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Mais um jornalista pensante

Iniciado por emir_2 em 06/09/2010 · 5 mensagens

emir_2#1
Deu neste jornal:
http://jornaldaparaiba.globo.com/coluna.php?id=6226

CHICLETE COM BANANA

Por Marcos Tavares

Não gosto do Rock. Com honrosas exceções para algumas músicas dos Beatles, Rolling Stones e Pink Floyd coloco tudo o mais numa cova rasa e desligo o som. Podem me chamar de reacionário e até de ignorante, mas essa é a minha opinião. Agora o que me causa espécie e até me dá ânsias de vômito é esse rap nacional uma cópia malfeita de uma música que na sua origem já não é grande coisa e que é típica e essencial de um gueto negro americano. Nascida no final do século XX no rastro da revolta negra, o rap é tão americano como o Dia de São Valentim e o gosto pela guerra.
Quando vejo os negros brasileiros discursando ou teorizando sobre a importância do rap nas suas comunidades, me dá um misto de pena e raiva. Pena porque alguns deles acham que estão fazendo cultura quando na verdade fazem um papel carbono do que os americanos possuem de menos criativo em música. Raiva porque o Brasil tem tantas expressões naturais por onde explodir a revolta que não entendo a necessidade do rap. Durante anos o samba de roda foi a fonte de improviso e de crítica de costumes e o próprio samba elitizado é e foi uma crônica feroz de nossa sociedade. Basta ouvir Noel.
Ver aqueles garotinhos saracoteando pelo chão como vítimas de uma crise epiléptica, mostra o quanto a globalização é uma via de mão única, pois você não vê crioulo americano tirando som de uma cuíca de jeito nenhum. E essa globalização que traz tudo e não leva nada vem embalando uma geração de M.C. ridículos de nomes anglicizados e cabeça ainda mais americanizada achando que faz música quando na verdade improvisa um verso de péssima qualidade ao som de uma batida estridente de "disco music".

Continua ==>
emir_2#2
<== Continuação

Quase enfartei quando vi um dia desses um Festival de Rap e Repente.Não podem existir duas coisas mais díspares nem absolutamente incapazes de união. O rap é urbano, o repente é rural. O rap se dança o repente se ouve. O repente tem suas raízes no mais profundo de nossa brasilidade e até chega a beirar as origens mouras e ibéricas. O rap é americano, negro americano, totalmente diferente do negro nacional em costumes atitudes e reações. O rap é um tremendo equívoco que ainda pode prejudicar e muito a música nacional.
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Luxo
Anatel aprova um plano de telefonia fixa e barata para os usuários do Bolsa Família.
Esse contingente teria direito a um tipo de tarifa bem mais reduzida e entraria no mundo das comunicações. Só que a maioria já possui celulares.
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Vazamento
A Receita Federal sabia há muito tempo do vazamento de informações confidenciais de políticos da oposição.
Houve uma operação de abafamento seguindo ordens vindas do Planalto, mas a situação terminou por fugir ao controle do governo e a crise está instaurada.
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pedromarcus#3
Ele gosta de beatles e rolling stones e quer reclamar de rap

É tudo a mesma coisa
emir_2#4
É tudo uma porcariada só.
antnioluiz#5
Também não sou fã dos quatro vaposeiros de Liverpool. Quanto aos Rolas Stones, bem, roqueiro sessentão ninguém merece...

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