eu to com uma postila aki , eu que aina estou no segndo grau, tem uma parte falando sobre o liberalismo , gostaria desaberse talterrecho é verdadeiro , e se nõa é , gostaria de saber o grau de mentira, se é um erro e fato , ou algo assim , eis oque o caderno diz(ensino semipresencial-ceebejas no paraná):
"o neo liberalismo consiste basicamente em: combater a inflação causando deflação, aumentar o lucro do capital,provocando desemprego em massa;reduzir os valores dos salários, aumentando a desigualdade social e, pelo nesses itens o neo liberalismo teve exito nos países"
e o liberalismo , em termos simples oque é liberalismo , dá certo? qual a teoria em poukas linhas do liberalismo? liberalismo seria de começo privatizar um monte de coisa?
Como saber que é besteira? Simples, baste responder à seguinte pergunta: O que Bill Gates ganha com o aumento do desemprego?
Nada, é claro. Para os empresários, quanto mais ricas as pessoas ficarem, melhor: pois elas comprarão ainda mais produtos dele e eles ficarão ainda mais rico.
como disse um amigo meu, tirando sarro com uns comunas: "É, esse tal mercado é um monstro que mora numa ilha remota, que acorda de mau humor e diz: ahhhhh hoje vou despedir 10.000 operários mexicanos"
Além do mais, o termo o "liberalismo causa", tanto quando "comunismo causa" é uma confusão entre sujeito lógico e sujeito gramatical.
A rigor, nem comunismo nem liberalismo causam nada, pois, por serem conceitos abstratos, não pode ser agentes sociais.
O que estes termos designam são tipos de organização social que privilegiam a ação de determinados agentes.
"Comunismo" é uma ordem social onde os principais agentes são os partidos, os governos e os movimentos sociais. "Liberalismo" é uma ordem onde os principais agentes são os consumidores - e não os empresários.
Isto está meio grosseiro, mas acho que deu para entender a idéia geral.
Pode fazer um teste, você mesmo.
Assim que ele começar a dizer o que ele, e só ele, reconhece como "argumento", você faz uma pergunta sobre o que ele estiver falando.
Qualquer pergunta que faça menção de chegar ao cerne da questão serve.
Como eu fiz num tópico que você pode ler, chamado Criando um Mundo e uma Moral. Eu não sabia, ou não tinha entendido, essa característica dele até então.
Assim que você pedir pra ele chegar ao núcleo da questão, e não ficar roendo pelas bordas,
ou assim que você pedir para ele manter a coerência entre uma coisa que ele tenha falado antes com outra que ele tenha falado depois,
ele vai simplesmente:
ou mudar de assunto,
ou não vai te responder,
ou então ele vai abrir outro tópico e seu questionamento vai para o bé-lé-léu.
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Só conheci uma pessoa tão boa nessa arte de fugir da coerência, em mudar de assunto, e em dar pitaco sobre coisas sobre as quais não tenha o mínimo conhecimento:
o nosso presidente Lula Inácio da Silva.
Como já responderam antes, o termo "Neo-liberalismo" não tem um significa claro, não chega a se um conceito. É, basicamente, um xingamento, um "rótulo odioso".
Aquilo que o pessoal chama de "neoliberalismo" no Brasil foi o governo de FHC. FHC não é liberal, e sim um social-democrata. Social-democracia é uma vertente socialista mais moderada.
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Veja o nosso país: a maioria das pessoas que se formam não procuram emprego na iniciativa privada, e muito menos formam empresas.
A grande maioria simplismente estuda para concurso público - e, portanto, vai trabalhar para o Estado.
O fato de que há mais oportunidade dentro do Estado do que fora já caracteriza nosso país como um país socialista.
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Portanto, resumindo:
O "neoliberalismo" de FHC foi o socialismo moderado que nos levou a viver, atualmente, em uma república socialista (moderada, ainda, felizmente).
O socialismo é o regime que caminha (sem nunca chegar) na abolição da propriedade privada. É o que está acontecendo na Venezuela e até mesmo em regiões da Europa.
Essa progressiva abolição da propriedade privada é que gera miséria - como podemos observar no progressivo empobrecimento da Europa, e como veremos em alguns anos, quando a Venezuela quebrar totalmente e passar a depender exclusivamente do petróleo.
Olá, Nildo
Vou ver aqui se eu consigo te ajudar com um pouquinho de história.
