Os candidatos a vice-presidente da República participaram, esta semana, de um debate promovido pelo jornal O Estado de São Paulo e concordaram sobre vários temas polêmicos como aborto e união estável homossexual. Estiveram no debate Guilherme Leal (PV), vice de Marina Silva (PV); Indio da Costa (DEM), vice de José Serra (PSDB); e Michel Temer (PMDB), vice de Dilma Rousseff (PT).
A união estável de pessoas do mesmo sexo, por exemplo, conseguiu ser uma unanimidade entre os três debatedores. “Não há divergência entre nós”, disse Michel Temer depois de ouvir as falas dos adversários. “Hoje, se os dois contribuem com a casa, mas o imóvel está no nome de apenas um, a pessoa morre e aquilo fica para o Estado”, criticou Índio da Costa.
Outro tema que uniu os debatedores foi o aborto. Nenhum deles defendeu mudanças na atual lei, que só não pune abortos em caso de estupro ou de risco de vida para a mãe. Guilherme Leal e Temer falaram que poderia ser feito um plebiscito sobre o tema.
Um tema que causou mais polêmica foi a posição dos candidatos sobre o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). Todos disseram que agirão de forma a proibir ações ilegais do movimento. No entanto, Indio da Costa colocou em dúvida a posição de Dilma.
“Ela colocou o boné do MST, confraternizou com todo o pessoal do MST. E o coordenador do MST João Pedro Stédile afirmou que seria molezinha fazer invasões num governo Dilma”, disse. Temer respondeu que um futuro governo de Dilma respeitaria os movimentos sociais, desde que eles se mantivessem dentro da lei.
esse debate ocorreu antes das eleições, e o indio se manifestou a favor do casamento gay, bom agora minha ultima esperanças de haver uma direita no brasil fracassaram, até não for organizado um novo partido esqueçam...
A união estável de pessoas do mesmo sexo, por exemplo, conseguiu ser uma unanimidade entre os três debatedores. “Não há divergência entre nós”, disse Michel Temer depois de ouvir as falas dos adversários. “Hoje, se os dois contribuem com a casa, mas o imóvel está no nome de apenas um, a pessoa morre e aquilo fica para o Estado”, criticou Índio da Costa.
Outro tema que uniu os debatedores foi o aborto. Nenhum deles defendeu mudanças na atual lei, que só não pune abortos em caso de estupro ou de risco de vida para a mãe. Guilherme Leal e Temer falaram que poderia ser feito um plebiscito sobre o tema.
Um tema que causou mais polêmica foi a posição dos candidatos sobre o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). Todos disseram que agirão de forma a proibir ações ilegais do movimento. No entanto, Indio da Costa colocou em dúvida a posição de Dilma.
“Ela colocou o boné do MST, confraternizou com todo o pessoal do MST. E o coordenador do MST João Pedro Stédile afirmou que seria molezinha fazer invasões num governo Dilma”, disse. Temer respondeu que um futuro governo de Dilma respeitaria os movimentos sociais, desde que eles se mantivessem dentro da lei.
esse debate ocorreu antes das eleições, e o indio se manifestou a favor do casamento gay, bom agora minha ultima esperanças de haver uma direita no brasil fracassaram, até não for organizado um novo partido esqueçam...