Um partido que, em vez de declarar sinceramente a que veio, sempre entra em campo com duas alas, uma “radical” para assustar o público, outra “moderada” para acalmá-lo e recolher os lucros eleitorais do alívio (recompensando em seguida os serviços da primeira com uma pletora de verbas públicas), não é, com toda a evidência, um partido como os outros, um partido normal e legítimo: é uma máquina de engenharia social montada para ludibriar, manipular e controlar. Mas o Brasil já se acostumou tanto à alternância pavloviano-petista de choques e queijos (ou pauladas e cenouras, como dizia Bismarck), que já nem repara na diferença entre a política eleitoral sadia e a “estratégia das tesouras” – invenção de Lênin, como o centralismo democrático.”
Não pode. O povo brasileiro não pode ouvir isso (Lula dizer que o DEM deve ser extirpado) e não reclamar. E se uma pessoa da imprensa reclamar vem um idiota dizer que a imprensa é golpista. Golpista é dizer que precisa destruir um partido político que existe legalmente. O presidente da República não tem o direito de dizer isso”
[Caetano Veloso]
“O pior é que tudo isso (o PNDH3) é uma escarrada repetição da Constituição Venezuelana. Em outras palavras, é o regime marxista que temos na Venezuela que nossos aprendizes de ditadores, aprendizes de revolução chavóide [Hugo Chávez, presidente da Venezuela] estão pretendendo colocar no Brasil. O que se pretende é dar um novo status jurídico ao Brasil, a caminho da ditadura, em que o Poder Executivo é tudo e os outros poderes são nada”
[Ives Gandra Martins]
“O Brasil pode caminhar para uma ditadura civil. A liberdade de imprensa é a razão de ser de uma democracia”
[Hélio Bicudo]
“Estamos em um momento perigoso, à beira de uma ditadura populista”
[Miguel Reale Júnior]
“O Governo Lula apresenta faces autoritárias. Não há mal causado ao Brasil pela imprensa. Só o bem. Governantes e parlamentares perderam o mandato por causa das notícias divulgadas pela imprensa. Foi assim nos casos Collor, dos anões do Orçamento, dos sanguesugas e do mensalão”
[Miro Teixeira]
“Dilma Rousseff quis acabar com a ditadura militar e instalar a ditadura comunista”
[Fernando Gabeira]
“Lula, não é um caso de análise politica e sim de um tratamento psiquiátrico. A ditadura, que já começa matreiramente, a instalar-se no país é, em verdade, um projeto duradouro de permanencia no poder, sem uma ideologia que almeje um Brasil realmente de todos os brasileiros”
[Carlos Vereza]
“O Lula é, de fato, uma pessoa desonesta. Um demagogo. E isso é perigoso. Está arrastando o país para posições que são realmente inacreditáveis”
[Ferreira Gullar]
Num momento em que o governo do presidente Lula se dedica a investidas quase diárias contra a liberdade de informação e de expressão e critica a imprensa por divulgar notícias sobre irregularidades na Casa Civil, um grupo de personalidades de diferentes setores - entre eles juristas, intelectuais e artistas - decidiu lançar um "Manifesto em Defesa da Democracia", cuja meta é "brecar a marcha para o autoritarismo".
Entre seus signatários estão o jurista Hélio Bicudo, o ex-presidente do Supremo Tribunal Federal Carlos Velloso, os cientistas políticos Leôncio Martins Rodrigues, José Arthur Gianotti, José Álvaro Moisés e Lourdes Sola,o poeta Ferreira Gullar, d. Paulo Evaristo Arns, os historiadores Marco Antonio Villa e Bóris Fausto, o embaixador Celso Lafer, os atores Carlos Vereza e Mauro Mendonça e a atriz Rosamaria Murtinho.
"Em uma democracia, nenhum dos poderes é soberano", diz o manifesto em sua abertura. Nos seus 14 parágrafos, ele aponta desvios e abusos do governo federal. "Hoje, no Brasil", diz o texto, "os inconformados com a democracia representativa se organizam para solapar o regime democrático."
Mais adiante, considera "inconcebível" que "uma das mais importantes democracias do mundo seja assombrada por uma forma de autoritarismo hipócrita".
(...)"
Hélio Bicudo, Miro Teixeira, Caetano Veloso, Fernando Gabeira... cada um contribuiu com o seu tijolinho pra construir esse monstrengo... ajudaram a confundir as ideias desse país e hoje estão chocados com a própria obra... ai, ai, ai...
