Que o mundo está avançando tecnologicamente ninguém duvida. Que essa evolução mudaram de vez a forma de nós, humanos, nos relacionarmos, também. Bastou o advento da internet para que as coisas nunca mais fossem as mesmas. Tudo começou com um chat, que tornou-se um blog, redes sociais - Orkut, Facebook, Twitter, Formspring e tantas outras - até o que vem sendo a moda do momento: VLOGS.
São uma espécie de BLOG porém em formato de vídeo. O aumento da banda larga no país e o barateamento dessa mesma internet rápida fez com que os vídeos - antes pesados e lentos - sejam carregados quase que automaticamente. O pessoal está aderindo em peso - eu, inclusive, possuo um canal no Orkut, onde ensino sobre Investimentos e bolsa de valores para o pessoal mais jovem (http://www.youtube.com.br/onovomercado).
O que aconteceu - diferentemente de países como EUA e Inglaterra, onde o conteúdo é gerado de forma inteligente, criativa e bem bem humorada - é que, aqui no Brasil, com a mania de "Big Brothertificação" do povo, os VLOGS se tornaram diários eletrônicos. O que mais me impressionou é o número de pessoas que usam esses VLOGS para criticarem Deus e a religião.
Pensei que iriam rivalizar em territórios - cariocas contra paulistas - e o futebol seria absolutamente presente, mas, o que vi, foi que todos se uniram em duas frentes: Aqueles que produzem vídeos achincalhando as religiões - quase sempre sem nenhum fundamento intelectual ou factível - e os que não o fazem (isso mesmo, não o fazem, porque encontrar alguém que defenda é praticamente impossível).
Bom, queria só deixar aqui para vocês essa minha experiência sobre um novo "mundo social" que alguns de vocês podem não conhecer, ainda.
Aqui estão alguns exemplos: Alguns deles com milhões de Views (assistidas, aportuguesando a expressão).
realmente a o cristianismo,t b é feito por homems que são pecadores, ou seja tem defeitos, mais Deus que é o único bom, não pode ser de maneira nenhuma criticado!
Ai se alguem gravar um video mostrando todas as falacias que esses caras vomitam sem vergonha alguma, vai ser chingado de preconceituoso, de burro.
Os videos tão ai pra provar que os ateus são preconceituosos, mas com a internet dominada por eles, não vejo muitas formas de reação. Pensei em gravar um video quando o senhor vesgo e de oculos falou mal dos religiosos. Não o fiz por falta de camera decente, e porque ninguem iria ver. Se tivesse um bom pageview, ia ser só de pessoas que assistiriam o vido pra mandar comentarios me ridicularizando ou xingando minha familia.
Anos atrás fui fazer um curso de mandarim em um templo budista. A professora era uma chinesa imigrante que morava no Brasil há muitos anos. Certo dia ela fez um comentário muito interessante mais ou menos assim: "aqui no Brasil, qualquer um com poucos anos de estudo já se chama de mestre e acha que pode ensinar os outros. Na China, mestre é somente aquele que estudou uma vida inteira. Quando vemos esses mestres daqui, achamos esquisito."
Eu resolvi botar os quatro videos pra rodar ao mesmo tempo, pra ver como a minha mente reagiria ao estímulo. Sucedeu algo interessante: o computador "deu pau"e desligou sozinho, enquanto eu comecei a gritar "aaaaaahhhhhh!!!!!"
Honestamente, amigos, foi dose. Que monumental conjunto de equívocos, caramba! O de bonezinho deveria se candidatar ao cargo de torturador, e levar o video como demonstração de suas qualificações. Ninguém RESISTE àquilo por mais de dez minutos. O miquinho norte-coreano e o CCP chinês contratam na mesma hora, se virem.
O pobre vesguinho eu passei o tempo inteiro tentando decifrar o que raios ele tem tatuado no peito (me decidi por "Coca-Cola") e imaginando o que haveria no saco plástico no canto, no qual só dá pra se ler um pedaço de palavra, "rota". Deve ser "Grota", pelas condições gerais de negrume (quarto preto, cadeira preta, camisa preta) e estrabismo. Bom, enfim, coitado! Melhor não comentar nada, já estou achando que seria falta de caridade.
A boa senhora do primeiro video deve ser uma boa pessoa, gostei da salinha com as frutas no cestinho. E uma parede lilás!
Faltou o hominho final de óculos, que ainda não juntei ânimo pra assistir em separado.
