No mês que vem, tanto a Câmara quanto o Senado argentinos colocarão em pauta a discussão sobre alterações no artigo 86 do Código Penal, que trata dos casos em que o aborto é permitido no país. Atualmente, a legislação argentina permite o aborto em apenas duas situações: quando a gravidez colocar em risco a saúde ou a vida de uma mulher ou em casos de estupro envolvendo mulheres mentalmente incapacitadas.
O projeto mais ambicioso está na Câmara. Apoiado pelos parlamentares de todas as bancadas, sob o comando da deputada Juliana di Tullio, da Frente para a Vitória - coalização de pequenos partidos políticos regionais que tem o apoio do governo de Cristina Kirchner -, o texto simplesmente legaliza o aborto na Argentina, deixando a cada mulher a decisão de interromper a gravidez. A única condição imposta para a realização do aborto é que a gestação só pode ser interrompida até a 12ª semana. Ainda não há uma data marcada para que o assunto vá ao plenário, mas deputados que participaram das reuniões sobre o tema informaram que há um forte impulso para acelerar a discussão na Câmara.
http://operamundi.uol.com.br/noticias/ARGENTINA+SE+P…O_6574.shtml
Lá a revolução está bem mais acelarada ...
O projeto mais ambicioso está na Câmara. Apoiado pelos parlamentares de todas as bancadas, sob o comando da deputada Juliana di Tullio, da Frente para a Vitória - coalização de pequenos partidos políticos regionais que tem o apoio do governo de Cristina Kirchner -, o texto simplesmente legaliza o aborto na Argentina, deixando a cada mulher a decisão de interromper a gravidez. A única condição imposta para a realização do aborto é que a gestação só pode ser interrompida até a 12ª semana. Ainda não há uma data marcada para que o assunto vá ao plenário, mas deputados que participaram das reuniões sobre o tema informaram que há um forte impulso para acelerar a discussão na Câmara.
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Lá a revolução está bem mais acelarada ...