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CEF condenada. E o Palocci?

Iniciado por ayrton em 15/09/2010 · 8 mensagens

ayrton#1
"15/09/2010

Francenildo receberá 500 000 reais por quebra de sigilo

O juiz federal Itagiba Catta Pretta, da 4ª Vara Federal em Brasília, acaba de condenar a Caixa a pagar 500 000 reais em indenização por danos morais ao caseiro Francenildo dos Santos Costa, que teve o sigilo bancário quebrado ilegalmente em 2006.
ayrton#2
ayrton#3
A impunidade continua a olhos vistos, no Brasil, quando o assunto inclui petistas; apesar de conseguir provar que teve o seu sigilo bancário quebrado ILEGALMENTE(artigo 5 da CF), pela CEF, entidade presidida e totalmente aparelhada por petralhas, o caseiro Francenildo obteve apenas uma vitória simbólica.

Apesar dos 500 mil que os CONTRIBUINTES vão ter que desembolsar por causa da atitude criminosa de petistas, na esfera criminal, a possibilidade de Antônio Palocci - o principal interessado na quebra do sigilo- ou de qualquer outro petista ser condenado é mínima.

Palocci continua no comando da campanha da ex-asslatante de bancos, ex- terrorista e atual chefe de quadrilha Dilmo Roussef.
ayrton#4
thomas#5
Prova pra esses caras só se aparecer um papel com a ordem assinada pelo mandante. E às vezes nem assim, já que Dilma pode muito bem dizer que assinou sem ler e se safar.
ayrton#6
Ou seja: o criminoso Palocci (fazia caixa 2 e mandou quebrar o sigilo do caseiro) está coordenando a campanha de uma ex- assaltante de bancos, e o sr, Jorge Mattoso (ex-presidnete da CEF) - que infingiu o artigo 5 da Constituição - deverá ser condenado "a prestar serviços comunitários, tais como fazer palestras em escolas", como sugeriu o MP.

Porra! O cara ainda vai dar palestras???!! O que ele vai ensinar para as crianças? Que o crime compensa?
elanaine#7
Ai Thomas, se esqueceu que eles são analfabetos? kkkkk

Lula e Dilmão são inimputáveis
ayrton#8
(...)

Na decisão, o juiz Itagiba Catta Preta Neto citou o livro “Leviatã”, do filósofo inglês Thomas Hobbes. “O caso posto em discussão traz à lembrança um famoso escrito de Thomas Hobbes, o Leviatã. Na saga, em apertado resumo, o ente, sobre o qual discorre Hobbes, mostra-se com uma autoridade acima de qualquer questionamento advindo dos seus comandados. Afora as conjecturas políticas da época em que foi escrito, o referido ente representa um Estado forte, insubmisso e inatacável por questões alheias ao seu mando. Assim, um dos fios tracejados na obra é o de que os súditos possuem limites, o Estado não.”

(...)"

http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/justica…ita-leviata/

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