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VOLTAIRE

Iniciado por uriel em 16/02/2007 · 22 mensagens

uriel#1
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para comecar, algumas citacoes de Voltaire:

"As diferentes espécies de homem

Descendo sobre este montículo de lama e não tendo maiores noções a respeito do homem, como este não tem a respeito dos habitantes de Marte ou de Júpiter, desembarco às margens do oceano, no país da Cafraria, e começo a procurar um homem. Vejo macacos, elefantes e negros. Todos parecem ter algum lampejo de uma razão imperfeita. Uns e outros possuem uma linguagem que não compreendo e todas as suas ações parecem igualmente relacionar-se com um certo fim. Se julgasse as coisas pelo primeiro efeito que me causam, inclinar-me-ia a crer, inicialmente, que de todos esses seres o elefante é o animal racional. Contudo, para nada decidir levianamente tomo filhotes dessas várias bestas. Examino um filhote de negro de seis meses, um elefantezinho, um macaquinho, um leãozinho, um cachorrinho. Vejo, sem poder duvidar, que esses jovens animais possuem incomparavelmente mais força e destreza, mais idéias, mais paixões, mais memória do que o negrinho e que exprimem muito mais sensivelmente todos os seus desejos do que ele. Entretanto, ao cabo de certo tempo, o negrinho possui tantas idéias quanto todos eles. Chego mesmo a perceber que os animais negros possuem entre si uma linguagem bem mais articulada e variada do que a dos outros animais. Tive tempo de aprender tal linguagem e, enfim, de tanto observar o pequeno grau de superioridade que a longo prazo apresentam em relação aos macacos e aos elefantes, arrisco-me a julgar que efetivamente ali está o homem. E forneço a mim mesmo esta definição:
O homem é um animal preto que possui lã sobre a cabeça, caminha sobre duas patas, é quase tão destro quanto um símio, é menos forte do que outros animais de seu tamanho, provido de um pouco mais de idéias do que eles e dotado de maior facilidade de expressão. Ademais, está submetido igualmente às mesmas necessidades que os outros, nascendo, vivendo e morrendo exatamente como eles. [CONTINUA]
uriel#2
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"Após ter passado certo tempo entre essa espécie, desloco-me rumo às regiões marítimas das Índias Orientais. Surpreendo-me com o que vejo: os elefantes, os leões, os macacos e os papagaios não são exatamente como eram na Cafraria; mas o homem, esse parece-me absolutamente diferente. Agora são homens de um belo tom amarelo, não possuem lã, mas têm a cabeça coberta de grandes crinas negras. Parecem ter sobre as coisas idéias totalmente contrárias às dos negros. Sou, portanto, forçado a mudar minha definição e a classificar a natureza humana sob duas espé­cies: a negra com lã e a amarela com crina.

Mas, na Batávia, em Goa e em Surata, ponto de encontro de todas as nações, vejo uma grande multidão de europeus. São brancos, não possuem lã ou crina, mas cabelos louros bem soltos e barba no queixo. Mostram-me também muitos americanos [indios], que não possuem barba. Eis minha definição e minhas espécies de homem bastante ampliadas.

[CONTINUA]
uriel#3
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"Em Goa encontro uma espécie ainda mais singular do que todas essas. Trata-se de um homem vestido com uma longa batina negra, dizendo-se feito para instruir os outros. Todos esses homens que vedes, diz-me ele, nasceram de um mesmo pai. E, então, conta-me uma longa história. No entanto, o que diz esse animal soa-me bastante suspeito. Informo-me se um negro e uma negra, de lã negra e nariz chato, engendram algumas vezes crianças brancas, de cabelos louros, nariz aquilino e olhos azuis, se nações imberbes vieram de povos barbados e se os brancos e as brancas engendraram povos amarelos. Respondem-me que não, que os negros transplantados, por exemplo, para a Alemanha continuam produzindo negros, a menos que os alemães se encarreguem de mudar a espécie, e assim por diante. Acrescentam que um homem instruído nunca diria que as espécies não misturadas degeneram, a não ser o Padre Dubos, que disse tal besteira num livro intitulado Reflexões sobre a Pintura e sobre a Forma etc.

