Justifique.
Quando a vida começa?
É evidente que começa na fecundação. Nem os ministros que votaram a favor das pesquisas com células-tronco negaram isso.
Agora, não sei o que um anônimo faz nessa comunidade, criando tópicos bestas, sobre assuntos já debatidos.
Agora, não sei o que um anônimo faz nessa comunidade, criando tópicos bestas, sobre assuntos já debatidos.
A vida começa quando o sistema se torna capaz de manter a anentropia.
Já devo ter explicado isso umas mil vezes. Seja a milésima primeira, então:
O sistema formado, por exemplo, por um espermatozóide e um óvulo PASSA depois da junção dos núcleos, a ser capaz de manter sozinho a sua ANENTROPIA e, como se trata de um sistema complexo, uma UNICIDADE reconhecível. Ou seja, ele é um sistema reconhecivelmente único que está se mantendo CONTRA a entropia - no sentido CONTRÁRIO ao da entropia.
O fato do sistema estar neste ou naquele ambiente NÃO anula este conjunto de parâmetros pois TODO sistema vivo tem que estar, obrigatoriamente, num ambiente específico. Portanto, o argumento de que um embrião ou um feto nào tem direitos porque "é dependente"do ambiente representado pelo útero da mãe, etc, é uma bagaça de quinta categoria, porque eu, você, todo mundo, somos igualmente dependentes de um ambiente específico, aliás MUITO específico. Um peixe, uma bactéria, qualquer coisa VIVA tem sua especificidade ambiental - e nenhum dos sistemas mencionados mantém a condição de "vivo"a 1500 graus Celsius, por exemplo - e sim apenas numa faixa muito estreita de temperatura, mistura gasosa, pressão, etc, etc, etc.
Ou seja, a ESPECIFICIDADE não pode ser considerada "parâmetro"para que o vivente seja considerado "vivo", ou para que tenha "direitos", no caso dos humanos.
A unicidade do sistema humano é mantida, sem interrupção alguma, desde este momento do pareamento dos cromossomas até a morte do referido sistema, quando ele volta à entropia que nos cerca a todos. Nos organismos não-humanos há variantes quanto à unicidade do sistema, embora NUNCA quanto à condição de manter a anentropia - ou seja, sistemas vivos simples podem não ter unicidade reconhecível, mas são SEMPRE, é claro, anentrópicos.
Já devo ter explicado isso umas mil vezes. Seja a milésima primeira, então:
O sistema formado, por exemplo, por um espermatozóide e um óvulo PASSA depois da junção dos núcleos, a ser capaz de manter sozinho a sua ANENTROPIA e, como se trata de um sistema complexo, uma UNICIDADE reconhecível. Ou seja, ele é um sistema reconhecivelmente único que está se mantendo CONTRA a entropia - no sentido CONTRÁRIO ao da entropia.
O fato do sistema estar neste ou naquele ambiente NÃO anula este conjunto de parâmetros pois TODO sistema vivo tem que estar, obrigatoriamente, num ambiente específico. Portanto, o argumento de que um embrião ou um feto nào tem direitos porque "é dependente"do ambiente representado pelo útero da mãe, etc, é uma bagaça de quinta categoria, porque eu, você, todo mundo, somos igualmente dependentes de um ambiente específico, aliás MUITO específico. Um peixe, uma bactéria, qualquer coisa VIVA tem sua especificidade ambiental - e nenhum dos sistemas mencionados mantém a condição de "vivo"a 1500 graus Celsius, por exemplo - e sim apenas numa faixa muito estreita de temperatura, mistura gasosa, pressão, etc, etc, etc.
Ou seja, a ESPECIFICIDADE não pode ser considerada "parâmetro"para que o vivente seja considerado "vivo", ou para que tenha "direitos", no caso dos humanos.
