No dia 19 de setembro retorna à cidade do Rio de Janeiro a celebração da Missa Tridentina, popularmente conhecida como a “missa em latim”. Caída em desuso após a reforma litúrgica dos anos 60, a Missa Gregoriana é pouco conhecida atualmente, mas, pelo menos uma vez ao ano, não deixou de ser celebrada no Outeiro da Glória.
O retorno da Missa Tridentina ao Rio surgiu a partir de um pedido do Arcebispo Dom Orani João Tempesta. A iniciativa também vem ao encontro das diretrizes do Papa Bento XVI, que há três anos publicou um “motu proprio”, uma espécie de “decreto autônomo” liberando e incentivando o uso da Liturgia Tradicional em todo o mundo.
O Capelão da Irmandade de Nossa Senhora da Glória do Outeiro, Monsenhor Sergio Costa Couto está ajudando o Arcebispo na tarefa de implementar a Missa. Ele explicou que, a partir do decreto do Papa João Paulo II, todo sacerdote de rito latino pode celebrar essa missa na forma antiga, como está no manual de 1963, feito pelo Papa João XXIII.
- Essa missa é celebrada em latim, podendo, eventualmente, fazer as leituras em português. Percebe-se que há uma demanda muito grande de pessoas afeiçoadas às práticas tradicionais, explicou.
Ele contou que fiéis desvinculados da linha pastoral moderna, que predomina no ambiente católico atual, buscam a missa em latim. Curiosamente, esta parcela de fiéis é composta, em sua maioria, por jovens entre 20 e 30 anos, que já nasceram sob a vigência da missa reformada, mas conheceram e simpatizaram com esta forma de Liturgia Tradicional.
Ele acrescentou que as diferenças entre a antiga e a nova liturgia vão muito além do idioma, envolvem as fórmulas, as orações, os gestos, a postura do padre (de costas para a assembléia), os cantos.
O retorno da Missa Tridentina ao Rio surgiu a partir de um pedido do Arcebispo Dom Orani João Tempesta. A iniciativa também vem ao encontro das diretrizes do Papa Bento XVI, que há três anos publicou um “motu proprio”, uma espécie de “decreto autônomo” liberando e incentivando o uso da Liturgia Tradicional em todo o mundo.
O Capelão da Irmandade de Nossa Senhora da Glória do Outeiro, Monsenhor Sergio Costa Couto está ajudando o Arcebispo na tarefa de implementar a Missa. Ele explicou que, a partir do decreto do Papa João Paulo II, todo sacerdote de rito latino pode celebrar essa missa na forma antiga, como está no manual de 1963, feito pelo Papa João XXIII.
- Essa missa é celebrada em latim, podendo, eventualmente, fazer as leituras em português. Percebe-se que há uma demanda muito grande de pessoas afeiçoadas às práticas tradicionais, explicou.
Ele contou que fiéis desvinculados da linha pastoral moderna, que predomina no ambiente católico atual, buscam a missa em latim. Curiosamente, esta parcela de fiéis é composta, em sua maioria, por jovens entre 20 e 30 anos, que já nasceram sob a vigência da missa reformada, mas conheceram e simpatizaram com esta forma de Liturgia Tradicional.
Ele acrescentou que as diferenças entre a antiga e a nova liturgia vão muito além do idioma, envolvem as fórmulas, as orações, os gestos, a postura do padre (de costas para a assembléia), os cantos.