Quer me parecer que agora estou muito bem fundamentado para crer que os homens são como as árvores: assim como as pereiras, os ciprestes, os carvalhos e os abricoteiros não vêm de uma mesma árvore, assim também os brancos barbados, os negros de lã, os amarelos com crina e os homens imberbes não vêm do mesmo homem.
[Nota de Voltaire: Todas essas diferentes raças de homens produzem juntas indivíduos capazes de se perpetuar, o que não pode ser dito a respeito das árvores de diferentes espécies. Mas teria havido um tempo em que só existissem um ou dois indivíduos de cada espécie? Isto ignoramos totalmente].

Voltaire, Tratado de Metafísica, cap. I (Os Pensadores). São Paulo: Abril, 1978, p.62,63.
uriel#4
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Beleza, Belo

"Perguntem a um sapo o que é a beleza, o belo admirável, o to kalón. Responder-vos-á que é a fêmea dele, com os seus dois grandes olhos redondos, salientes, espetados na pequenina cabeça, um focinho largo e achatado, barriga amarela, dorso acastanhado. Interrogai um preto da Guiné: para esse, o belo é uma pele negra, oleosa, os olhos sumidos nas órbitas, venta esborrachada.
Interroguem o diabo: dirá que o belo é um par de cornichos, quatro garras afiadas e um rabiosque enrolado. Consultem, por fim, o filósofo: responder-vos-á por uma algaraviada desco­nexa, numa gíria arrevesadíssima; é-lhes indispensável algo de conforme ao arquétipo do belo em essência, ao to kalón.

(...)

Voltaire, Dicionário Filosófico (Os Pensadores). São Paulo: Abril, 1978, p.110
uriel#5
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http://www.geocities.com/fusaoracial/VoltaireMFP.htm
o racismo de VOLTAIRE

"COMENTÁRIO NOSSO. O primeiro texto, As diferentes espécies de homens, é um bom exemplo da contribuição do Iluminismo ao racismo.

Voltaire contesta um dogma cristão: a crença de que todos os homens tenham uma origem comum
[Adao e Eva]; ele coloca as diferentes raças humanas como diferentes espécies. É significativo que este aspecto do antropocentrismo (que seria melhor intitulado 'brancocentrismo'), que se contrapôs à chamada "Idade das Trevas", seja tão pouco citado em nossos livros de ciências humanas. As religiões universalistas (como o Cristianismo, o Islã, o Budismo, p. ex.), ao contrário das religiões nacionalistas, tendem a estimular as integrações étnicas e as misturas raciais."

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E' curioso como Voltaire ja' antecipa o racismo darwinista.

se voce folhear o Dicionario Filosofico e outros escritos de Voltaire, encontrara a todo momento comentarios de passagem igualmente chocantes sobre negros e judeus.
uriel#6
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nao estou com o volume de Pensadores da Editora Abril do Voltaire em maos aqui e no momento nao consigo encontrar on-line em portugues as citacoes de Voltaire sobre os judeus, mas e' algo muito bem conhecido.

Voltaire nao fala so' do "fanatismo religioso" dos judeus. Ele se refere ao povo judeu como uma raca de mercadores, de ladroes, de parasitas etc.

ate esquerdistas sabem disso: http://cat.inist.fr/?aModele=afficheN&cpsidt=1146610
Titre du document / Document title
Adorno and Horkheimer : Enlightenment and antisemitism
Auteur(s) / Author(s)
SEYMOUR David (1) ;

http://www.amazon.ca/Judaism-Enlightenment-Adam-Sutc…c/0521820154
http://www.cambridge.org/catalogue/catalogue.asp?isbn=978052167232012. The ambiguities of Enlightenment: Voltaire and the Jews; Conclusion: reason versus myth?http://www.accessmylibrary.com/coms2/summary_0286-28739189_ITMCan a Jew Be a Philosophe? Isaac de Pinto, Voltaire, and Jewish Participation in the European Enlightenment.

