Está confirmado...o Congresso Nacional Evoliano será em dezembro, dias 15 a 18, sendo que dia 18 será apenas para turismo.
As inscrições estão abertas. O valor será 30 reais para quem fizer inscrição até o fim de setembro, 40 reais até 30 de outubro e 50 reais depois de outubro.
Pedidos de inscrição devem ser enviados para didimo.george,volta e meia em,uol.com.br para receber as instruções de como se inscrever e fazer o pagamento.
A inscrição cobre apenas a participação no evento com direito a voz, material e participação nas atividades. As despesas de passagens, hospedagens e alimentação são por conta dos inscritos.
Para o dia de turismo locaremos um microônibus que será rateado o pagamento entre os interessados.
Queremos agradecer de público ao camarada Valdemar que fez uma contribuição pessoal para auxiliar a realização do evento.
Inscrevam-se. Teremos como palestrantes os professpres Luis Pontual e Mateus Azevedo. No Congresso será lançado o livro Revolta Contra o Mundo Moderno de Evola e discutiremos a fundação de um Instituto Evoliano no Brasil.
Ainda vamos fazer o congresso. Será em dezembro desse ano. Ele será no nordeste devido a contingência de que foi onde começamos a organizar as coisas, moro por aqui e me envolvi diretamente nisso tomando a iniciativa.
O congresso será nos dias 15 a 18 de dezembro, em João Pessoa. Teremos aqui os professores Luis Pontual e Mateus Azevedo, dois dos maiores nomes nacionais em estudos tradicionais.
Teremos ainda o lançamento do livro Revolta Contra o Mundo Moderno de Evola e a fundação do Instituto Evoliano.
As inscrições estão abertas, o custo é R$ 30,00 esse mês, 40 em outubro e 50 a partir de novembro.
Inscrições abertas para o Encontro Nacional Evoliano, teremos como palestrantes principais os professores: Luiz Pontual e Mateus Azevedo. O Encontro será em João Pessoa na Paraíba e um dia será para turismo na cidade.
Irei ao Congresso, estarei de férias em João Pessoa... mas fiquem atentos, haverá muitos esquerdistas, o CCHLA da UFPB está repleto deles... é o equivalente a FFLCH da USP.
É verdade, teremos esquerdistas por aqui, como há em todos os lugares, mas vamos discutir as idéias de Evola e outros tradicionalistas, como Guénon, por exemplo.
Convidei o pessoal de Portugal, mas infelizmente eles não poderão vir esse ano, talvez nos próximos. A Legião Vertical é uma importante instituição evoliana.
O Instituto Evoliano terá cursos, editará livros, entre outras coisas.
A inscrição ficou em 30 reais, não haverá aumento, e poderá ser feita até o dia do Encontro, menos para comunicações que devem ser inscritas até dia 10 de dezembro.
Julius Evola (Roma, 19 de maio de 1898 — 11 de maio de 1974), cujo verdadeiro nome era Giulio Cesare Evola, foi um filósofo e poeta italiano do século XX, em cuja obra neopagã se têm inspirado várias organismos e correntes políticas do fascismo.
Todavia, Evola nunca pertenceu ao partido fascista, nem teve quaisquer cargos no fascismo mussoliniano.
Seu pai, Vicenzo Evola, pertencia à pequena nobreza da Sicília. Sabe-se muito pouco acerca da sua infância e adolescência, mas ter-se-á sentido atraído bem cedo pela filosofia de Nietzsche, Michelstaedter e Otto Weininger, bem como pela estética e filosofia do futurismo de Papini e Marinetti, e pelo Dadaismo.
Em 1926 publica L'uomo come potenza, adoptando uma visão tantrica da natureza. Evola frequentava então os círculos antroposóficos inspirados na obra Rudolf Steiner.
Em 1928, publica o livro Imperialismo pagano, onde critica violentamente o cristianismo e pede que o Fascismo rompa com a Igreja Católica.
Evola retomava ali o velho conflito entre guelfos e gibelinos, tomando partido pelos segundos, que afirmavam que o Império romano-germânico, herdeiro dos Césares de Roma era, tanto como a Igreja, uma instituição de carácter sobrenatural.
Em 1930, conclui a publicação dos dois volumes de Teoria e fenomenologia dell 'Indivíduo Assoluto, onde quer superar a dicotomia do "Eu" e "Não Eu" numa perspectiva gnóstica e budista. No mesmo ano, funda com o psicanalista Emilio Servadio a revista La Torre caracterizada por um antimodernismo neopagão de pendor hermético.
