O PT e Fidel Castro foram elogiados e agraciados no manifesto lido pelo representante das Forças Armadas Revolucionárias Colombianas no dia 25/01/07, durante a reunião do Foro de S.Paulo, entidade que reúne as esquerdas na América Latina e Caribe, em San Salvador.
A Comissão Internacional das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Exército do Povo, FARC-EP) escreveu o texto nas Montanhas da Colômbia, no dia 7 de janeiro de 2007.
Em um dos trechos do texto, as pérolas que confirmam as ligações internacionais dos trabalhadores com grupos narcoguerrilheiros:
“Cremos ser oportuno manifestar nossa inquietação e desagrado pela posição de alguns companheiros que, em forma e sob responsabilidade pessoal, publicamente dizem que as FARC não podem participar no Foro, por ser uma organização alçada em armas. A luta armada não se criou por decreto e tampouco se acaba por decisão similar, é a expressão de um povo que sofreu a devastação de sua população em mais de um milhão de pessoas que, nestes 60 anos, foram assassinadas, é a expressão dos milhares de militantes que foram assassinados do Partido Comunista e da União Patriótica, é a expressão de milhares de sindicalistas que foram assassinados nestes últimos anos”.
“Aos companheiros que pensam que não podemos participar, fraternalmente os convidamos a que nos acompanhem, não no acionar militar ao que as circunstâncias nos obrigaram, pois sabemos que não a compartem e respeitamos seus pontos de vista, os convidamos a participar da busca da solução política e, para isso, os fazemos partícipes da Plataforma para um Governo de Reconstrução e Reconciliação Nacional, aprovada por nossa 8ª Conferência realizada em 1993”.
O texto completo pode ser lido no site do jornal russo Pravda (“Verdade”)
http://port.pravda.ru/mundo/25-01-2007/15168-farcsaudacao-0
A Comissão Internacional das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Exército do Povo, FARC-EP) escreveu o texto nas Montanhas da Colômbia, no dia 7 de janeiro de 2007.
Em um dos trechos do texto, as pérolas que confirmam as ligações internacionais dos trabalhadores com grupos narcoguerrilheiros:
“Cremos ser oportuno manifestar nossa inquietação e desagrado pela posição de alguns companheiros que, em forma e sob responsabilidade pessoal, publicamente dizem que as FARC não podem participar no Foro, por ser uma organização alçada em armas. A luta armada não se criou por decreto e tampouco se acaba por decisão similar, é a expressão de um povo que sofreu a devastação de sua população em mais de um milhão de pessoas que, nestes 60 anos, foram assassinadas, é a expressão dos milhares de militantes que foram assassinados do Partido Comunista e da União Patriótica, é a expressão de milhares de sindicalistas que foram assassinados nestes últimos anos”.
“Aos companheiros que pensam que não podemos participar, fraternalmente os convidamos a que nos acompanhem, não no acionar militar ao que as circunstâncias nos obrigaram, pois sabemos que não a compartem e respeitamos seus pontos de vista, os convidamos a participar da busca da solução política e, para isso, os fazemos partícipes da Plataforma para um Governo de Reconstrução e Reconciliação Nacional, aprovada por nossa 8ª Conferência realizada em 1993”.
O texto completo pode ser lido no site do jornal russo Pravda (“Verdade”)
http://port.pravda.ru/mundo/25-01-2007/15168-farcsaudacao-0