"Nowhere is this tension between eighteenth-century cultural exclusiveness and idealistic universalism more sharply illustrated than in the epistolary exchange of 1762 between Voltaire, the philosophe most notoriously hostile to Judaism, and Isaac de Pinto, the Amsterdam Sephardic writer and patrician" (...)
uriel#7
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The Shadow of Toleration: Voltaire and the Jews

Voltaire's extreme hostility toward Judaism and the Jews has been widely noted.(4) In a great many of his texts, he derides with wit and relish what he regards as the absurdities of the Old Testament and the legalistic sterility of the Jews' religious observance. A striking contradiction, however, runs through his treatment of Judaism: despite his avowed distaste for the subject, he repeatedly returns to it. In his Philosophical Dictionary, he asserts that "it is with regret that I discuss the Jews: this nation is, in many ways, the most detestable ever to have sullied the earth."(5)

And yet this text, ostensibly a universalist philosophical handbook, is replete with repetitious polemical attacks on the immorality and depravity documented in the Old Testament. In a great many of his other writings, he dismisses the Jews in such terms as "an insignificant Arab tribe"(6) and the Bible as a tissue of "absurd fairy tales,"(7) expounding these arguments at length and simultaneously proclaiming them to be both unpleasant and uninteresting.
uriel#8
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Voltaire's historiography is animated by a desire to displace the Jews from their traditional historical centrality. This exclusionary impetus can be most clearly seen in his vast Essay on the Customs and Spirit of Nations: a work of more than half a million words,(8) and arguably the first sustained modern attempt to write a truly global history. In this Essay, Voltaire includes an extensive discussion of Islamic, Chinese, and Indian civilization as well as a detailed account of European history since Charlemagne. Jewish history, however, is pointedly almost ignored: the Jews are directly discussed only in a brief account subsumed within the section on Arab history. However, a consciousness of Judaism hovers over many passages in the Essay in which they are ostensibly irrelevant. In his summary of Egyptian history, for example, Voltaire emphasizes how frequently and easily the Egyptians were conquered, labeling them "the most cowardly of all peoples."(9) Without any explicit mention of the Jews, the implication is nonetheless clear that, to have been enslaved by the Egyptians, they must have been even feebler. Similarly, Voltaire's commendation of the venerability and spiritual purity of Indian and Chinese religion carries an unspoken but unmistakable comparative attack on the false historical and theological claims of Judaism (and, because of its Judaic roots, of Christianity).(10)
uriel#9
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"While rejecting the biblical account of the beginnings of history as both thoroughly implausible and deeply unedifying, Voltaire was unable to offer an authoritative alternative to the Judaic account of the roots of European society.

His attacks on the tribalism and insularity of the Jewish nation were destabilized by his parallel mythicizing of French national identity; conversely, his search for a new patriotism based on the nation and the soil was awkwardly blurred by the existence of the transnational, geographically unfixed Jews. Most fundamentally, his vigorous championing of the cause of universal tolerance stood uneasily alongside his characterization of Judaism as so atavistically contrary to all tolerant values and emancipatory modes of thought.(15) (...)
uriel#10
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outra obra:

POLIAKOV, León. História do Anti-semitismo. De Voltaire a Wagner, São Paulo, Perspectiva,

1985.
uriel#11
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http://library.flawlesslogic.com/jtr_01.htm

(...)
"Centuries later Voltaire's criticism of Jews, in his Essai sur le Moeurs, repeated many of the same charges:

"The Jewish nation dares to display an irreconcilable hatred toward all nations, and revolts against all masters; always superstitious, always greedy for the well-being enjoyed by others, always barbarous -- cringing in misfortune and insolent in prosperity."

Ironically, as Jacob Katz observes, "Voltaire did more than any other single man to shape the rationalist trend that moved European society toward improving the status of the Jew" (Katz, 34).

Still historically remembered (according to the Encyclopedia Britannica, 1994) "as a crusader against tyranny and bigotry," Voltaire turned repeatedly and angrily against Jews who he believed to epitomize such "tyranny and bigotry."

Jews, he complained, "are ... the greatest scoundrels who have ever sullied the face of the globe ... They are, all of them, born with raging fanaticism in their hearts, just as the Bretons and Germans are born with blond hair. I would not in the least be surprised if these people would not some day become deadly to the human race ... You [Jews] have surpassed all nations in impertinent fables, in bad conduct, and in barbarism. You deserve to be punished, for this is your destiny" (Gould, 91).

On another occasion Voltaire charged that "the Jew does not belong to any place except that place which he makes money; would he not just as easily betray the King on behalf of the Emperor as he would the Emperor for the King?" (Katz, 44).

Thirty of 118 of Voltaire's essays in his Dictionary of Philosophy address Jews, usually disparagingly. Voltaire calls Jews "our masters and our enemies ... whom we detest ... the most abominable people in the world."

