Os santos católicos – e coloquemos de lado, aqui, o que é matéria de fé para nos atermos à conformação das mentalidades religiosas – exercem um papel semelhante àquele desempenhado pelos deuses no paganismo clássico. Há até mesmo um "Olimpo" católico, em que vigora uma rígida hierarquia. Eles são produtos e instrumentos de uma permanente adaptação do cristianismo às culturas com as quais foi se relacionando e disputando a hegemonia. Nesse processo, o catolicismo tentou preservar um núcleo doutrinário que está longe de ser plenamente compreendido sem o amparo de uma complexa cultura filosófica. E nisso não se distingue de nenhuma outra religião: todas elas tiveram e têm seus sacerdotes e seus intérpretes.
A Igreja Católica conta hoje com 33 Doutores, seus "deuses" maiores, todos eles santos, que se tornaram notáveis graças a sua entrega à vida religiosa e por sua produção doutrinária. Destes, quatro ocupam um lugar especial: Santo Agostinho (354-430), Santo Ambrósio (340-397), São Jerônimo (347-420) e São Gregório Magno (540-604). Eu reivindicaria um quinto: Santo Tomás de Aquino (1225-1274), um gigante da teologia e da filosofia. Se um dia você quiser ao menos uma explicação plausível, inteligente, culta, que concilia a fé e a razão, a crença e a ciência, leia o que for possível ler da Suma Teológica, de Santo Tomás. Esse catolicismo dos Doutores foi fundamental para consolidar o aparelho da Igreja – sem o qual não haveria o resto –, mas ele só conta parte da história.
As quatro "divindades" de primeira grandeza, não por acaso, se dedicaram, de alguma forma, a sustentar a existência da Santíssima Trindade, manifestações distintas – Pai, Filho e Espírito Santo – de um só Deus e feitas da mesma substância. Observe: essa questão não está posta nos Evangelhos. Jesus Cristo não se atreveu a explicá-la.
Ela foi adquirindo importância capital na Igreja à medida que esta se expandia e se confundia com o próprio poder secular, terreno – paralelamente ao qual, se bem se lembra, havia nascido: o Messias não queria saber dos assuntos que eram de César; o reino de seu Pai não era deste mundo.
Não li a matéria na íntegra, pois não sou assinante da Veja e não estou com essa revista em mãos.
A Bíblia não está disposta didaticamente, como qualquer um de nós pode observar. Para estudá-la é como está em Isaías 28,10 "é preceito sobre preceito, preceito e mais preceito, regra sobre regra, regra e mais regra; um pouco aqui, um pouco ali."
Jesus frisou em muitas passagens a importância de ser reconhecido como Filho de Deus para quem quisesse ser salvo. E em muitas passagens Ele é chamado de Senhor, e como diz o ditado, "filho de peixe peixinho é". Quanto à pessoa do Espírito Santo, também existem algumas passagens que o identificam como o nosso Consolador, que ficaria no lugar de Jesus Cristo, quando este retornasse para o Pai; também diz que Ele pairava sobre as águas, quando da criação do mundo; diz que Ele se entristece.
O pastor da minha igreja, apesar de ser um homem santo, pois ama a Deus e a sua Palavra e não ama o pecado, apesar de estar sujeito a pecar, não é um deus para mim, pois ele nasceu nas mesmas condições que eu (no pecado) não tem o poder de salvar minha vida (já que ele mesmo necessita de um salvador) não tem o poder de perdoar meus pecados (esse poder pertence somente a Deus)está sujeito a cair no pecado igualmente a mim, não tem o poder de ressuscitar a si mesmo, não é onipresente (não pode estar em mais de um lugar ao mesmo tempo, esse é um atributo que pertence somente a Deus)não é onisciente (não sabe tudo, pois esse é um outro atributo que pertence somente a Deus) naõ é onipotente (não pode tudo, pois é mais um atributo que Deus não dividiu conosco).
Esses são atributos que pertencem somente a Deus e que Ele não dividiu com nenhuma de suas criaturas, nem mesmo com os anjos.
