24.09.2010 – SÃO PAULO- O Bispo Emérito de Anápolis Dom Manoel Pestana Filho em uma carta a José Serra, na qual critica o candidato do PSDB por ter favorecido o aborto quando foi Ministro da Saúde, denuncia também a política “furiosamente abortista” e “desabridamente amoral” do Partido dos Trabalhadores da candidata Dilma Rousseff afirmando que se for eleita, seria uma “catástrofe incontrolável”.
O Bispo expressa que as raízes cristãs de Serra não o deixarão “ir tão longe e tão fundo” quando se trata de atentar contra a vida dos não-nascidos. Dom Pestana acredita que há esperança de “conversão” para esse candidato em relação às suas posturas frente à vida, esperança que simplesmente não existe para Dilma e Lula, afirma o prelado.
Na missiva enviada por Dom Pestana a José Serra o prelado afirma ter conhecido o candidato “jovem ainda, simpatizante da JUC (Juventude Universitária Católica), num encontro em SP. Parecia-me inclinado à esquerda, um pouco deslumbrado, mas confiável. Acima de tudo com raízes cristãs”.
“Mais tarde- continua Dom Pestana- encontrei-o poucas vezes, antes de vê-lo em Brasília, no Ministério da Saúde, quando protestava contra a sua Portaria que abria a porta ao aborto “legal”.
Pudemos nos ver em Anápolis, na inauguração da Universidade de Goiás, quando ameaçou, em alta voz, prender o Pe. Lodi (conhecido sacerdote pró-vida) na sua campanha heróica”.
“Agora estamos diante de uma encruzilhada trágica, entre o PT, furiosamente abortista e desabridamente amoral, e a sua posição também sanguinária, mas por enquanto mais comedida, porque creio que a sua história e as suas raízes não o deixarão ir tão longe e tão fundo”, afirmou Dom Pestana.
“Agora não se trata de escolher o menor mal, mas entre uma catástrofe incontrolável e um incêndio limitado”. Assim o bispo expressa sua esperança de que o candidato José Serra “se converta porque com Dilma e Lula não creio haver a mínima esperança de conversão”, referindo-se às posturas destes políticos em relação à defesa da vida.
O Bispo expressa que as raízes cristãs de Serra não o deixarão “ir tão longe e tão fundo” quando se trata de atentar contra a vida dos não-nascidos. Dom Pestana acredita que há esperança de “conversão” para esse candidato em relação às suas posturas frente à vida, esperança que simplesmente não existe para Dilma e Lula, afirma o prelado.
Na missiva enviada por Dom Pestana a José Serra o prelado afirma ter conhecido o candidato “jovem ainda, simpatizante da JUC (Juventude Universitária Católica), num encontro em SP. Parecia-me inclinado à esquerda, um pouco deslumbrado, mas confiável. Acima de tudo com raízes cristãs”.
“Mais tarde- continua Dom Pestana- encontrei-o poucas vezes, antes de vê-lo em Brasília, no Ministério da Saúde, quando protestava contra a sua Portaria que abria a porta ao aborto “legal”.
Pudemos nos ver em Anápolis, na inauguração da Universidade de Goiás, quando ameaçou, em alta voz, prender o Pe. Lodi (conhecido sacerdote pró-vida) na sua campanha heróica”.
“Agora estamos diante de uma encruzilhada trágica, entre o PT, furiosamente abortista e desabridamente amoral, e a sua posição também sanguinária, mas por enquanto mais comedida, porque creio que a sua história e as suas raízes não o deixarão ir tão longe e tão fundo”, afirmou Dom Pestana.
“Agora não se trata de escolher o menor mal, mas entre uma catástrofe incontrolável e um incêndio limitado”. Assim o bispo expressa sua esperança de que o candidato José Serra “se converta porque com Dilma e Lula não creio haver a mínima esperança de conversão”, referindo-se às posturas destes políticos em relação à defesa da vida.