A unicidade do sistema humano é mantida, sem interrupção alguma, desde este momento do pareamento dos cromossomas até a morte do referido sistema, quando ele volta à entropia que nos cerca a todos. Nos organismos não-humanos há variantes quanto à unicidade do sistema, embora NUNCA quanto à condição de manter a anentropia - ou seja, sistemas vivos simples podem não ter unicidade reconhecível, mas são SEMPRE, é claro, anentrópicos.
Os sistemas vivos, anentrópicos, portanto, tanto podem ser únicos quanto não ser.
O que define a vida é a anentropia mantida.
Para adiantar expediente, não, um espermatozóide, embora "tenha cara"de vivo, não está "vivo". TODA célula retirada de um sistema anentrópico complexo, maior, carrega um QUANTUM de anentropia por um período de tempo - uma anentropia RESIDUAL. Se o seu dedo for arrancado, por exemplo, há um espaço de tempo em que ele poderá ser RE-IMPLANTADO, exatamente por causa disto. Transplantes de órgãos também podem ser feitos exatamente por causa disto - se a anentropia residual fosse = a zero, não existisse, tais coisas seriam impossíveis, pois as células fora do sistema-matriz imediatamente morreriam.
Um espermatozóide é apenas uma célula com anentropia residual maior um pouco. Capaz, portanto, de ärmazenar"anentropia suficiente para possibilitar a sua chegada ao óvulo. Mas ele não é capaz, de modo algum, de GERAR alguma anentropia ele mesmo - ao contrário do zigoto, que GERA a sua própria carga anentrópica.
Então, RESUMINDO, o que a ciência tem a dizer sobre QUALQUER zigoto humano vivo seria isso mesmo, que ele:
1)ESTÁ VIVO; e
2) QUE ELE É ELE, e não outro.
É tudo o que a MESMA Ciência pode dizer de mim e de cada um de vocês também, basicamente. Desde o zigoto que fomos, até o nano-segundo anterior à perda irreversível da capacidade anentrópica de cada um de nós, quando então ela dirá que estamos mortos. E algum tempo depois a nossa unicidade não será mais reconhecível, pois os gadgetzinhos que possibilitam o reconhecimento terão se desmantelado.
Aguardo a milésima SEGUNDA vez. 😄!
O que define a vida é a anentropia mantida.
Para adiantar expediente, não, um espermatozóide, embora "tenha cara"de vivo, não está "vivo". TODA célula retirada de um sistema anentrópico complexo, maior, carrega um QUANTUM de anentropia por um período de tempo - uma anentropia RESIDUAL. Se o seu dedo for arrancado, por exemplo, há um espaço de tempo em que ele poderá ser RE-IMPLANTADO, exatamente por causa disto. Transplantes de órgãos também podem ser feitos exatamente por causa disto - se a anentropia residual fosse = a zero, não existisse, tais coisas seriam impossíveis, pois as células fora do sistema-matriz imediatamente morreriam.
Um espermatozóide é apenas uma célula com anentropia residual maior um pouco. Capaz, portanto, de ärmazenar"anentropia suficiente para possibilitar a sua chegada ao óvulo. Mas ele não é capaz, de modo algum, de GERAR alguma anentropia ele mesmo - ao contrário do zigoto, que GERA a sua própria carga anentrópica.
Então, RESUMINDO, o que a ciência tem a dizer sobre QUALQUER zigoto humano vivo seria isso mesmo, que ele:
1)ESTÁ VIVO; e
2) QUE ELE É ELE, e não outro.
É tudo o que a MESMA Ciência pode dizer de mim e de cada um de vocês também, basicamente. Desde o zigoto que fomos, até o nano-segundo anterior à perda irreversível da capacidade anentrópica de cada um de nós, quando então ela dirá que estamos mortos. E algum tempo depois a nossa unicidade não será mais reconhecível, pois os gadgetzinhos que possibilitam o reconhecimento terão se desmantelado.
Aguardo a milésima SEGUNDA vez. 😄!
