POIS É GALERA, CONSTA NO PNDH3 QUE ENTRARÁ EM VIGOR CASO DILMA VENÇA,
QUE LEGALIZARÁ A PROSTITUIÇÃO , TORNANDO O ''RUFIÃO'' UM EMPRESÁRIO E
SE VC CRISTÃO , TEM FILHAS COLOQUEM AS BARBAS DE MOLHO , POIS UM
CONVITE PARA TRABALHAR NESTA ÁREA NÃO SERÁ MAIS CRIME E SIM
UMA PROPOSTA DE TRABALHO !!!
ESSE ABSURDO ESTÁ NO PNDH3 QUE O LULA ASSINOU NO DIA 21/12/09 CONFIRAM !!!!
PROCUREM POR : JURISTA IVES GANDRA , PNDH3 QUE LULA ASSINOU.
Terao tbem, por coerencia, que regulamentar a profissao do matador (aquele que é contratado pra matar) e tira-lo tambem da 'informalidade', uai.
Qual outra 'profissao'?
Não vejo nem maneira de proibir a prostituição em si, mas permitir o Sindicato das Putas é algo que vai aumentar a prostituição e legalizar a exploração sexual!
>Pessoas, tem tantas outras profissões que não têm os direitos trabalhistas e previdenciários garantidos. Pq a prostituição tem tratamento especial?
Não é questão de dar tratamento preferencial à prostituição, muito pelo contrário. A ideia de legalização parte justamente da noção de que, com praticamente todas as categoriais profissionais reconhecidas pela legislação trabalhista, não haveria por que não extender esse reconhecimento também a mais essa profissão.
Não se diz, por exemplo, que só se quer a legalização da prostituição em detrimento de outras profissões, mas que mais essa possa ser reconhecida. Melhor seria se todas as profissões que não fossem ilegais pudessem gozar dos mesmos direitos, claro, mas não é porque X, Y e Z não têm certo direito que o negaríamos a W, que não tem nada a ver com isso.
Se é legal trabalhar na indústria da pornografia, não vejo por que do tratamento diferenciado à prostituta, que hoje em dia trabalha em condições verdadeiramente degradantes.
Comparar prostituição a matador de aluguel, pedinte e sequestrador não parece fazer sentido.
Matador de aluguel presta um serviço, mas é contra a vida humana.
Pedinte não presta serviço nenhum, só faz pedir.
Sequestrador pode estar a cargo de um serviço mandado, mas também é contra a vida humana.
Prostituição é a prestação de serviço (que faz uso da propriedade privada que como se julga começa no próprio corpo) que não causa mal a nenhuma vida humana (estou falando de uma relação sexual consensual entre adultos realizada mediante o pagamento de um determinado valor)
Então, repito a pergunta: por que não legalizar? (a pergunta não tem motivo de provocar ninguém mas tão somente saber a opinião dos membros que são contra a legalização e sequer pressupõe que se deve legalizar o "não" da pergunta não significa "não há motivo para não legalizar", mas somente "quais motivos para não legalizar?")
De qualquer modo, presumo que um dos motivos seja a desvalorização das relações humanas que pode desmotivar a criação da família, sendo esta a base da sociedade. É isso?
A propósito, Cesar lembrou bem. A profissão de atriz pornô é legalizada enquanto prostituta não. Sinceramente, a única diferença que vejo entre uma e outra é a câmera!
Eu acho que parte do principio que vender ou comprar sexo é um desvio moral. Afeta tanto quem o faz, como quem consome. Prostituicao eh condenada pelas religioes. Como entao legalizar?
(Mas nao legalizar e nao proibir tampouco faz sentido.
Abundam anuncios de prostituicao nos classsificados dos jornais que qualquer crianca pode ler....e todo mundo acha normal.
Nao deveria ser proibido tbem?)
Homiossexualidade não é um desvo moral? Vamos proibir ela? Não. Ela existe muito bem ai e concorda-se que não devemos discriminar os homossexuais, apenas criticamos a conduta homossexual. Lembrando que a homossexualidade está mais em voga que a prostituição. Sei de diversas garotas que se dizem lésbicas, mas em hipotese alguma dizem querer ser prostitutas.