É lógico que a Santíssima Trindade só vem de um aprofudnamento teológico um pouco posterior. Não dá para sustentar isso somente com a Bíblia. E, aliás, a própria divindade de Jesus encontra base praticamente apenas no Evangelho de São João - que é o mais antigo e cujo ator ficou cognominado como "o Teólogo".
Porém, ao associar os santos católicos aos deuses pagãos Reinaldo Azevedo errou feio. Isso vai dar um trabalho desgraçado aos católicos com os protestantes. Agora é que vai ter acusação de idólatra para tudo quanto é lado!
Esse artigo melou muita coisa. Reinaldo Azevedo, se for católico, foi tremendamente irresponsável ao escrever isso.
Caso a Bíblia não discorresse sobre o assunto, certamente nem eu, nem meus irmãos na fé o defenderíamos, já que ela é a nossa única regra de fé. Vejamos essa passagem já no Velho Testamento sobre a divindade de Jesus Cristo:
"Um menino nos nasceu, um filho se nos deu; o governo está sobre os seus ombros; e o seu nome será: Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Prícipe da Paz." (Isaías 9:6)
Toda vez que Jesus afirma se filho de Deus está se revelando Deus, pois o filho se parece com o pai.
Sobre o Espírito Santo:
"Não entristeçais o Espírito de Deus, no qual fostes selados para o dia da redenção." (Efésios 6,30)
"Mas o Consolador, o Espírito Santo, a quem o Pai enviará em meu nome, esse vos ensinará todas as coisas e vos fará lembrar de tudo o que vos tenho dito." (João 14,26)
O Espírito Santo se entristece, ensina, consola, e ficou no lugar de Jesus Cristo, quando este retornou ao Pai, ou seja, é uma única pessoa que teria algumas atribuições para conosco ao mesmo tempo e em todos os lugares. Esses atributos de onipresença e onisciência pertencem somente a Deus.
Luiz Augusto, não venha me dizer que a igreja de Jesus Cristo só veio ter início três séculos após o seu nascimento. Por favor, não uso mais fraldinhas. Ou será os cristãos, fruto das pregações do próprio Jesus Cristo, de seus doze apóstolos e de todos os seus multiplicadores achavam que Jesus não passava de um mero profeta?
Quanto Jesus dizia para as pessoas "teus pecados estão perdoados" eles tinham consciência de que somente Deus pode perdoar pecados.
Até o ladrão na cruz entendeu a divindade de Jesus quando disse a Jesus que queria estar no reino dele.
Ele é jornalista, formado em Jornalismo, mas se especializou em Jornalismo com ênfase em Economia (ou algo assim).
E ele é CATÓLICO. Defensor da Igreja.
Seus textos costumam ser bem mais longos do que o trecho que o autor deste tópico postou.
Não li o texto, mas, tendo lido outros textos do reinaldo, acho que, provavelmente, esse texto deve se desenrolar em ótimos argumentos e um bom ponto de vista sobre o Catolicismo.
Oi, Cátia tudo bem? Eu creio firmemente na divindade de Jesus Cristo e na Santíssima Trindade. Mas a verdade é que a Bíblia não é muito clara sobre esses assuntos.
Esse exemplo que você deu do antigo testamento, perceba bem: essa profecia de Isaías é claramente sobre Ezequias e o temo aí usado como "deus" não siginifica necessariamente Deus, e sim um ente bom e santo. Esse termo é "El" e não o nome do Senhor, o tetragrama. É um termo usado várias vezes para anjos, por exemplo. Se você procurar, na verdade, vai ver até muitos exemplos em que o Antigo Testamento fala Deus e o Novo Testamento fala "um anjo de Deus".
"Toda vez que Jesus afirma se filho de Deus está se revelando Deus, pois o filho se parece com o pai." Isso não é um bom argumento, até porque a expressão "filho de Deus" tinha uma conotação política ligada ao Rei de Israel, o Ungido do Senhor. É algo messiânico, indica um envio, mas não que Jesus é Deus, da mesma substância que ele.
E, veja, Jesus deu aos Apóstolos o poder de perdoar pecados (João xx, 23), no entanto não os transformou em deuses por isso. Da mesma forma poderia ter acontecido com Jesus.
E contra todos esse seus argumentos poderia se levantar por exemplo a fala de Cristo: "O Pai é maior que eu" (João XIV, 28).