A Justiça pode e até deve ser "cega", minha filha; a ciência não pode ser NUNCA.
Se de zóio aberto esta parte do conhecimento humano já foi invadida por uma corja de imbecis e de malévolos utilitaristas, imagine de zóio vendado! 😄!
Então é necessário defendê-la sempre, pois ela é um importante ramo do conhecimento humano, claro!
E tá cheia de farsante - eu me lembro de uma geneticista metida a famosa que estava - está ainda, claro - com os botucos fincados nos embriões mantidos em laboratórios, em estado deresfriamento; ela SABE que, durante um período de tempo, eles estarão vivinhos da silva - e que, depois de algum tempo, serão considerados "inúteis"- claro, porque MORRERÃO.
Não vi ninguém perguntar a ela pra que a PRESSA em pegar embriões, que ela afirmava "não estarem vivos", uma vez que eles continuariam não-vivos, ali guardados onde estavam, por muito mais tempo... Também ninguém lhe perguntou se SERVIRIAM para as suas experiências, embriões resultantes de abortos espontâneos, já que ela afirmava que a idéia era usar embriões MORTOS. A muié NÃO PODE responder a isto porque obviamente ela SÓ QUER os embriões que estiverem VIVOS - e portanto nem os decorrentes de abortos espontâneos e nem os que ficarem resfriados por tempos longos demais lhe INTERESSAM!
E qual é a DIFERENÇA entre os que "INTERESSAM" e os que "NÃO INTERESSAM"? O que FAZ um "INTERESSAR", e o outro NÃO? Era bom alguém perguntar isto a ela, caramba! 😄!
A diferença, como o raio da fubanga aliás SABE perfeitamente, é precisamente que UM ESTÁ VIVO, e O OUTRO ESTÁ MORTO.
Um é um sistema gerando a própria anentropia, e o outro não tem mais esta capacidade.
Se de zóio aberto esta parte do conhecimento humano já foi invadida por uma corja de imbecis e de malévolos utilitaristas, imagine de zóio vendado! 😄!
Então é necessário defendê-la sempre, pois ela é um importante ramo do conhecimento humano, claro!
E tá cheia de farsante - eu me lembro de uma geneticista metida a famosa que estava - está ainda, claro - com os botucos fincados nos embriões mantidos em laboratórios, em estado deresfriamento; ela SABE que, durante um período de tempo, eles estarão vivinhos da silva - e que, depois de algum tempo, serão considerados "inúteis"- claro, porque MORRERÃO.
Não vi ninguém perguntar a ela pra que a PRESSA em pegar embriões, que ela afirmava "não estarem vivos", uma vez que eles continuariam não-vivos, ali guardados onde estavam, por muito mais tempo... Também ninguém lhe perguntou se SERVIRIAM para as suas experiências, embriões resultantes de abortos espontâneos, já que ela afirmava que a idéia era usar embriões MORTOS. A muié NÃO PODE responder a isto porque obviamente ela SÓ QUER os embriões que estiverem VIVOS - e portanto nem os decorrentes de abortos espontâneos e nem os que ficarem resfriados por tempos longos demais lhe INTERESSAM!
E qual é a DIFERENÇA entre os que "INTERESSAM" e os que "NÃO INTERESSAM"? O que FAZ um "INTERESSAR", e o outro NÃO? Era bom alguém perguntar isto a ela, caramba! 😄!
A diferença, como o raio da fubanga aliás SABE perfeitamente, é precisamente que UM ESTÁ VIVO, e O OUTRO ESTÁ MORTO.
Um é um sistema gerando a própria anentropia, e o outro não tem mais esta capacidade.
Ó, só AVISANDO: defendeu o aborto aqui dentro, tá no olho da rua imediatamente. Faço a MAIOR QUESTÃO de expulsar. COLECIONO expulsões de abortistas. Imprimo os avatares e prego todos na parede.
