Graças a Deus.
OC tá vingado: JB faleceu hoje
JB = Jornal do Brasil.
Tá vingado nada, falta falir a FSP, O Globo e et caterva!
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O Olavo não tem muito do que se vingar; o JB tava vendendo apenas uns 20 mil exemplares por dia. O Olavo sempre teve mais audiência que este jornaleco que um dia já foi grande.
Eles dizem que pararam com as ediçoes impressas por razões ecológicas.
Querem salvar as arvores.
12. Há quem pense que o jornal é uma “coisa” – um amontoado de folhas. Sem o papel e celulose, os jornais – e o JB – estariam acabando.
13. Ora, os custos econômicos e ambientais do papel são insustentáveis. Mais que isso, são desnecessários.
14. A cada dia em que um jornal como o JB não é impresso em papel, 72 árvores deixam de ser cortadas. Dado o maior ou menor número de cadernos durante a semana, ao longo de um ano são mais de 30 mil árvores poupadas.
15. Uma única edição de domingo corresponde a cerca de 200 árvores que levam anos para crescer e ocupam 40 mil m² de florestas. Isto equivale a quatro campos e meio de futebol. Em um ano, com a versão digital, são preservadas áreas florestais correspondentes a mais de 1.200 Maracanãs.
16. Para se fazer uma edição do JB em papel consomem-se aproximadamente 10 mil litros d´água e 40 Mw/hora de energia por dia.
17. Além disso, a natureza leva 6 semanas para decompor um único exemplar de jornal em papel.
18. No tempo em que vivemos, é um erro achar que o jornal é um objeto físico. Na mesma medida, a música não é o disco de vinil, a fita-cassete ou o compact-disc. Tampouco a música é a vitrola, o toca-fitas, o disc-player ou o iPod.
19. Julgar que jornal e papel são sinônimos equivale a achar que um canal de televisão é o próprio aparelho de TV. Ou que a emissora de rádio não terá êxito se não for também produtora de rádios portáteis ou de mesa. Ou então que sites deveriam fabricar seus próprios computadores.
20. Será que ainda é possível a alguém, com mínimos poderes de observação, lucidez e honestidade intelectual, achar que o jornal em papel continua a ser um “veículo” de comunicação?
Querem salvar as arvores.
12. Há quem pense que o jornal é uma “coisa” – um amontoado de folhas. Sem o papel e celulose, os jornais – e o JB – estariam acabando.
13. Ora, os custos econômicos e ambientais do papel são insustentáveis. Mais que isso, são desnecessários.
14. A cada dia em que um jornal como o JB não é impresso em papel, 72 árvores deixam de ser cortadas. Dado o maior ou menor número de cadernos durante a semana, ao longo de um ano são mais de 30 mil árvores poupadas.
15. Uma única edição de domingo corresponde a cerca de 200 árvores que levam anos para crescer e ocupam 40 mil m² de florestas. Isto equivale a quatro campos e meio de futebol. Em um ano, com a versão digital, são preservadas áreas florestais correspondentes a mais de 1.200 Maracanãs.
16. Para se fazer uma edição do JB em papel consomem-se aproximadamente 10 mil litros d´água e 40 Mw/hora de energia por dia.
17. Além disso, a natureza leva 6 semanas para decompor um único exemplar de jornal em papel.
18. No tempo em que vivemos, é um erro achar que o jornal é um objeto físico. Na mesma medida, a música não é o disco de vinil, a fita-cassete ou o compact-disc. Tampouco a música é a vitrola, o toca-fitas, o disc-player ou o iPod.
19. Julgar que jornal e papel são sinônimos equivale a achar que um canal de televisão é o próprio aparelho de TV. Ou que a emissora de rádio não terá êxito se não for também produtora de rádios portáteis ou de mesa. Ou então que sites deveriam fabricar seus próprios computadores.
20. Será que ainda é possível a alguém, com mínimos poderes de observação, lucidez e honestidade intelectual, achar que o jornal em papel continua a ser um “veículo” de comunicação?
esta foi a melhor desculpa... pobre das arvores (quanta bobagem). agora falando sério. Acabou, ninguém vai para dez reau para ler esta porcaria na iternet. na web, se busca a notícia, sem custo.
Para o Olavo não tem essa de vingança. Deixem a vingança para os rancorosos.
O que o Olavo verá ali é a confirmação do que ele vem dizendo: os jornais mentem, falam bobagem e servem para desinformação geral. Resultado: as pessoas mais ou menos captam essas coisas e deixam de comprar essas porcarias.
A população aumenta e as vendas estão estagnadas. Nesse caso aí até caiu. As vendas contrariam a demografia, algo estatisticamente sem sentido. O problema é realmente cultural.
O que o Olavo verá ali é a confirmação do que ele vem dizendo: os jornais mentem, falam bobagem e servem para desinformação geral. Resultado: as pessoas mais ou menos captam essas coisas e deixam de comprar essas porcarias.
A população aumenta e as vendas estão estagnadas. Nesse caso aí até caiu. As vendas contrariam a demografia, algo estatisticamente sem sentido. O problema é realmente cultural.