Assistência social britânica paga para que deficientes tenham acesso a prostitutas e lap dance sob política do governo trabalhista
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Hilary White
LONDRES, Inglaterra, 18 de agosto de 2010 (Notícias Pró-Família) — O sistema de assistência social britânico está sendo muito criticado depois que foi revelado na semana passada que um homem mentalmente deficiente tem de receber os serviços de uma prostituta à custa do dinheiro público. O jornal Sunday Telegraph revelou que a viagem é parte de um programa nacional de assistência instituído pelo governo trabalhista anterior que também fornecia o pagamento para pessoas deficientes terem acesso a clubes de lap dance, feriados no exterior e assinaturas de serviços de namoro via internet.
O assistente social do homem anônimo, que falou na condição de anonimato, defendeu a decisão, dizendo que “recusar oferecer a ele esse serviço seria uma violação dos direitos humanos dele”. O assistente social disse para o Telegraph que a assistência social está aí para “identificar e suprir as necessidades” de clientes, e descreveu o jovem como “irado e frustrado”.
O homem de 21 anos com problemas desenvolvimentais está com viagem marcada para a Holanda no próximo mês para visitar um prostíbulo na cidade de Amsterdã. O assistente social disse que a visita ao prostíbulo é apenas uma parte da viagem planejada. “Ele está planejando fazer mais do que apenas ter sexo — ele vai ter um feriado”, disse ele.
O homem fez dois “cursos de conscientização sexual e saúde sexual” e agora quer “testá-lo”. Ele acrescentou: “As moças de Amsterdã são muito mais protegidas do que as inglesas das ruas. Deixem que ele se divirta um pouco — é o que quero”.
“Você preferiria que pudéssemos controlar isso, guiá-lo, educá-lo, sustentá-lo e entender o processo e no final acabar satisfazendo as necessidades dele num lugar seguro e autorizado onde a felicidade e o crescimento dele como pessoa sejam a coisa mais importante?”
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Hilary White
LONDRES, Inglaterra, 18 de agosto de 2010 (Notícias Pró-Família) — O sistema de assistência social britânico está sendo muito criticado depois que foi revelado na semana passada que um homem mentalmente deficiente tem de receber os serviços de uma prostituta à custa do dinheiro público. O jornal Sunday Telegraph revelou que a viagem é parte de um programa nacional de assistência instituído pelo governo trabalhista anterior que também fornecia o pagamento para pessoas deficientes terem acesso a clubes de lap dance, feriados no exterior e assinaturas de serviços de namoro via internet.
O assistente social do homem anônimo, que falou na condição de anonimato, defendeu a decisão, dizendo que “recusar oferecer a ele esse serviço seria uma violação dos direitos humanos dele”. O assistente social disse para o Telegraph que a assistência social está aí para “identificar e suprir as necessidades” de clientes, e descreveu o jovem como “irado e frustrado”.
O homem de 21 anos com problemas desenvolvimentais está com viagem marcada para a Holanda no próximo mês para visitar um prostíbulo na cidade de Amsterdã. O assistente social disse que a visita ao prostíbulo é apenas uma parte da viagem planejada. “Ele está planejando fazer mais do que apenas ter sexo — ele vai ter um feriado”, disse ele.
O homem fez dois “cursos de conscientização sexual e saúde sexual” e agora quer “testá-lo”. Ele acrescentou: “As moças de Amsterdã são muito mais protegidas do que as inglesas das ruas. Deixem que ele se divirta um pouco — é o que quero”.
“Você preferiria que pudéssemos controlar isso, guiá-lo, educá-lo, sustentá-lo e entender o processo e no final acabar satisfazendo as necessidades dele num lugar seguro e autorizado onde a felicidade e o crescimento dele como pessoa sejam a coisa mais importante?”