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como e' que voce leu Voltaire e nao percebeu isso, Constantino??????????????????
uriel#12
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"Em primeiro lugar, Olavo, eu não sabia do anti-semitismo de Voltaire, e vi uma frase bem suspeita que vc postou. Vou checar melhor depois

Como e' que voce leu Voltaire e nao percebeu isso, Constantino???????

leia o Dicionario Filosofico de Voltaire.
O anti-semitismo de Voltaire e' mais famoso do que o de Marx e muito mais virulento. e tem um componente racial
uriel#13
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http://www.consciencia.org/voltaire.shtml

"Voltaire (1694-1778) nasceu em Paris. Seu nome verdadeiro é François Marie Arouet.
Seu pai era tabelião e possuía pequena fortuna. Sua mãe tinha origem aristocrática. Ela morreu depois do parto. François foi franzino durante a infância e teve saúde fraca durante toda a vida. Tinha um irmão mais velho, Arnaud, que entrou para um culto herético jansenista. François revelou talento literário e sensibilidade poética logo na infância. Ele comprou livros com a herança de uma senhora que havia visto nele futuro cultural. Com esses livros, e com a tutela de um abade, começou sua educação. O abade lhe mostrou o ceticismo e as orações religiosas. O pai de François queria um futuro prático para o filho. Achava que a literatura não rendia dinheiro nem prestígio. Com o intuito de tornar o filho advogado do rei, coloca-o num colégio jesuíta. Os jesuítas eram padres com formação militar, que usavam para difundir o evangelho no mundo todo. Eram membros da Companhia de Jesus, que havia sido fundada por Inácio de Loyola. Os jesuítas ensinaram a Voltaire a dialética, arte de dialogar progressivamente, para provar as coisas. Ele discutia teologia com os professores, que reconheciam Voltaire como um "rapaz de talento mas patife notável".

Seu padrinho o introduziu numa vida desregrada. Conheceu escritores, poetas e cortesãos. Ficava na rua até tarde, divertindo-se com fanfarrões epicuristas e voluptuosos. Seu pai, homem sério, não viu com bons olhos as atividades do filho. Manda-o para a casa de um parente, para mantê-lo quase preso. Mas o parente, quando o conhece, gosta tanto dele que lhe dá liberdade. (...) François começa a ficar conhecido por ser brilhante, imprudente e turbulento. É malicioso e tem os olhos vivos e perpicazes (...)

(CONTINUA)
uriel#14
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(...)

"A tragédia que escrevera, Édipo, é produzida em 1718, e fica em cartaz quarenta e cinco noites seguidas, um recorde para a época. Se enconta com Fontenelle. Com um lucro de 4000 francos da peça, Voltaire faz investimentos financeiros, empresta dinheiro, e financia o tráfico de escravos, que era um negócio rentável. Assim , fez render seu dinheiro e pode viver com folga."

http://www.consciencia.org/voltaire.shtml
uriel#15
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ninguem vai comentar nada??
jorge_3#16
Gostei de suas notas
priscila#17
Sim, é, Voltaire...
Voltaire era um patife e um picareta!
uriel#18
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Jorge, tambem gostei das notas - nao sao minhas, sao do site linkada "fusao racial - viva Brasil mestico", onde eles tambem se lembram de "denunciar" o racismo iluminista.
jorge_3#19
N’est-il pas de la plus grande vraisemblance que les Juifs adoptèrent cette fable, et qu’ensuite ils l’écrivirent quand ils commencèrent à avoir quelque connaissance des lettres sous leurs rois? Il leur fallait du merveilleux comme aux autres peuples; mais ils n’étaient pas inventeurs: jamais plus petite nation ne fut plus grossière; tous leurs mensonges étaient des plagiats, comme toutes leurs cérémonies étaient visiblement une imitation des Phéniciens, des Syriens, et des Égyptiens.

Eu não tenho muita noção de francês, mas realmente eu não vejo como alguém pode dizer que o livro de Voltaire que o Constantino resenhou não é antisemita.
uriel#20
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vejam as surpreendentes citacoes de Voltaire sobre os negros polemizando contra a crenca crista na origem unica da humanidade. A semente do racismo darwinista do sec. 19 ja estava no Iluminismo?
gerson#21
A informação que tenho é que Voltaire ficou rico quando ele e mais um grupo de amigos descobriram uma falha no sistema lotérico, parece-me que com isso ganharam várias vezes seguidas até que tal falha fosse corrigida. Pelo menos foi isso que li em sua biografia.
gerson#22
Calma, totó...

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