Parece que a mulher foi demitida por causa de uma coluna excessivamente petista e agora tal fato pode ser utilizado como prova de que os meios de comunicação precisam sim ser controlados.
Vejam como o fato foi noticiado no Blog do Luis Nassif.
Soube dessa historia ontem pelo Twitter. Não me cheira nada bem.
Primeiro temos que afastar a hipótese de que é mais uma calúnia dos petistas. Ela foi realmente deminitida?
Se de fato foi demitida, isso no mínimo é uma burrisse muto grande do Estadão. No mínimo. Mas a coisa toda teve um timing tão perfeito, que fico com uma pulga atrás da orelha: será que não é armação? Agora o PT vai ter mais um argumento pra querer controlar a mídia, alegando o nobre objetivo de evitar "abusos" desse tipo.
Por outro lado, se ela foi demitida por causa disso, qual é o problema? Cabe ao jornal definir a sua linha editorial. Quem não gosta, que procure outro jornal mais alinhado com suas próprias idéias para trabalhar.
No caso do Estadão, me parece que ele se posicionam como "neutros". O fato dela escrever um artigo pró-PT na véspera da eleição claramente viola o posicionamento do jornal.
Depois, lendo os comentarios no blog, alguem escreveu que ela levou uma espécie de suspensão.
E a maior parte das noticias veiculadas no google por agora estão afirmando que ela tomou censura mas não foi demitida.
Um detalhe importante que não pode ser esquecido é que o "Estado de São Paulo" explicitou, em editorial, o seu apoio ao candidato José Serra, como, aliás, a jornalista pró- Franklin Martins mesma disse.
Portanto, só mesmo um site petralha para querer transformar essa questão empregatícia num caso de "censura".
Imaginem que no NYT, que apoiou o Obama em editorial, algum colunista resolvesse levantar dúvidas quanto a nacionalidade do queniano?
Luis Nassif, a sua dívida anistiada de 1 milhão e seu salário de 30.000,00 p/ mês são incredientes de uma uma tragicomédia, cujo personagem principal é o imoral, duas caras, corrupto e mentirosíssimo Lula.
Quem escancara a preferencia é ela não o jornal, mas não creio que esse tenha sido o motivo da dispensa, essa afirmação é leviana demais, e uma empresa desse porte tem uma boa acessoria juridico-trabalhista que jamais cometeria a imbecilidade de fundamentar uma dispensa por "divergencia ideológica". O argumento é muito imbecil, infantil, creetino.
Como afirma a Dirma: "É UM FACTÓIDE"
É isso aí, sei lá o que isso quer dizer, mas é isso mesmo!
Em seu artigo, a colunista defendeu escancaradamente o governo do presidente que, através do PNDH3, tentou criar uma censura prévia governamental aos meios de comunicação; a terceira e mais maquiavélica tentativa.
Também é importante lembrar que o governo que ela defendeu com unhas e dentes em seu artigo, aliou-se aos ícones do coronelismo, a famigerada família Sarney, A QUAL CONSEGUIU CENSURAR o jornal que a remunerava e que lhe dava voz.
Além disso, Maria Lúcia, "a vítima", discorre em seu PÉSSIMO artigo, passeando pelo politicamente correto e pelo messianismo lulista, chegando ao cúmulo da hipocrisia ao defender que os eleitores de Dilma do NE teriam a mesma qualificação educacional e cultural dos eleitores do Sul e do Sudeste - o que é MENTIRA.
Já foi tarde, uma vez que os assinantes do Estadão não estão precisando ler mais nada a favor de um governo que quebrou sigilos, fez mensalão, matou prefeitos, fez o PNDH3, apóia ditadores e proto-ditadores, é duas-caras, é populista, é demagogo e é mentiroso.
Os seus coleguinhas já estão tentando arrumar um empreguinho remunerado com dinheiro público para Maria Lúcia, UM BOLSA -JORNALISTA-PETISTA.
"O Programa Bolsa Imprensa espalhou pela internet dezenas de blogs estatizados. Todos hospedam com pompas e fitas o coro dos contentes. Os patrulheiros fanáticos e os servos vocacionais que navegam pela internet devem escolher um deles para a celebração do Brasil Maravilha que Lula inventou."
Ela criticou quem critica o bolsa-família, coisa que até o Olavo em seu talkradio elogia e foi criação não do lulismo, mas do FHC... o Lulismo tentou o Fome Zero e fracassou, tentou o Meu Primeiro Emprego e fracassou , só faz glória com o louro dos outros..
Agora que os mais pobres conseguiram levantar a cabeça acima da linha da mendicância e da dependência das relações de favor que sempre caracterizaram as políticas locais pelo interior do País, dizem que votar em causa própria não vale.
A bolsa família é a instituicionalização da mendicância.. q q essa mulher tá falando?
O fome zero já nasceu como um programa fadado ao fracasso. Pela simples razão de que a fome nunca termina, ela é só saciada, mas algumas horas depois o ex esfomeado volta a ser um esfomeado.