Os imbecis criam os monstro ou o alimentam e depois ficam chocados com o resultado.
O pior é que se chocam e ficam totalmente desnorteados propondo "soluções" totalmente à parte da realidade mesma em que vivem e que foram co-autores.
Esse pessoal merece se ferrar para aprender. Espero que não precisem se ferrar, mas se tiver que ser assim para verem a própria obra... bom, quem sou eu para absolvê-los, não é?
"O governo é uma decepção. O Lula abriu a torneira de dinheiro do Planalto e agora não sabe como fechar.”
[Luciano - irmão de Zezé de Camargo]
"Lula não serve e nunca serviu para ser presidente. É otário ou canalha"
[Lobão]
"Eu torço para que tenha segundo turno. Porque o tom que Lula e Dilma estavam usando na campanha, ela insuflada por ele, era um pouco desmedido. E até irrealista. Eufórico demais. Se a eleição se definisse nesse tom, seria um sintoma de que o Brasil realmente estaria em uma regressão populista primária, que eu suponho que o Brasil não tenha mais idade para estar"
[Caetano Veloso]
"O personagem retratado pode ter pesado na decisão (do filme "Lula, o Filho do Brasil"), principalmente para os votantes americanos que não estão acompanhando este patético final de carreira do presidente Lula"
[Fernando Meirelles]
"Lula é o novo Herodes"
[CNBB]
"Lula vai querer discutir com o Homem lá de cima. Os caras ficaram com medo de combater o Lula. O problema do Lula, hoje, com toda a sinceridade, o grande problema, é o pecado capital: a soberba"
[Pedro Simon]
"A história se encarregará de colocá-lo em seu lugar. Não é um democrata"
[Guillermo Fariñas - dissidente cubano]
Eu so destaquei gente que não é de direita, mas que, agora, começa a perceber que o que está acontecendo não nenhuma "teoria da conspiração"; estamos rumando para uma ditadura.
Muitos dos que destaquei também não são dignos de serem levados a sério. No entanto, na nossa "democracia", infelizmente, dependemos da quantidade de gente que palhaços e alienados são capazes de influenciar; a maioria dos "nossos" formadores de opinião são medíocres.
Entre os quase sessenta mil signatários do "Manifesto em Defesa da Democracia" há, decerto, um bom contingente de cidadãos - nos quais me incluo - que jamais se deixaram enganar pelo "novo paradigma" imposto à política brasileira desde a ascensão das esquerdas ao primeiro plano do espetáculo nacional. Mas há também uma parcela de celebridades da mídia, do show business, da política e do mundo empresarial, das quais não se pode dizer o mesmo. O próprio site do Manifesto incumbe-se de distinguir os dois grupos, reunindo o segundo nos links "Assinaturas em destaque" e "Artigos em destaque" .
Significativamente, a quase totalidade dos nomes aí "destacados" são de pessoas que integram uma das seguintes categorias:
(1) Contribuíram ativa e entusiasticamente para a criação do monstro petista e até hoje não lhe fazem restrições - quando as fazem - senão limitadas e pontuais.
(2) Sem ser petistas ou simpatizantes, julgaram a ascensão do PT um fenômeno positivo para a democracia e a defenderam galhardamente contra quem quer que, com base na leitura dos próprios documentos internos do partido, advertisse que se tratava de uma organização revolucionária de alta periculosidade.
(3) Fizeram tudo o que podiam para bloquear ou inibir a divulgação da existência e das atividades do Foro de São Paulo, entidade com que o PT salvou e restaurou o movimento comunista latino-americano, ameaçado de extinção no começo da década de 90.
(4) Repetidamente denunciaram toda veleidade de anticomunismo como uma ameaça temível e um abuso inaceitável, ajudando a criar assim a atmosfera de hegemonia esquerdista na qual o triunfo do PT, como personificação mais pura do esquerdismo nacional, se tornava claramente inevitável (v. meu artigo de setembro de 2004, "Assunto encerrado").
Atribuindo a esses indivíduos um lugar de relevo, o site do Manifesto dá a entender que a presença de suas assinaturas infunde no documento um valor a mais, revestindo-o de uma autoridade moral que a mera quantidade de signatários não poderia lhe conferir.
