Professor Bene Barbosa - Presidente do Movimento Viva Brasil, bacharel em direito.
Enquanto os javalis, espécie que não pertence à nossa fauna, espalham-se desenfreadamente pelo país, causando destruição de lavouras, pondo em risco espécies brasileiras e matando lavradores, o presidente do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama) cede à pressão de ONGs ambientalistas e suspende a sua caça. O discurso politicamente correto e irresponsável aceito por grande parcela do governo continua expondo a população a risco real.
Da mesma forma que continua apostando no desarmamento da população honesta em benefício dos criminosos, estabelecendo regras que impossibilitam as pessoas mais humildes, principalmente dos rincões mais distantes de nosso continental Brasil, de ter uma arma legalizada para sua defesa. Agora, nossos lavradores, aqueles que alimentam as capitais, não só terão que se preocupar com o crescimento e interiorização da criminalidade. Ficarão agora à mercê dos ferozes e perigosos javalis. A última vítima conhecida, o lavrador João Batista Ferreira de Araújo, de 40 anos, foi morto por um desses animais na região rural de Ibiá, a 329 quilômetros de Belo Horizonte, Região do Alto Paranaíba. Este não é o primeiro caso deste tipo e, pela posição do Ibama, não será o último.
Numa medida meramente política, sem conhecimento de causa, arbitrária, em desacordo com as próprias orientações de técnicos especializados do Ibama do Rio Grande do Sul e Santa Catarina, este mesmo órgão proibiu o abate de controle do javali, por meio da Portaria 08/2010. Um grupo de técnicos, a convite do próprio Ibama, tem se reunido na sede do órgão federal estado gaúcho, com a presença de alguns superintendentes regionais, para a apresentação de dados sobre a gravidade da situação do animal no Brasil, até então desconhecida por muitos, com exceção do Ibama dos dois estados sulinos.
Enquanto os javalis, espécie que não pertence à nossa fauna, espalham-se desenfreadamente pelo país, causando destruição de lavouras, pondo em risco espécies brasileiras e matando lavradores, o presidente do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama) cede à pressão de ONGs ambientalistas e suspende a sua caça. O discurso politicamente correto e irresponsável aceito por grande parcela do governo continua expondo a população a risco real.
Da mesma forma que continua apostando no desarmamento da população honesta em benefício dos criminosos, estabelecendo regras que impossibilitam as pessoas mais humildes, principalmente dos rincões mais distantes de nosso continental Brasil, de ter uma arma legalizada para sua defesa. Agora, nossos lavradores, aqueles que alimentam as capitais, não só terão que se preocupar com o crescimento e interiorização da criminalidade. Ficarão agora à mercê dos ferozes e perigosos javalis. A última vítima conhecida, o lavrador João Batista Ferreira de Araújo, de 40 anos, foi morto por um desses animais na região rural de Ibiá, a 329 quilômetros de Belo Horizonte, Região do Alto Paranaíba. Este não é o primeiro caso deste tipo e, pela posição do Ibama, não será o último.
Numa medida meramente política, sem conhecimento de causa, arbitrária, em desacordo com as próprias orientações de técnicos especializados do Ibama do Rio Grande do Sul e Santa Catarina, este mesmo órgão proibiu o abate de controle do javali, por meio da Portaria 08/2010. Um grupo de técnicos, a convite do próprio Ibama, tem se reunido na sede do órgão federal estado gaúcho, com a presença de alguns superintendentes regionais, para a apresentação de dados sobre a gravidade da situação do animal no Brasil, até então desconhecida por muitos, com exceção do Ibama dos dois estados sulinos.