Antigamente, o estado era o rei. O rei intervinha na vida do estado de todas as maneiras possíveis. Se você quisesse importar um produto, tinha que pagar um imposto altíssimo, se quisesse explorar uma mina, ou vender escravos, ou abrir uma indústria, também. Além disso o poder de decisão cabia só ao rei , o povo nunca era consultado para nada. O poder do rei se baseava na autoridade da Igreja. Não havia liberdade individual, se o estado (rei) quisesse poderia desapropriar a sua casa e fim de papo. Começou a aparecer uma nova escola chamada liberalismo, que pregava que pregava novidades na área econômica. Eles , os liberais clássicos, acreditavam que o estado não deveria nunca intervir na economia, e quanto menos ele interviesse mais próspero seria o povo. Então nada de taxas alfandegárias, nem de impostos pra tudo nem regulações burocráticas. Os agentes econômicos deveriam ser LIVRES pra comprar e vender com outras nações e explrar as potencialidades econômicas daquele país da maneira que quisessem. Além disso o liberalismo trouxe uma nova postura diante da vida, recusando a autoridade do rei e da nobreza e também da Igreja. Para o liberalismo o indivíduo era sagrado em si e a propriedade privada também . E o povo era a única fonte de poder possível (voto universal).
Nasceu daí um sistema chamado de capitalismo liberal que vigorou sem questionamentos até 1929, quando a economia mundial entrou em crise e os postulados do liberalismo clássico não conseguiram resolver a questão. O liberalismo na economia foi então meio deixado de lado, e um pouco de intervenção na economia foi necessário para o fim dessa crise.
O liberalismo econômico ficou meio fora de moda até a queda do muro de Berlim. A partir de 1989 foi reeditado naquilo que ficou conhecido como o consenso de Washington. Essa reunião reeditava antigos conceitos liberais, um pouco readaptados, chamados agora de neo-liberalismo. Esse neo-liberalismo, não tinha mais nenhuma postura de vida mas se dedicava exclusivamente às questões econômicas
Os países da América latina estavam saídos de ditaduras corruptas, que normalmente gastavam muito mais do que arrecadavam com impostos, portanto os governos sempre estavam no vermelho, para isso se endividavam (dívida externa). Esses países SEMPRE possuíam muitas empresas estatais que não trabalhavam direito e davam prejuízo. Além de tudo havia a questão da inflação, que era crônica, porque os países precisavam emitir moeda para conseguir fechar as contas do dia a dia. Havia também muito pouca integração entre os países latino-americanos, você para poder exportar ou importar pagava muito caro, o que sempre é um desestímulo à produção.
O que o neo-liberlismo ditado no consenso de Washington pregava era fundamentalmente um tripé:
1- superávit primário (arrecadar mais do que gastar)
corte nos gastos públicos, demissão de funcionários desnecessários, privatização de empresas pública, terceirização de setores estratégicos, fim de subsídios públicos.
2- Política monetária austera, o que significa parar de emitir dinheiro sem lastro para poder pagar as contas.
3- Integração regional, que é incentivar o comércio entre as diversas nações principalmente diminuindo as tarifas alfandegárias que impediam o livre comércio.
Com relação ao desemprego, realmente, em um primeiro momento (curto prazo), haverá recessão e algum desemprego, já que toda a economia estava por demais atrelada à atividade do estado. Mas como “quem não morre não vê Deus” segundo o consenso de Washington, com um pouco de paciência, os fatores econômicos vão se ajustando e mais a frente (médio e longo prazo ) teremos um crescimento econômico sem inflação e com baixo desemprego. Esse difícil período de ajuste é necessário.
O neo-liberalismo prega esse receituário macoreconômico.
Espero te-lo ajudado.
Me dá uma ponta de esperança ver um aluno de ensino médio duvidar, logo tão cedo, dos materiais e professores de doutrinação marxista.
Nildo, se você tiver interesse, pesquise um pouco sobre o liberalismo da Escola Austríaca, que tem um apego muito grande, que alguns chamam de radical, à liberdade.
O que o Eduardo falou foi basicamente, se não me engano, de Keynesianismo, outra corrente de pensamento liberal.
Eu gostaria de complementar o esclarecimento do colega Ananias em alguns pontos.
O primeiro ponto é que o liberalismo ( ao contrário do socialismo) é uma ciência séria, honesta, que analisa seus erros e verifica os modelos teóricos que propõe. O liberalismo como ciência econômica é perfeito ou quase. O duro é que é uma "ciência", então não tem clichês e panfletos muito agradáveis de ouvir como o socialismo fornece aos borbotões. O socialismo é vendido como se fosse uma ciência ( e na verdade é ) mas é uma ciência podre, sem sustentação empírica e lógica. Ele te vende idéias fantásticas que nunca vão se cumprir na realidade. É um estelionato científico. O liberalismo te fornece promessas modestas que poderão se concretizar e ser verificadas no futuro.
