Todos se cansaram de Constantino nesta comunidade. Mas, isso não importa pra ele, nem pra ninguém. Afinal, vencemos a nossa própria impaciência para discutir o que achamos importante. Por isso, estamos aqui.
Cansados, não pelo fato de você ser ateu. Isso nunca seria um problema. O problema é você emitir opiniões e ofensas tão categóricas sobre um assunto sobre o qual você não tem o mínimo conhecimento, não tem o mínimo domínio.
Não estou dizendo isso sozinho. Nem apoiado por nenhum fanático.
Estou apoiado na opinião dos próprios ateus que participam da comunidade.
Segundo os ateus da comunidade, que começaram esta polêmica te apoiando, você "fracassou miseravelmente" na defesa de uma "racionalidade" não-religiosa.
Fracassou em todos os debates com qualquer uma das olavetes, e depois com os próprios ateus. Foi horrível.
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Agora, você parou de falar no assunto, sobre o qual não tem mais condições de emitir uma única palavra, sem parecer ridículo tanto aos cristãos quanto aos ateus, envergonhando mais a estes do que àqueles, e passou a ofender o Olavo de Carvalho, acusando-nos de fanáticos por eles, uma espécie de 'seita' seguidora do Olavo.
Iniciou uma campanha difamatória que ultrapassou os limites do seu próprio sites, e invdiu vários outros sites, blogs e comunidades do Orkut. Parece que tem sido ovacionado na comunidade "Olavo nos odeia".
Olavo de Carvalho pode, mesmo, ter o hábito de, durante debates, além de mostrar as suas idéias e pontos de vista, xingar o debatedor.
Muitas vezes, o xingamento é merecido (como foi no seu caso, que ofendeu cristãos e judeus).
Porém, esse hábito pode gerar sérios problemas para uma pessoa, principalmente no Brasil, país do "homem cordial", de Buarque de Holanda. Ele sabe, e vem sofrendo as consequêncis disso há muito tempo (como você também sofre).
Como Olavo defende fortemente seus pontos de vista, e esses pontos de vista são contrários à intelligentsia vigente no país, ele já perdeu vários empregos que possuía em jornais e periódicos brasileiros, e tem as portas fechadas na quase totalidade dos canais de imprensa e universidade nacionais.
Mas, você também, Rodrigo Constantino, tem sofrido com isso! Por defender as idéias que defende, e não porque gosta de xingar ou não quem conversa com você, você também tem as portas fechadas na quase totalidade dos canais de imprensa e universitários brasileiros. Não importa o quão "cordial" ou "educado" você seja.
Isso diminui o mérito ou o conhecimento de qualquer um dos dois?
Chega a ser um motivo de descrédito o Olavo ter sido expulso de qualquer ring de internet (mesmo que seja o ring 'liberal" - fiquei sabendo disso por você)?
Não condenaremos o Olavo de Carvalho só porque ele te xingou, ou xingou qualquer outra pessoa. Não deixaremos de ler os textos dele por causa disso, nem deixaremos de aproveitar do muito que ele sabe e tem a ensinar porque ele te xingou. E isso não é fanatismo. Ou então você também não deveria ler Voltaire.
Você começou com uma intriga, tentando criar um "racha" na direita brasileira, ainda tão incipiente e frágil. Uma divisão com a qual a maioria aqui não concorda, e que a direita e o anti-petismo, tão necessários no Brasil atual, não precisam no momento.
Você falou besteira até não mais poder, e mesmo assim muita gente não vai condená-lo totalmente, nem deixar de, de vez em quando, dar uma passada no seu blog.
Mas, quanto a essa sua campanha difamatória, em vários sites, contra Olavo de Carvalho...
Olavo enfrenta campanhas difamatórias da esquerda brasileira. Muito mais pesadas, feitas por pessoas mais preparadas e profissionalizadas para isso, e com muito mais dinheiro.
É bom que veja a quem você está se aliando. Ou podem começar a desconfiar das sua intenções e dos seus motivos. Eu não desconfio. Mas, sou cristão. Por isso, além de perdoar com facilidade, não costumo ver 'interesses materiais' em tudo.
O que você ganha com isso? O que a direita brasileira ganha com isso? Quanto o liberalismo pode caminhar, no Brasil, com as atitudes que você tem tomado?
Acima de tudo, quem tem ganhado com elas, até agora?
Por outro lado, é superlativamente cínica e de má fé a exigência de “argumentos” por parte de gente que sempre respondeu aos meus mediante a mais sórdida e persistente campanha de difamação de que algum jornalista brasileiro já foi vítima ao longo de toda a história nacional. Insultos a mim e à minha família, ameaças de morte, imputações criminais escabrosas, boicotes profissionais ostensivos não contentaram a sanha dessas criaturas, que em seguida se esmeraram em distribuir pela internet mensagens falsas em meu nome, com conteúdo racista e nazista, e em criar sites inteiros, com conteúdo forjado, para impingir ao público a farsa de um Olavo de Carvalho moldado à imagem e semelhança do ódio e do temor irracionais que o personagem real lhes inspira.
Só de cartas que sugerem, pedem, imploram ou exigem sumariamente a minha exclusão da mídia, tenho as cópias de várias dezenas – amostragem modesta do que circulou pelas redações. Como posso crer que tantos sujeitos empenhados em tapar minha boca estejam ao mesmo tempo ansiosos para ouvir meus argumentos?
Quem tem o direito de cobrar argumentos sou eu e não eles, como bem lembra Guilherme Afif Domingos no prefácio à antologia de meus artigos que está para ser publicada como edição especial do Diário do Comércio. Mas quem, na esquerda supostamente letrada, vai querer discutir comigo? Todos os que o tentaram se saíram muito mal. Seus descendentes aprenderam a lição. Ao primeiro sinal de um confronto, fogem esbaforidos, de medo de que sua vacuidade mental, desprovida das defesas do cargo e da claque, seja exposta à plena luz do dia. Preferem ir fazer fofocas bem longe de mim, protegidos em suas salas de aula, ante alunos previamente vacinados contra a tentação de me dar ouvidos. Aí sim, deitam e rolam, dizem de mim o que querem, fazem piadas, contam garganta e me derrotam em mil e um embates imaginários.
Os exemplos de baixeza, de covardia, de mendacidade grupal organizada que vi desde a primeira edição de O Imbecil Coletivo (1996) são uma amostragem sociológica mais que suficiente do perfil moral médio do esquerdismo falante.
Antes disso eu já conhecia, é claro, o poder da máquina de difamação esquerdista. Sabia o que ela tinha feito com Gilberto Freyre, com Otto Maria Carpeaux, com Gustavo Corção, com Georges Bernanos, com José Osvaldo de Meira Penna, com Antonio Olinto, com Roberto Campos – com um punhado de homens ilustres. A fúria inventiva que ela mobiliza contra aqueles a quem quer destruir não tem limites. Não há mentira, não há invencionice, não há intriga, por mais rasteira e porca que seja, a que seus funcionários não recorram com a cara mais bisonha do mundo, seguros da indulgência plenária garantida pela sua superioridade moral inata, indiscutível, divina. E a tudo isso denominam "debate intelectual", desfolhando-se em chiliques de donzela ultrajada quando os chamamos de delinqüentes camuflados. Minha experiência pessoal com essa gente só veio a confirmar, com sobra de evidência, tudo o que a História me havia ensinado a seu respeito.http://www.olavodecarvalho.org/semana/070212dc.html
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Pois é, Constantino...
A quem você vem se aliando?
Ah, mas seus motivos são diferentes dos deles, talvez? O que isso importa?