 30 milhões de reféns. Saddam Hussein tinha 25 milhões. Os clérigos no Irã têm mais de 70 milhões. Não importa que muitos reféns tenham sofrido lavagem cerebral a ponto de lutar até a morte contra seus libertadores. Eles são duplamente prisioneiros – da tirania e da sua própria ignorância. O mundo desenvolvido precisa, de algum jeito, resgatá-los. Jonathan Glover parece estar certo ao sugerir que precisamos de “algo parecido com um braço militar da ONU que seja forte e bem financiado, juntamente com critérios claros para intervenções e um tribunal internacional que possa autorizá-las”. Ou, digo de uma forma ainda mais simples: precisamos de um governo mundial."
http://lucianoayan.wordpress.com/2010/08/30/por-que-…-mesmo-saco/
Declarações de Sam Harris:
"Se essas sociedades devem ou não ser democráticas é algo que não está claro. Zakaria argumenta, de forma convincente, que a transição da tirania ao liberalismo dificilmente se realiza por meio do plebiscito. Parece quase certo que, em geral, alguma forma de diratura benigna será necessária para preencher essa lacuna. Mas a chave aqui é a “benignidade” – e, se esta não consegue surgir de dentro de um Estado, tem que ser imposta de fora. Os meios para essa imposição são, necessariamente, brutais: isolamento econômico, intervenção militar (seja aberta ou encoberta) ou uma combinação das duas. Ainda que isso pareça uma doutrina extremamente arrogante a ser defendida, ao que parece não temos alternativas. Não podemos ficar esperando até que armas de destruição em massa escapem da ex-União Soviética – para citar apenas uma das horríveis possibilidades – para cair nas mãos de fanáticos."
"Kim Jong-il tem 30 milhões de reféns. Saddam Hussein tinha 25 milhões. Os clérigos no Irã têm mais de 70 milhões. Não importa que muitos reféns tenham sofrido lavagem cerebral a ponto de lutar até a morte contra seus libertadores. Eles são duplamente prisioneiros – da tirania e da sua própria ignorância. O mundo desenvolvido precisa, de algum jeito, resgatá-los. Jonathan Glover parece estar certo ao sugerir que precisamos de “algo parecido com um braço militar da ONU que seja forte e bem financiado, juntamente com critérios claros para intervenções e um tribunal internacional que possa autorizá-las”. Ou, digo de uma forma ainda mais simples: precisamos de um governo mundial."