Valor Econômico faz reportagem sobre Ricardo Salles (25200) -
O advogado Ricardo Salles, 35 anos, se diz o único candidato assumidamente de direita do país. Salles quer uma vaga na Assembleia Legislativa de São Paulo e defende, prioritariamente, a participação zero do Estado na economia. Ser de direita, segundo o candidato, é, antes de tudo, se opor ao que a esquerda defende. “A esquerda é contra as privatizações, a iniciativa privada, o livre mercado; nós somos a favor. Ela é contra as liberdades individuais em prol de um abstrato interesse coletivo; nós defendemos as liberdades individuais”, diz Salles, sócio de um escritório de advocacia que atua na área do direito concorrencial em causas que tramitam no Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).
Oposicionista ferrenho do PT e do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Salles tem publicado anúncios aos domingos em jornais de grande circulação de São Paulo de sua candidatura sob o título “Chega de PT!”. O objetivo é atrair a classe média, espremida entre os beneficiários do Bolsa Família e “a elite que recebeu empréstimos subsidiados do BNDES”. Sobre os juros altos adotados pelo Banco Central, diz que a classe média também tem obtido vantagem com as taxas elevadas. “Uma pessoa de classe média, se tiver R$ 1 mil aplicado em título do governo, também está se beneficiando”, afirma.
De família paulistana de advogados, Salles estudou em colégio católico, fez administração no Mackenzie e pós-graduação da Fundação Getúlio Vargas. Mora desde que nasceu no Morumbi. É na zona sul de São Paulo que concentra sua campanha. Também tem visitado cidades do interior como Ribeirão Preto, Barretos e Araçatuba. “Temos três públicos-alvo: agronegócio, associações comerciais e OAB”, afirma.
O advogado Ricardo Salles, 35 anos, se diz o único candidato assumidamente de direita do país. Salles quer uma vaga na Assembleia Legislativa de São Paulo e defende, prioritariamente, a participação zero do Estado na economia. Ser de direita, segundo o candidato, é, antes de tudo, se opor ao que a esquerda defende. “A esquerda é contra as privatizações, a iniciativa privada, o livre mercado; nós somos a favor. Ela é contra as liberdades individuais em prol de um abstrato interesse coletivo; nós defendemos as liberdades individuais”, diz Salles, sócio de um escritório de advocacia que atua na área do direito concorrencial em causas que tramitam no Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).
Oposicionista ferrenho do PT e do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Salles tem publicado anúncios aos domingos em jornais de grande circulação de São Paulo de sua candidatura sob o título “Chega de PT!”. O objetivo é atrair a classe média, espremida entre os beneficiários do Bolsa Família e “a elite que recebeu empréstimos subsidiados do BNDES”. Sobre os juros altos adotados pelo Banco Central, diz que a classe média também tem obtido vantagem com as taxas elevadas. “Uma pessoa de classe média, se tiver R$ 1 mil aplicado em título do governo, também está se beneficiando”, afirma.
De família paulistana de advogados, Salles estudou em colégio católico, fez administração no Mackenzie e pós-graduação da Fundação Getúlio Vargas. Mora desde que nasceu no Morumbi. É na zona sul de São Paulo que concentra sua campanha. Também tem visitado cidades do interior como Ribeirão Preto, Barretos e Araçatuba. “Temos três públicos-alvo: agronegócio, associações comerciais e OAB”, afirma.