Existem dois conceitos básicos no liberalismo. O maior importante deles é o de que a riqueza não é estática. Ela pode ser "gerada". Parece um conceito meio metafísico isso e na verdade é mesmo. Isto é muito importante e acho que é a pedra mestre do liberalismo. O socialismo vende uma idéia de que a riqueza é estática. Isso se deve ao materialismo implícito do socialismo. Nada existe além do que já existe. Nada existe além da matéria. O liberal lida com um conceito abstrato ( a criação de algo que não existia antes ) e nem sabe disso. Acho que o grande erro filosófico de alguns liberais (não são todos) é querer reduzir o liberalismo ao nível material do socialismo.
Para o liberalismo existe um mecanismo natural dentro da economia chamado "livre mercado" (Liberalismo vem de "Líber" = livre). Para o socialismo existe a sociedade. Para o liberal existe o livre mercado. O liberalismo prevê que o livre mercado é capaz de gerar sozinho a riqueza sem a necessidade de uma intervenção ou controle externo. Mais: o livre mercado se auto regula-melhor, determina melhor preços e demandas do que a intervenção governamental faz. Na verdade até mesmo o dinheiro é uma criação do livre mercado que os governos sequestraram para si. Governos só criaram uma coisa: impostos.
Mesmo que não queira, uma pessoa no livre-mercado gera riqueza e distribui essa riqueza pois ela necessita da venda de serviços/produtos de outras pessoas que para ser gerados necessitam de trabalho. Ao criar impostos e estatizar o governo tira essa possibilidade de distribuição de riqueza pois outras pessoas que poderiam estar gerando essa riqueza estão impossibilitadas de gera-la.
As empresas estatais não geram riqueza. Elas sugam riqueza do mercado pois não vivem do lucro. Não vivendo para o lucro não são cobradas em cima de resultados, são ineficientes e cobrem seus rombos com o dinheiro dos impostos ou vendendo produtos sem o preço correto regulamentado em cima do monopólio e da taxação e não do livre-mercado.
O livre-mercado possui a chamada "lei da oferta e da procura". Esse mecanismo aparentemente mágico surge das relações entre as partes que vendem produtos e serviços e as que compram. Existe duas leis muito simples: quanto maior a oferta, menores os preços de um determinado produto ou serviço. Quanto maior a procura, menores os preços de um determinado produto ou serviço.
Competição gera concorrência, que aumenta a oferta. Aumentando a oferta quem vende é automaticamente obrigado a diminuir seu preço de venda, pois senão não vende. Ou deve ser mais eficiente, oferecendo melhores produtos e melhores serviços. Essa é a mágica. O monopólio e a taxação (fixação de preços pelo governo como tarifas) destróem a capacidade do mercado de oferecer preços e serviços melhores.
Por exemplo: ao privatizar as linhas de ônibus de São Paulo a prefeitura, embora tenha passado para a iniciativa privada o serviço, continuou determinando o preço da tarifa como se ela fosse capaz de estipular isso com base numa varinha mágica. A prefeitura matou a capacidade do livre mercado de abaixar os preços das tarifas gerando monopólio dos preços. Como o serviço é privado, a culpa acaba sendo jogada em cima das companhias e do "capitalismo selvagem" que acaba virando o vilão da história.
As lotações que antes funcionavam perfeitamente dentro das regras do livre mercado cobravam preços menores (pois competiam entre si) e ofereciam um serviço de melhor qualidade, indo mais rápido que os ônibus comuns.
A visão socialista desse tipo de solução diz que as lotações estavam na "ilegalidade". O socialista acha lícito e ordeiro cobrar e exigir impostos. O imposto, para o socialista, é santo e deve ser beatificado. Socialismo está para imposto como a unha está para a carne. O imposto é tão santo para o socialista que ele consegue te convencer que o roubo é lícito. Imposto é roubo lícito. Um roubo praticado com a anuência da lei. Que direito tem o governo de passar a mão em cima daquilo que você produziu com seu esforço sem te dar nada em troca? O governo é o seu sócio invisível.
