PTB adia decisão sobre anistia a Roberto Jefferson
Deputado cassado em 2005 vai reavaliar proposta de indulto somente após carnaval
SÃO PAULO - O PTB vai deixar para depois do carnaval a decisão final sobre a proposta defendida pelo secretário-geral do partido, Campos Machado, de iniciar um movimento pela anistia de Roberto Jefferson (PTB-RJ), cassado em 2005 no auge do escândalo do mensalão.
O ex-deputado e presidente nacional do PTB rejeita a idéia a princípio, alegando não haver clamor social para sua anistia política. Jefferson tem dito que não quer negociar com os líderes que o cassaram, e que quer voltar ao Congresso "pela porta da frente, não pelos fundos".
Na quinta-feira, porém, durante o segundo dia do congresso nacional do partido, Campos Machado apresentou uma minuta do projeto de anistia a Jefferson.
Por mais de uma hora, os dois conversaram sobre o assunto. Diante da insistência de Campos Machado, Jefferson prometeu, segundo integrantes do partido, reavaliar a proposta e voltar a discutir o assunto após o feriado do carnaval, ainda em fevereiro.
A intenção do PTB de encabeçar movimento pela anistia de Jefferson foi antecipada pelo Estado na quarta-feira. Um dia depois, o deputado cassado rejeitou a proposta.
Jefferson chegou a telefonar para Campos Machado pedindo que o colega de partido não colocasse o assunto na pauta do encontro da legenda, que termina no sábado, em Brasília.
Em entrevista ao Estado, na quarta-feira, Jefferson avaliou que a concessão de anistia a ele ou ao ex-ministro da Casa Civil José Dirceu (PT) - também cassado em 2005 - abriria a possibilidade para que todos os demais envolvidos no escândalo do mensalão fossem absolvidos.
Deputado cassado em 2005 vai reavaliar proposta de indulto somente após carnaval
SÃO PAULO - O PTB vai deixar para depois do carnaval a decisão final sobre a proposta defendida pelo secretário-geral do partido, Campos Machado, de iniciar um movimento pela anistia de Roberto Jefferson (PTB-RJ), cassado em 2005 no auge do escândalo do mensalão.
O ex-deputado e presidente nacional do PTB rejeita a idéia a princípio, alegando não haver clamor social para sua anistia política. Jefferson tem dito que não quer negociar com os líderes que o cassaram, e que quer voltar ao Congresso "pela porta da frente, não pelos fundos".
Na quinta-feira, porém, durante o segundo dia do congresso nacional do partido, Campos Machado apresentou uma minuta do projeto de anistia a Jefferson.
Por mais de uma hora, os dois conversaram sobre o assunto. Diante da insistência de Campos Machado, Jefferson prometeu, segundo integrantes do partido, reavaliar a proposta e voltar a discutir o assunto após o feriado do carnaval, ainda em fevereiro.
A intenção do PTB de encabeçar movimento pela anistia de Jefferson foi antecipada pelo Estado na quarta-feira. Um dia depois, o deputado cassado rejeitou a proposta.
Jefferson chegou a telefonar para Campos Machado pedindo que o colega de partido não colocasse o assunto na pauta do encontro da legenda, que termina no sábado, em Brasília.
Em entrevista ao Estado, na quarta-feira, Jefferson avaliou que a concessão de anistia a ele ou ao ex-ministro da Casa Civil José Dirceu (PT) - também cassado em 2005 - abriria a possibilidade para que todos os demais envolvidos no escândalo do mensalão fossem absolvidos.