O critério de julgamento aí subentendido é, por si, toda uma lição de sociologia quanto à mentalidade daquilo que o sr. Presidente chama de "azé-lite". Basta assimilar essa lição para compreender por que o País chegou ao ponto em que se tornou necessário arrebanhar às pressas sessenta mil pessoas para defender uma democracia que, ainda meses atrás, tantas delas proclamavam firmada e consolidada - vejam vocês - pelo fato mesmo da ascensão petista.
O que os destaques do site evidenciam, desde logo, é que, no sentimento geral da "azé-lite", o mérito supremo, em política, não consiste em perceber os perigos em tempo de preveni-los, mas em recusar-se obstinadamente a enxergá-los, ou a deixar que alguém mais os enxergue, até quando já nada mais reste a fazer contra eles senão assinar um manifesto - o último recurso dos derrotados.
Com toda a evidência, as opiniões, nesse meio, não valem pelo seu coeficiente de veracidade, de oportunidade estratégica ou de eficácia preditiva, mas, justamente ao contrário, só são admitidas como dignas de alguma atenção - ainda assim parcial e seletiva - quando obtêm finalmente o nihil obstat dos últimos a saber. Um sindicato de maridos traídos não seria talvez tão lerdo e recalcitrante em tomar ciência das más notícias.
(...)"
Obrigado Ayrton, já tinha lido o artigo, mas falo do Lobão pq ele é um completo retardado, de todos deve ser o pior, ele deu uma entrevista pra Playboy no ano 2000 que naquela época já mostrava o orangal em que vivemos. Se achar ela na Web, posto aqui os trechos.
Atenção, isso que vou postar é algo REALMENTE repugnante:
PLAYBOY: O que você fazia quando criança, além de tocar bateria?
LOBÃO: Tocava punheta. Tocava bateria, tocava punheta e lia. Só.
PLAYBOY: Você levava jeito com as meninas?
LOBÃO: Ah, cara, fui muito tardio. Inclusive as minhas iniciações sexuais foram ridículas.
PLAYBOY: Conta aí.
LOBÃO: Desde a minha primeira masturbação na cruz. Tive tesão por Jesus Cristo [ri]. Tinha 6 anos de idade e foi numa Sexta-feira Santa. Fui beijar o corpo de Cristo na igreja, e, pô, aquela tanguinha, que delícia! [Risos] Meu pai tinha uma oficina e eu, diligentemente, saboreando sexualmente o trabalho, fui fabricando um crucifixo em tamanho natural para mim. Tinha dois pedaços de madeira, fui lá, pum, preguei, fiz a cruz. Botei um robe de chambre para me sentir com o sudário, simulei a via crucis, caí libidinosamente... Quando cheguei no meu quarto, botei a cruz no colchão, deitei em cima e me masturbei pela primeira vez.
Mais outra parte da entrevista do Lobão, também repugnante:
PLAYBOY: Já que você falou em incesto, vou tocar num assunto delicado, que é a a relação que você tinha com a sua mãe, que se suicidou em 1984.
LOBÃO: Minha mãe morreu e eu a enterrei com toda pompa e circunstância. Cantei o sambinha que ela precisou, dei-lhe um beijinho na testa, tampei [o caixão], preguei, vi que estava bem pregado, diga-se de passagem, e mandei-a para sete palmos abaixo da terra com muita felicidade.
PLAYBOY: Você estava farto por ela já ter tentado o suicídio tantas vezes?
LOBÃO: Tenho certa pena dela. Minha mãe foi uma mulher muito intensa, mas chegou uma hora que achei aquilo um desrespeito. Não mereço ficar passando o tempo todo por ambulância, lavagem e isso virar moeda de negociação emocional. Então, tem aquela frase em inglês: "You've got to be cruel to be kind". Tive que ser um pouco cruel. Falei: "Agora você vai morrer, quero ver você morta. Você tem que ser profissa [profissional]. Tá muito amador isso".
QUEM: Já que você gosta de uma boa polêmica, deve ter acompanhado o caso da excomunhão dos médicos que fizeram aborto na menina de 9 anos, violentada pelo padrasto. O que achou da decisão do arcebispo?
OP: É um absurdo o que esse arcebispo (dom José Cardoso Sobrinho, arcebispo de Recife e Olinda) andou falando. Se ele aparecer agora aqui, na minha frente, eu cuspo na cara dele. O papa deveria mandá-lo para bem longe. Sabe quem sai ganhando com tudo isso? A Igreja Universal. Os evangélicos devem estar com um sorriso de orelha a orelha. Por favor, publique isso. Pode pôr fogo nessa polêmica, não quero mais uma entrevistinha. Vamos incendiar isso!