Muito úteis como ALVOS. Dá o maior ânimo pra tentar acertar, sabe como é? Pois é, então espero que tenha ficado claro.
Muito úteis como ALVOS. Dá o maior ânimo pra tentar acertar, sabe como é? Pois é, então espero que tenha ficado claro.
Aborto é a coisa q conservadores mais odeiam?
"Se um óvulo fecundado não é por si só um ser humano, ele não poderia tornar-se um, pois nada é acrescentado a ele"
Jérôme Lejeune (1926-1994)
Jérôme Lejeune (1926-1994)
É regra da comunidade opinar?
E responde quem quer os tópicos.
E responde quem quer os tópicos.
Justiça, o aborto é o assassinato de um inocente indefeso, cometido pela própria MÃE dele, e em geral com a cumplicidade de outros, inclusive de médicos, que fizeram um juramento de defender a vida.
Você acha O QUÊ, porra? Que "não é" ODIOSO?
Quem defende uma coisa dessas, seja qual for sua posição política, é CÚMPLICE DE ASSASSINATO, e assassinato, repito, de um inocente indefeso.
O aborto, meu chapa, é INDEFENSÁVEL por qualquer ponto-de-vista. É uma ABOMINAÇÃO.
Não existe "argumentação"que SIRVA para defender uma ABOMINAÇÃO.
Você acha O QUÊ, porra? Que "não é" ODIOSO?
Quem defende uma coisa dessas, seja qual for sua posição política, é CÚMPLICE DE ASSASSINATO, e assassinato, repito, de um inocente indefeso.
O aborto, meu chapa, é INDEFENSÁVEL por qualquer ponto-de-vista. É uma ABOMINAÇÃO.
Não existe "argumentação"que SIRVA para defender uma ABOMINAÇÃO.
🙂 - Deixa ele chegar mais perto, amigos. Só mais um passinho... 😄!
Anda, Justiça: não tem mais nada a dizer? Pode tentar me contradizer cientificamente, meu chapa: eu gostaria muito de ver a tentativa. É um bom exemplo de O QUE vale uma expulsão, aqui.
Por exemplo, uma contra-argumentação científica não valeria, claro: valeria um debate! 😄!
Você tem alguma contra-argumentação neste âmbito, meu chapa? Hm? Nenhuma? 😄.
Bom, neste caso eu não posso fazer NADA.
Por exemplo, uma contra-argumentação científica não valeria, claro: valeria um debate! 😄!
Você tem alguma contra-argumentação neste âmbito, meu chapa? Hm? Nenhuma? 😄.
Bom, neste caso eu não posso fazer NADA.
O contexto científico, uma vez NÃO contestado, evidentemente VALE, CONTA, em qualquer outra argumentação que eventualmente seja usada.
Eu creio que não preciso dizer isto: NÃO contestando, você está afirmando que o que eu digo é correto.
E, se quiser argumentar em outro âmbito, eu obviamente levo meu argumento científico - com o qual você concordou, já que não rebateu - como parte do debate.
É divertido, Justiça: acredite, eu pessoalmente acho muito interessante fazer isto.
Os amigos querem uma "mordida fatal imediata": mas eu prefiro assim, com timing. 😄.
Eu creio que não preciso dizer isto: NÃO contestando, você está afirmando que o que eu digo é correto.
E, se quiser argumentar em outro âmbito, eu obviamente levo meu argumento científico - com o qual você concordou, já que não rebateu - como parte do debate.
É divertido, Justiça: acredite, eu pessoalmente acho muito interessante fazer isto.
Os amigos querem uma "mordida fatal imediata": mas eu prefiro assim, com timing. 😄.
No meu entendimento não vejo na fecundação, mas sim na nidação, algo como dois dias depois do espermatozóide perfurar o óvulo. É na nidação que a mulher é caracterizada como "grávida", e não na fecundação.
Na concepção!