"Luiz Augusto, não venha me dizer que a igreja de Jesus Cristo só veio ter início três séculos após o seu nascimento."
Eu nunca disse isso, tanto que sou Católico. A Igreja se iniciou com Pedro e segue ininterrupta desde lá. Também não disse que os apóstolos não tinham noção disso, pois São Tomé disse: "meu senhor e meu Deus, sois realmente vós".
O que quis dizer é que leva tempo para que as coisas se organizem realmente em termos de declaração inabalável. Frases simples como "Jesus é Deus, o Espírito Santo é Deus e o Pai também é Deus e os três são o mesmo Deus" não aparecem na Bíblia. Também não aparecem expressões como Santíssima Trindade, que representam não uma fé evoluída, porém mais elaborada e pensada.
Veja que há grupos que se guiam somente pela Bíblia e duvidam frontalmente dessas verdades fundamentais. Você ainda acredita nessa, mas duvida de outras. Por isso a necessidade de uma Igreja. Por mais que você não perceba, essa sua fé é mais baseada na tradição ainda herdada pelos protestantes do que de um conteúdo claro das Sagradas Escrituras.
Afinal, como disse o Eunuco: como vou entender, se ninguém me explica? (Atos 8, 31)
Tudo bem. E você?
Deus não havia concedido o poder de perdoar pecados a ninguém antes da ressurreição de Jesus Cristo. Os pecados eram perdoados através do sacrifício de animais. Quando Jesus Cristo dizia, ainda nesta carne, "teus pecados lhe são perdoados" ele agia como Deus que era, e todos que o ouviam entendiam isso. "Por que fala ele deste modo? Isto é blasfêmia! Quem pode perdoar pecados, senão um, que é Deus?" (Marcos 2:7) Também devemos observar que um versículo antes de João 20:23 o próprio Jesus Cristo soprou o Espírito Santo sobre os discípulos concedendo a eles o poder não apenas de perdoar pecados, mas também de curar cegos, aleijados, ressuscitar pessoas.
Quando disse
"um versículo antes de João 20:23 o próprio Jesus Cristo soprou o Espírito Santo sobre os discípulos concedendo a eles o poder não apenas de perdoar pecados, mas também de curar cegos, aleijados, ressuscitar pessoas."
quis dizer que esses mesmos discípulos, aos quais foi concedido o poder de perdoar pecados, também curavam cegos, aleijados, ressuscitavam pessoas.
Os santos católicos – e coloquemos de lado, aqui, o que é matéria de fé para nos atermos à conformação das mentalidades religiosas – exercem um papel semelhante àquele desempenhado pelos deuses no paganismo clássico. Há até mesmo um "Olimpo" católico, em que vigora uma rígida hierarquia. Eles são produtos e instrumentos de uma permanente adaptação do cristianismo às culturas com as quais foi se relacionando e disputando a hegemonia. Nesse processo, o catolicismo tentou preservar um núcleo doutrinário que está longe de ser plenamente compreendido sem o amparo de uma complexa cultura filosófica. E nisso não se distingue de nenhuma outra religião: todas elas tiveram e têm seus sacerdotes e seus intérpretes.
A Igreja Católica conta hoje com 33 Doutores, seus "deuses" maiores, todos eles santos, que se tornaram notáveis graças a sua entrega à vida religiosa e por sua produção doutrinária. Destes, quatro ocupam um lugar especial: Santo Agostinho (354-430), Santo Ambrósio (340-397), São Jerônimo (347-420) e São Gregório Magno (540-604). Eu reivindicaria um quinto: Santo Tomás de Aquino (1225-1274), um gigante da teologia e da filosofia. Se um dia você quiser ao menos uma explicação plausível, inteligente, culta, que concilia a fé e a razão, a crença e a ciência, leia o que for possível ler da Suma Teológica, de Santo Tomás. Esse catolicismo dos Doutores foi fundamental para consolidar o aparelho da Igreja – sem o qual não haveria o resto –, mas ele só conta parte da história.