Para o socialista o legal é o governo ser seu sócio. Então as lotações foram endemonizadas e jogadas nas mãos de cooperativas "legais" que monopolizam o serviço cobrando as taxas que a prefeitura determina. Hoje as lotações cobram taxas iguais aos dos ônibus e pelo menos 100% mais caras que antes.
Outro exemplo visível do que o livre-mercado e a concorrência podem fazer para melhorar a vida das pessoas é a telefonia no Brasil. Antes os telefones estavam nas mãos de empresas estatais e somente 5% da população tinha um aparelho em casa. Muitas empresas não tinham aparelhos e tinham que alugar uma linha de terceiros para funcionar. A qualidade do serviço era péssima e os preços absurdos. Uma linha custava algo em torno de US$ 3000,00 e podia demorar até 10 anos para sair. Linhas telefônicas eram consideradas "bens de investimento" pois podiam ser compradas e revendidas mais tarde a um preço mais alto.
Com a escassez surge o "mercado negro", outra característica do socialismo. Como tudo que é tirado da livre iniciativa passa a faltar (como os telefones) surge a disponibilidade de compra em quantidade pequena no "sub-mundo" no mercado livre paralelo que é visto como "ilegal".
Com a privatização das empresas de telefonia durante o governo FHC o preço das linhas caiu abruptamente, a qualidade aumentou sensivelmente (hoje existe internet e telefonia celular via linha telefônica, algo antes impensável) e praticamente todas as pessoas no Brasil tem acesso à um celular no mínimo. Até pessoas que moram em favelas tem celular. A iniciativa privada faz melhor o que o governo promete e não cumpre. Isto deixa os socialistas doentes. Por isso as privatizações foram endemonizadas. Quer deixar um socialista doente de ódio? Mostre para ele que a iniciativa privada faz melhor aquilo que o governo promete fazer com os impostos e não faz.
Então, surge a inevitável pergunta: para quê pagar imposto? Pois é. Para o socialista este tipo de pergunta merece ser distutida com seriedade e dentro dos métodos de convencimento socialistas, se possível na base da força e da ameaça.
Outra coisa que deixa o socialista doente é a capacidade do agro-negócio colocar comida barata e de qualidade na mesa das pessoas. Pessoas satisfeitas, que não passam fome, não dependem das esmolas do governo para nada. Assim sendo a reforma agrária é uma das vigas mestre de todo bom governo socialista. A desculpa é que existe muita terra "improdutiva" nas mãos da iniciativa privada. Assim sendo essas terras tem que ser "socializadas", distribuídas entre os pobres para que possam ser trabalhadas, gerando empregos e colocando comida melhor e mais barata do que a comida gerada pela iniciativa privada gananciosa e perversa. O termo "improdutiva" desaparece tão logo essas terras são coletivizadas. Alguém já ouviu falar dos índices de produtividade das terras em posse do MST? Isso não existe. Nem sequer fotos são permitidas de muitos acampamentos. A questão é que as terras são socializadas para ficarem improdutivas mesmo, destruindo a capacidade da iniciativa privada poder trabalhar essas terras, espalhando o pânico e a incerteza entre os produtores rurais.
Desnecessário dizer que terra "improdutiva" para o MST não é aquela terra encostada, que ninguém quer trabalhar. Essa terra não interessa e o Estado tem muita terra assim. O que interessa realmente são as terras produtivas e em mãos da iniciativa privada. Como o socialista não acredita na geração da riqueza ele acha que a riqueza que o outro tem deve ser "compartilhada". Assim sendo o MST é incapaz de gerar riqueza e a sua função é consumir a riqueza dos outros espalhando a destruição como uma nuvem de gafanhotos. Como tudo de caráter socialista, o MST na verdade não é um movimento social legítimo e sim uma forma de guerrilha, uma célula de terror a serviço do poder do Estato para coibir a amedrontar a iniciativa privada. Como consequência dessa ações diabólica as terras coletivizadas são abandonadas (pois ficam inutilizadas) e outras terras produtivas são destruídas espalhando a destruição no campo. Como resultado dessa "coletivização" o preço dos alimentos sobe e a escassez começa a surgir entrando no círculo vicioso socialista.