Sim, é evidente: todo narcisista diz sempre a frase narcisista por excelência: "eu sou uma pessoa igual às outras"- 😄! - como se alguém estivesse pondo isto em dúvida (além dela própria, é claro).
Muito interessante assistir isso, mas confesso que do meio pro fim eu parei de prestar atenção no discurso de cada um. Muito sacrifício, falando sério. Já estou muito velha pra isso, pra aturar imbecilidade. Fiquei olhando essas outras coisas, tão reveladoras.
É, o último já é do gênero que quer "ações práticas" - esse, na minha opinião, seria o mais típico, e a rigor o mais perigoso, porque dá pra ver que a idéia dele é "vamos propor alguma coisa pra acabar com isso".
Bom, sei lá: o tecido humano se esgarça, meus caros. E se rasga. Vivemos entre farrapos, levados pelo vento do tumulto da escolha errada, mal-feita, ingrata, imoral e burra.
Mas a criação continua bela, e boa: o universo RELUZ diante de nós, manifestando a Verdade Transcendente, que age em nosso benefício.
Somos bem-aventurados, sem dúvida, nós que sabemos disto.
"Art thou pale for weariness
Of climbing heaven and gazing on the earth,
Wandering companionless
Among the stars that have a different birth,
And ever changing, like a joyless eye
That finds no object worth its constancy?"
John Grubby who was short and stout
And troubled with religious doubt,
Refused about the age of three
To sit upon the curate's knee;
(For so the eternal strife must rage
Between the spirit of the age
And Dogma, which, as is well known,
Does simply hate to be outgrown).
Grubby, the young idea that shoots,
Outgrew the ages like old boots;
While still, to all appearance, small,
Would have no Miracles at all;
And just before the age of ten
Firmly refused Free Will to men.
The altars reeled, the heavens shook,
Just as he read of in the book;
Flung from his house went forth the youth
Alone with tempests and the Truth.
Up to the distant city and dim
Where his papa had bought for him
A partnership in Chepe and Deer
Worth, say twelve hundred pounds a year.
But he was resolute. Lord Brute
Had found him useful; and Lord Loot,
With whom few other men would act,
Valued his promptitude and tact;
Never did even philanthrophy
Enrich a man more rapidly:
'Twas he that stopped the Strike in Coal,
For hungry children racked his soul;
To end their misery there and then
He filled the mines with Chinamen
Sat in that House that broke the Kings,
And voted for all sorts of things --
And rose from Under-Sec. to Sec.
With scarce a murmur or a check.
Some grumbled. Growlers who gave less
Than generous worship to success,
The little printers in Dundee,
Who got ten years for blasphemy,
(Although he let them off with seven)
Respect him rather less than heaven.
No matter. This can still be said:
Never to supernatural dread
Never to unseen deity,
Did Sir John Grubby bend the knee;
Nor was he bribed by fabled bliss
To kneel to any world but this.
The curate lives in Camden Town,
His lap still empty of renown,
And still across the waste of years
John Grubby, in the House of Peers,
Faces that curate, proud and free,
And never sits upon his knee.
Todas as críticas que conheço baseada no ateísmo caem por terra com uma resposta: religião baseia-se em FATOS, e não estórias e meras alegorias.
Jesus Cristo não é uma fábula, é um FATO; Sua morte, ressurreição e ascenção aos céus não é fábula, é FATO; a abertura do Mar Vermelho não é mero simbolismo e menos ainda uma conjunção de acidentes que tornariam sua travessia ainda mais milagrosa, mas FATO!!
Quando o chamado "senso comum" se der conta de que fé e razão não são opostas, mas a segunda CONCLUI a primeira, então esses argumentos ateísticos bestas quase desaparecerão. E os que ficarem estarão totalmente em descrédito.
A alma humana está descolada da própria realidade da qual depende. Coisa mais besta imaginar que a fé está lá e a razão está cá, como se fosse possível abstrair essas duas esferas e separá-las na realidade. Por isso o mundo está nessa merda, onde tudo está, digamos, em dissolução.
O mais elementar pressuposto de uma crítica é que o autor conheça seu objeto. Esses bocós não saberiam elencar as três pessoas da Trindade. Aposto meu braço que não percebem distinção entre conhecimento mítico e religioso. Estão intoxicados de informações com as quais não têm meios de trabalhar - típico, diga-se, do homem pós-moderno.