As quatro "divindades" de primeira grandeza, não por acaso, se dedicaram, de alguma forma, a sustentar a existência da Santíssima Trindade, manifestações distintas – Pai, Filho e Espírito Santo – de um só Deus e feitas da mesma substância. Observe: essa questão não está posta nos Evangelhos. Jesus Cristo não se atreveu a explicá-la. Ela foi adquirindo importância capital na Igreja à medida que esta se expandia e se confundia com o próprio poder secular, terreno – paralelamente ao qual, se bem se lembra, havia nascido: o Messias não queria saber dos assuntos que eram de César; o reino de seu Pai não era deste mundo.
Mas o da Igreja Católica era. E sua teologia pode ser acusada de tudo, menos de ser simples ou simplista. Tanto quanto um grego ou romano comuns conheciam pouco da cosmogonia pagã, um cristão do povo pouco entendia desse Deus a um só tempo tripartido e uno, matéria de acalorados debates teológicos. Ele não bastava para responder a todas as angústias humanas. Observe que o monoteísmo havia encontrado a sua tradução mais acabada – o judaísmo – num povo minoritário e dominado. E nada ocupado em seduzir outras culturas. Os homens estavam acostumados a se relacionar com deuses, no plural. Foi a própria Igreja, desde o seu primeiro mártir – Santo Estêvão –, quem estimulou esse caminho da mediação entre o homem e a crença cristã por meio da "santidade". Ou seja, emprestou ao seu monoteísmo uma característica politeísta, para angariar um maior número de adeptos.
Cada dia no ano, por exemplo, é dedicado a um santo – e, às vezes, a mais de um. Contam-se, pois, mais de 365 "divindades" que servem de intermediárias entre a vontade de Deus e os desejos dos homens. A exemplo de frei Galvão, são inúmeros os casos em que o culto popular precede o reconhecimento oficial da Igreja. Padre Cícero, por exemplo, cuja intercessão miraculosa não é reconhecida, tem, não obstante, seu culto tolerado. Quando o aparelho resiste ao fato consumado, a população erige seus próprios deuses. O sentido da santidade é conferir um lugar especial aos cristãos que viveram plenamente o Evangelho e, por essa razão, foram distinguidos com a capacidade de operar um evento miraculoso, antes só a Deus, em qualquer uma de suas formas, reservado.
Não foi, por exemplo, a Igreja a fazer de São Judas Tadeu, um dos apóstolos, o "Santo das causas difíceis" – "impossíveis", em algumas versões. Foram os fiéis. Nada em sua biografia justifica o epíteto. Santo Antônio é conhecido por dois cultos populares: o pão distribuído pelos crentes aos pobres, e isso se explica por sua vida dedicada à caridade, mas também por ser o santo casamenteiro, o que se deve inteiramente à tradição não teológica. Na iconografia popular, Santa Luzia, que protege contra doenças oculares, traz os olhos arrancados num prato. Uma das orações a ela dedicadas refere-se ao episódio, provavelmente falso.
A semelhança entre os santos católicos e o politeísmo greco-romano se dá em meio a diferenças nada desprezíveis. Os deuses pagãos eram exemplos das virtudes do homem, mas também de seus defeitos: mostravam-se egoístas, ciumentos, violentos e injustos. Já os católicos são encarnações da renúncia e do sacrifício. Os pagãos expõem os limites humanos; os católicos buscam ultrapassá-los. Os primeiros decidem entre eles o destino dos mortais e fazem valer a sua sentença; os outros são um exemplo de retidão, um norte ético.
Falou-se aqui de semelhanças e se evidenciam diferenças? Nos dois casos, visões de mundo complexas – tanto a pagã como a católica – encontram nessas "divindades" canais de expressão para se comunicar com o homem comum e lhe fazer duas ofertas sem as quais não existe uma religião: uma idéia de totalidade ("o mundo é assim") e a superação da morte. Aqui uma observação rápida: "superar a morte" pode compreender tanto a promessa da imortalidade da alma – ou a vida eterna – quanto a educação para um fim decoroso, integrando-se a uma espécie de cosmos universal.
Estudiosos que se dedicaram a comparar religiões diversas encontram nelas elementos comuns que a história sempre pode explicar. Quer um exemplo corriqueiro? A luta essencial do homem, até agora, se deu contra a ditadura da natureza, e é preciso garantir o pão para que se tenha espírito. Toda religião tem, por exemplo, alguma forma de celebrar a colheita. Tanto quanto na natureza, no mundo da cultura nada se perde. Tudo se transforma – ou se transmuda.