Em países como a URSS e a China a coletivização das propriedades rurais gerou os maiores genocídeos de que se tem notícia. Na China de Mao morreram 40 milhões de fome. E na URSS de Stalin mais 40 milhões. Na URSS de Lênin, mais 20 milhões. A fome é tanta que as pessoas passam comer carne humana na escassez do alimento. Na China e na URSS as crianças órfãs serviam de alimento no desespero que a fome gerou. Isso acontece ainda hoje na Coréia do Norte Kin Jung Il. Lá as plantações foram coletivizadas pelo governo que só planta o ópio. Toda a comida da Koréia do Norte vem de doações internacionais, seja da vizinha Coréia do Sul, seja da ONU e outras entidades. O governo toma essa comida e distribui entre membros do partido que a vendem no mercado negro.
Os movimentos socialistas no campo são a arma mais perversa que o socialismo dispõe.
É bom lembrar, também, que uma característica importante dos socialistas (e facilmente notada pra quem tem algum nível de estudo) é o descaramento, que chega a um extremo em que um cidadão médio, de boa índole e inocente, não é capaz de conceber. A citação de Lenin "Acuse-os do que você faz, xingue-os do que você é." retrata bem. Então, quando os socialistas acusam o liberalismo de inúmeras contradições em suas idéias, de ser extremamente materialista, elitista, desumano, conspiratório etc, já viu, né...
então liberalismo é a grossomodo isso mesmo , a saber , imposto baixo leis sem amarras.... parece simples
e comunismo é muito imposto lei com amarras ...economicamente falando é isso...teoricamente eles iriam distribuir depois...mas isso nõa da certo...oque faz com que o liberalismo de mais certo que o socialismo? é a corrupção do comunismo ou por que é simplesmente impossivel? e por que é imposssivel?
por exemplo, entre deixar um liberal ganhar 20 reais e comer e eu sendo um governo comunista dar comida para ele e deixar ele ganhando 2 reais.... como o comunismo a grosso modo da tão errado?
é por que gera mortes e mais mortes...mas qual é a mecanica que faz com que idéia de vc distribuir grana para o povo , faz com que vc estatize radios televiões e todo e qualquer meio de comunicação?
O comunismo tira mais dinheiro do que devolve ao povo. É simples assim. Se não, não daria certo. Por isso todo país comunista é pobre e palpérrimo. A China é um país rico agora, mas antes caia aos pedaços. Mesmo assim hoje 120 milhões de chineses moram em cavernas ainda.
Isto se deve ao fato do comércio entre nações, algo que já acontece desde os mercantilismo.
A questão da China ( que você bem lembrou) tem duas frentes.
A primeira é a aproximação ideológica da chamada "inteligentzia" esquerdista com esse tipo de país. O Brasil concedeu à China reconhecimento de "ecomomia de mercado" na Organização Mundial do Comércio. Assim sendo o Brasil não poderá no futuro queixar-se de práticas abusivas adotadas pelo governo chinês como dumping e subsídeos que diminuem artificialmente os preços dos produtos e eliminam a concorrência honesta.
No Brasil os efeitos desse acordo já são sentidos há muito tempo. A indústria têxtil (uma das maiores exporatadoras e empregadoras do país) já demitiu mais de 250 mil funcionários e praticamente congelou investimentos que vinham sendo feitos. Em dez anos estará sucateada.
A China ( um país comunista há mais de 50 anos) adota um modelo de fábrica "prisão" onde os condenados são obrigados a trabalhar de graça e as cooperativas de trabalho ( em mão de funcionários ou amigos próximos ao Partido Comunista Chinês) empregam pessoas nas piores e mais desumanas condições de trabalho possíveis ganhando os menores salários do mundo. São praticamente escravos trabalhando nas fábricas. Não existem sindicatos na China. Ah sim, e o comunismo surgiu para melhorar as condições de trabalho da classe operária. O comunismo cresceu dentro da classe operária na Europa. Para você ver como o comunismo só promete, promete, promete e só entrega esmolas, desgraça, escravidão e morte. Atualmente existem 120 milhões de chineses vivendo em cavernas ( eu escrevi "cavernas") sem condições de esgoto, água ou luz.
Torrão de açúcar, que se você tentar dividir, racha e esfarela.
A abertura comercial com a China aumentou a oferta interna de mercadorias do Brasil, melhorando-a, inclusive. Temos acesso a bens e serviços mais baratos e melhores.
Ok, liberal. Então conduza uma explanação melhor que a minha. Faça a sua parte. Ajude, ao invés de ficar fazendo anotações que em nada contribuem para o objetivo principal.
Nildo, só não vá escrever essas idéias na prova hem, senão é zero!!!
Brincadeiras a parte, tente discutir com seu professor e avalie o grau de doutrinação dele, derepente dá sim pra vc defender as idéias corretas do liberalismo e neoliberalismo.