Segundo especialistas em marketing digital (Marcelo Coutinho da GV), internet no Brasil serve mais pra mobilização política do que para questionamento, as pessoas buscam com a internet cristalizar a opinião, e não buscar mais informações para conhecer melhor.
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Uma empresa que faz medições na internet concluiu que só 2% dos internautas em busca de notícia vão atrás de notícias sobre política.
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http://tv.estadao.com.br/videos,DIRETO-DO-ESTADAO-A-…tm?pagina=17
Quando estamos quase desistindo, Deus fala mais uma vez como falou ao Profeta Elias, eu tenho guardado para mim 7000 profetas qeu nao se dobraram a Baal. Ele sempre nos dá um novo animo, e hoje ele usa esta ferramenta (a internet) para nos animar.
Amigo, quantidade não é qualidade; há que ESCOLHER.
Vivemos no "reino da quantidade", inegavelmente. O próprio conceito de qualidade foi anulado, e quando surge, eventualmente, é imediatamente detonado, "mal-visto".
Um sujeito que acertou muita coisa e errou outras tantas me ensinou isso, faz muito tempo. NISTO ele estava certíssimo. Em inúmeras outras coisas, erradíssimo. O nome dele era René Guénon. Eu devo a ele esta compreensão, e nunca me esqueço de agradecer.
Na verdade, a www não ALTEROU este fato: CONTINUAMOS, como sempre, dependentes da qualidade - que não pode ser substituída pela quantidade.
Ou seja, a pessoa que lá atrás DEPENDIA de "uma VERDADEIRA informação" CONTINUA dependendo da MESMA! 😄!
Analisemos: o fato de se oferecer "ZERO informações" ou "um zilhão de informações falsas" constitui uma equação idêntica quanto ao seu resultado, o mencionado ZERO.
Reescrevendo essas equações, portanto, verifica-se facilmente que existe uma IDENTIDADE de termos.
Eu não digo que a www não contenha "nenhuma" informação boa ou confiável: o que eu quero dizer é que a QUANTIDADE de informações não faz a menor diferença.
Digamos que fosse correto afirmar que a quantidade de informação verdadeira disponibilizada na www fosse IGUAL A ZERO: neste caso, seria indiferente existir ou não a www. Ela seria IGUAL à situação de "não existir informação nenhuma".
Agora, digamos que não seja assim, e que HAJA informação VERDADEIRA disponibilizada na www: neste caso, a www passa a ser QUALITATIVAMENTE diferente de zero, uma vez que entre o "NADA" e qualquer coisa diferente de "nada" há uma diferença QUALITATIVA.
Este é um princípio talvez um tanto sutil (ou não: eu pessoalmente acho completamente óbvio): entre "NADA" e "ALGUMA COISA" há um salto qualitativo; entre "alguma coisa" e "muita coisa" (ou, claro, "mais alguma coisa"), o salto é apenas quantitativo.
A www FEZ, FAZ, uma diferença QUALITATIVA, portanto. Mas DENTRO desta compreensão, é necessário ainda compreender que a quantidade de informação disponibilizada não entra na equação: bastaria que UMA informação verdadeira fosse disponibilizada para criar a diferença qualitativa.
O resto é o RESTO.
O negócio é pegar, portanto, a informação que FAZ a diferença - no meio da bagaça "disponibilizada". Se você NÃO pegar, está exatamente como está o Fulano que não tem NENHUMA informação. 😄!
Isto tudo parece óbvio, né mesmo? Nossa, mas TODO MUNDO consegue captar COMO é evidente!
Consegue nada, meus caros: como o "reino da quantidade" IMPÔS a idéia de que a quantidade MANDA, o que esse tal de "todo mundo" pensa é que, como há MAIS informação, entãoi é surpreendente que as pessoas "correspondentemente" não saibam MAIS!
A MAIORIA, devo dizer, ACHA que sabe, sim - está REALMENTE crente que hoje se sabe mais do que se sabia "antes".
Um ou outro se vê perplexo diante da realidade: ou seja, de que MESMO com o aumento prodigioso da "quantidade de informação disponibilizada" - obviamente a ignorância, em vez de diminuir, aumentou!
😄 - Na verdade, se quisermos levar em conta a quantidade, podemos dizer que "a quantidade de qualidade" em relação ao TOTAL DIMINUIU - ou seja, o total de informações verdadeiras /o total de informações DIMINUIU.