Para o crente, só a revelação interessa. Para quem vê nas religiões também um elemento da cultura, elas constituem uma das teorias do conhecimento. "Primus in orbe deos fecit timor": "Foi o medo que primeiro fez os deuses", escreveu o poeta latino Estácio (45-96). Ele não foi o único antigo a duvidar das divindades e da imortalidade da alma. A militância anti-religiosa é tão antiga quanto a religião. O mais antigo erro que o pensamento cético costuma cometer é justamente este: supor que as religiões existem para explicar o que o homem não pode compreender racionalmente.
As religiões seriam, assim, uma construção negativa, entranhada na ignorância, que tenderia a desaparecer, ou a resistir como aberração, à medida que avançasse o pensamento científico. O caso é bem outro. Elas se ocupam do que na vida é corriqueiro, regular, não dos eventos excepcionais. Quase todas elas, é fato, são dotadas de alguma escatologia, do evento finalista, que remete ao fim dos tempos. Mas isso costuma ficar fora do culto cotidiano. Não serve para organizar a vida.
Quando Bento XVI formalizar a santidade de frei Galvão, o intérprete privilegiado dos Doutores estará abrindo, de novo, as portas da Igreja àquela humanidade intercessora que dá vida à doutrina. Pode não provar a existência de Deus, mas prova a existência da história. E é ela que importa aqui. Os marxistas quiseram a religião como "o ópio do povo", ao que lhes respondeu, ainda que com outras palavras, o intelectual francês Raymond Aron (1905-1983): "Certo, mas nenhuma outra doutrina criou no homem, como o marxismo, tal ilusão da onipotência. Por isso, ele é o ópio dos intelectuais". As ambições de Deus são mais modestas...
"Os mortos não louvam o Senhor, nem os que descem à região do silêncio." (Salmos 115:17)
"Os vivos sabem que hão de morrer, mas os mortos não sabem coisa nenhuma, nem tampouco terão eles recompensa, porque a sua memória jaz no esquecimento. Amor, ódio e inveja para eles já pereceram; para sempre não tem eles parte em coisa alguma do que se faz debaixo do sol." (Eclesiástes 9:5-6)
"Àquele que nos ama, e, pelo seu sangue, nos libertou dos nossos pecados, e nos constituiu reino, sacerdotes para o seu Deus e Pai, a ele a glória e o domínio pelos séculos dos séculos."(Apocalipse 1:5b-6)
"Todo aquele que ultrapassa a doutrina de Cristo e nela não permanece não tem Deus; o que permanece na doutrina, esse tem tanto o Pai como o Filho." (2João 1:9)
"A nossa comunhão é com o Pai e com seu Filho, Jesus Cristo." (1João 1:3b)
"Há um só Deus e um só mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus, homem." (1 Timóteo 2:5)
"E tudo o que fizerdes, seja em palavra, seja em ação, fazei-o em nome do Senhor Jesus, dando por ele graças a Deus." (Colossenses 3:17)
"Refiro-me ao fato de cada um de vós dizer: Eu sou de Paulo, e eu, de Apolo, e eu, de Cefas, e eu, de Cristo. Acaso Cristo está dividido? Foi Paulo crucificado em favor de vós ou fostes, porventura, batizados em nome de Paulo?" (1Conríntios 1:12-13)
"Tudo quanto pedirdes em meu nome, isso farei, a fim de que o Pai seja glorificado no Filho. Se me pedirdes alguma coisa em meu nome, eu o farei." (João 14:13-14)
"Cuidado que ninguém vos venha a enredar com sua filosofia e vãs sutilezas, conforme a tradição dos homens, conforme os rudimentos do mundo e não segundo Cristo." (Colossenses 2:8)
"porque surgirão falsos cristos e falsos profetas operando grandes sinais e prodígios para enganar se possível, os próprios eleitos." (Mateus 24,24)
"E não é de admirar, porque o próprio Satanás se transforma em anjo de luz." (1Coríntios 11:14)
"Santifica-os na verdade; a tua palavra é a verdade." (João 17,17)