Em 1934, publica Rivolta contro il mondo moderno, considerada nos ambientes neofascistas como a sua obra mais importante.
A sua aproximação ao círculo político de Mussolini dá-se durante os anos 30, quando se acende a luta entre o regime fascista e a Igreja Católica. Em 1937, Evola manifesta-se contrário ao "racismo biológico", defendendo em alternativa um "racismo espiritual" (o que demonstra uma certa espécie de causa própria primária e previsível, visto que o mesmo apesar de se sentir espiritualmente áryah, não enxergava o mesmo no espelho numa época em que os povos árias estavam co-relacionados somente aos mais bem preservados elementos da raça caucasica indo-europeia, coisa que os sicilianos da pós-invasão da Sicília pelos bérbero-árabes e seus escravos subsaarianos militares do leste da África medieval, definitivamente já não o eram fazia vários e vários séculos), publicando em 1941 o livro Sintesi di dottrina della razza, bem acolhida no seio do regime.
Após a queda do Fascismo, Evola vai fazer uma sua avaliação crítica do regime de Mussolini - considerando-o plebeu, demagógico e estático - e lançar alguns das grandes linhas de pensamento do que virá a ser neofascismo na segunda metade do século XX.
Publicou o seu último livro em 1970: Il fascismo: Saggio di una analisi critica dal punto di vista della destra. Evola sublinhou um “heróico pessimismo” e a necessidade de restaurar “valores tradicionais” sob uma nova elite. Na sua visão, a história desenvolve-se por ciclos, e o mundo moderno, que classifica de "igualitário, materialista e hedonista", dirige-se para uma crise e catástrofe final, a partir da qual uma nova elite criará um novo tipo de Estado, numa nova ordem que será a civiltà solare — uma “civilização do sol” que restabelecerá a Tradição. A Itália, sendo na sua opinião uma terra de síntese ou mistura de paganismo Nórdico e Mediterrânico, tinha potencial para liderar o processo que levará a essa nova “civilização solar”.
Os Guelfos e os Gibelinos constituíam facções políticas que, a partir do século XII, estiveram em luta na Itália, especialmente em Florença. Os conflitos se intensificaram sobretudo a partir do século XIII
Na origem tratava-se de uma disputa entre os partidários do Papado (os guelfos) e os partidários do Império (os gibelinos).
As denominações "guelfos" e "gibelinos" originaram-se após a morte de Henrique V, Sacro Imperador Romano-Germânico (1125), sem deixar herdeiros diretos. Criou-se então um conflito na disputa pela sucessão do Império. Os guelfos e o Papa apoiavam a casa da Baviera e Saxônia dos Welfen (de onde provém a palavra guelfo), enquanto os gibelinos eram partidários da casa da Suábia dos Hohenstaufen, senhores do castelo de Waiblingen (de onde provém a palavra gibelino).
No interior das cidades, a mesma dicotomia se reproduziu, mas acabou perdendo o significado tradicional da luta politica entre o Papado e Império, para transformar-se em luta entre as facções da população, pelo domínio da cidade. Para aumentar sua força, as cidades, tanto guelfas quanto gibelinas, reuniam-se em ligas opostas.
Disso resultou o fortalecimento dos guelfos, que predominaram na Península Itálica, apoiados militarmente tanto pelo Rei de Nápoles, Carlos I da Sicília, como pelos vários Papas. Assim, os guelfos chegam a se reapoderar de Florença, a partir de 1269, quando derrotam os gibelinos de Sien
QUESTÃO: Quem fez a cabeça (influenciou) Julius Evola?
RESPOSTA: Otto Weininger (anti-semita), Michelstaedter (niilista que suicidou-se aos 23 anos), Rudolf Steiner (criador da Antroposofia, precursora da Nova Era) e Nietzsche (notório anti-cristão)
QUESTÃO: Quem foi influenciado por Julius Evola?
RESPOSTA: Alexandr Dugin, neo-fascistas, neo-nazistas e discípulos de Rafael Daher.
Vá que você, sr. "Zé Maria do B" (pelo menos esse é o nome que está no seu perfil), não seja um fake, como diria aquele cara do Pãnico: "e aí, mano?". Em que isso invalidaria os argumentos sobre Evola e sobre os gibelinos?? O sr. corrigiria alguma coisa ou só quis encher o meu saco com seus comentários unilineares? Por favor, a palavra é sua...