Vejam isso:
http://www.livrariasaraiva.com.br/produto/3079213/fe…PAC_ID=32938Fé Além do Ressentimento - Fragmentos Católicos em Voz Gay
Uma releitura assombrosamente original da fé católica, feita por um dos mais lúcidos e estimulantes teólogos de língua inglesa da atualidade. Amplamente aclamado por seu trabalho, James Alison examina os temas fundamentais da teologia católica. Em "Fé Além do Ressentimento", ele nos oferece um relato do cristianismo que é tocante, libertador, profundamente pessoal e enraizado na tradição católica.
Este não é um simples livro de teologia gay, é um livro de teologia católica em uma perspectiva gay, mas que se abre tanto àqueles que não são gays como também àqueles que não são católicos.
Que merda de livro é esse que a É Realizações lançou??????????
A "É realizações" faz parte do lixo desse mundo que jaz no maligno...
Dá vontade de ir lá na lojinha deles na Vila Mariana e perguntar: "QUE PORRA É ESSA???"
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Os padres, na maioria, são heterossexuais e castos. Pois bem, James Alison, sendo padre, é homossexual e casto. O fato de ter sentido atração por homens não quer dizer que tenha se deitado com eles, ou mesmo que incentive o sexo entre homens. Eu folheei o livro e parece ser muito sério o esforço de conciliar suas tendências homossexuais com a teologia católica (assim como há quem que, tendo tendência para o alcoolismo ou outra coisa qualquer, procure conciliá-la com a Igreja). Lerei assim que puder.
Perderam a noção de limite.
Não, João, não me entreguei. Até onde sei sou heterossexual. Aliás, só para constar, a semana que vem me casarei.
O que eu quis dizer com 'lerei assim que puder' é que prefiro ler algo antes de fazer um julgamento. Todos aqui do tópico julgaram o livro sem o ler. Vocês conseguem imaginar o drama da pessoa que é homossexual sabendo que a atividade homossexual é pecado, e ao mesmo tempo, não querendo pecar? Ou que é possível ser homossexual e casto? Ou acham mesmo que o pessoal da É Realizações - que, nos últimos anos, tem publicado tanta coisa importante para a direita conservadora - não sabe distinguir um material sério sobre o assunto de outro que seja propaganda gayzista?
Olhe, se o cara sente atração por homens, mas consegue dominar seus impulsos e reprimir esta coisa, ótimo! Maravilha! Parabéns pra ele! (Se bem que ele não faz esforço maior do que os padres normais que conseguem dominar sua atração por mulheres!...)
Mas não precisa lançar um livro desses e chamar essa merda de "teologia católica em perspectiva gay"!!!!! Pega muito mal essa merda, caramba!!!
Que merda!!!!!
Tá parecendo até que a É Realizações tá virando a Paulus ou a Loyola (dos jesuítas)!!!!! Outro dia eu tava navegando na livraria online da Loyola e achei lá livros de esoterismo, o Kama Sutra, e o escambau!!!!
Pensei que o Olavo era quem determinava o que sai naquela É Realizações!?????...
É o fim do mundo mesmo, não tem mais nenhuma editora séria nessa droga de país!...
Não é o fim do mundo. A É Realizações ainda é uma das poucas editoras que lança produtos de qualidade no mercado. Se lançou esse livros significa que há público para ele. Precisamos manifestar nosso interesse por livros de direita/conservadores, assim, para atender à demanda, a editora os publicará.
É possível que o título seja só para causar impacto, mas que soa mal, soa.
Me fez lembrar dos comentários do Olavo sobre o grupo de homossexuais conservadores dos EUA, em um TO recente.
São coisas cujo erro já está expresso desde o título.
O livro é apresentado pelo teólogo da libertação João Batista Libânio, inimigo declarado do Sagrado Magistério e da hierarquia da Igreja (ou do que ele chama de “máquina eclesiástica” ou “aparato eclesiástico”...):
http://www.erealizacoes.com.br/livros/fe-alem-do-res…sentacao.asp
trecho:
O discurso eclesiástico, que considera algum grupo de pessoa como “os outros”, separando-os do corpo eclesial, gera vítimas. Deus criador de todos, a quem ama incondicionalmente e que nos fala como a irmãos em seu Filho Jesus, refuga os mecanismos geradores da exclusão em nome da inclusão querida por ele. Alison chega a afirmar que “o que é pecado é a própria participação no mecanismo de exclusão, e não o defeito que provoca essa exclusão”. Nessa dinâmica se situa o livro. O subtítulo fala de fragmentos católicos. Sinaliza a natureza das considerações expostas. Alison considera que corresponde à teologia do atual milênio um caráter fragmentário. Os sistemas poderosos, bem construídos e fechados, cederão espaço a estudos a partir de óticas muito diferenciadas. [...] Em voz gay” oferece a maior originalidade e coragem da obra. Quando a teologia da libertação levantou a pretensão de produzir uma teologia diferente da teologia europeia, até então considerada “a teologia”, houve mal-estar, que perdura até hoje, em círculos acadêmicos e eclesiásticos. Alison ousa mais. Escolhe a voz gay para ler textos e passagens bíblicas, para analisar situações concretas. Enfrenta a posição moral tradicional da ordem da criação, que exclui todo comportamento que a contrarie como heterodoxo em nome de outra compreensão de Deus e da criação em Cristo.
Marcus,
Talvez você tenha razão. Talvez eu esteja exagerando mesmo. A É Realizações já publicou muitíssima coisa boa e, espero, deve continuar publicando obras de qualidade.
Mas se o livro contradiz o ensinamento cristão tradicional sobre o homossexualismo, isso já é motivo suficiente para protesto sim! É óbvio que a editora tem o direito de publicar o que ela quiser, mas seus clientes fiéis geralmente esperam que ela mantenha um mínimo de coerência com os princípios apregoados pelo Prof. Olavo de Carvalho, que é tido como líder intelectual por muitos cristãos tradicionais. Sou um cliente fiel (tanto que tempos atrás o Centro de Ciências Humanas da minha universidade estava fazendo pedidos de livros que os alunos achassem importantes e que não tínhamos na biblioteca, e eu pedi vários da É Realizações e a universidade comprou.) e, portanto, considero justo o meu protesto!
Nunca é demais lembrar que um cesto de maçãs podres começa a apodrecer com uma só!... E se esse livro vender bem, quem sabe qual será a próxima pérola gayzista que vão publicar?... Se os católicos tivessem protestado quando a Loyola e a Paulus começaram a publicar merda, hoje essas editoras não estariam oferecendo o exato oposto do que era de se esperar de editoras católicas!
Para uma editora que pertence a um filósofo que vem protestando há anos contra os discursos gayzistas e as distorções teológicas em geral, essa publicação é, no mínimo, estranha.
Schmitt,Se lançou esse livro significa que há público para ele.
Mas que nobre critério editorial esse, não?...