Desse modo, ou proibi-se a homossexualidade ou legaliza-se a prostituição. (Se for olhar pelo ponto de vista do desvio moral, claro.)
Quantas empresas pornográficas você viu fechar por serem pornográficas? Elas funcionam perfeitamente bem. Enquanto isso, o Bahamas, do Oscar Maroni, foi fechado.
Sou contra a profissionalização da prostituição, trata-se de um reconhecimento imoral a essa prática que muitas vezes acoplam inúmeras condutas ilícitas como tráfico de drogas, exploração sexual.
A reglumentação teria que ser minunciosa, muito completa e específica, para não deixar margem a continuidade da prática que é a exploração sexual, além de ser indubitavelmente um desvio moral da pessoa que prefere trabalhar vendendo o corpo, não queremos ver nossas futuras filhas com essa liberdade de escolha, ainda mais com a sociedade depravada, alienada e liberal demais desses tempos.
Equiparo a legalização da prostituição com a liberação das drogas, há pessoas que apoiam, porém com restrições, mas que restrições seriam essas... Qual papel do Estado para evitar e coibir práticas exarcebadas das drogas e também da prostituição...
Vamos deixar o Estado se preocupar com questões mais relevantes.
Exploração sexual é forçar alguém a se prostituir? Estou certo? Se estou, já é sabido que ninguém deve ser obrigado a fazer algo que não quer. Desse modo, é prostituta quem realmente quiser isso.
O tráfico de drogas não está envolvido por conta de a prostituição ser ilegal, de modo que fique obrigada a dividir espaço com aquele?
Qualquer coisa que exista, errada ou não, é uma opção, esteja legalizada ou não. O simples fato de se ter conhecimento da existência da prostituição já é o suficiente para tê-la como opção profissional - a própósito, caso não fosse assim não existiriam prostitutas que exercem tal ofício por vontade própria, por escolha própria.
A profissão de lixeiro é legalizada, nem por isso as pessoas costumam querer ser lixeiros. E não é só por causa do salário é porque é LIXEIRO mesmo! Se a pessoa escolhe uma profissão somente por causa do dinheiro, significa que ela não tem preocupação com a moralidade - e isso é problema dela, desde que não cause mal a ninguém ou se for causar que seja somente a ela.
O problema da liberalização das drogas é que a pessoa usa e vai fazer algo que pode interferir em minha vida assim como na de qualquer outra pessoa. Se ela quer se destruir, azar o dela, olhando pelo ponto de vista de quem não quer se destruir, e bom pra ela, do ponto de vista de quem quer se destruir. (o alcool não deixa ninguém imbecil como a maconha, por ex., então não vale igualar.)
Tem uma diferença fundamental entre prostituição e drogas, principalmente hoje em dia:
1- na prostituição a pessoa muitas vezes não consegue sair do ofício por conta da coerção dos outros;
2- no caso das drogas a pessoa não consegue largar por conta do vício trazido pela própria droga.
Quero dizer com isso que nos dois casos há sim muita violência, mas que no primeiro caso ela pode ser mitigada pela normalização que o reconhecimento da legalidade da conduta traz consigo. Assim como não é do nosso costume bater em empregado que quer largar a labuta, também não faria sentido ao dono de estabelecimento legalizado de prostíbulo atuar dessa maneira. A liberdade de escolha da pessoa encontra impedimentos decorrentes da própria ilegalidade do meio em que se encontra, não por causas intrínsecas à profissão.
Já no caso das drogas não há que se liberar porque, legais ou não, o vício que geram é o mesmo. O cerceamento à liberdade de escolha é o mesmo, estando o comércio em um meio de violência ou não.
Além disso, não é porque eu não quero que meus futuros filhos sejam limpadores de esgoto, carcereiros ou tatuadores que eu vou abolir a legalidade dessas profissões. São profissões como qualquer outra, não sendo porque eu não quero que meus filhos possam adotá-las que por isso podem ficar na clandestinidade que tudo bem.
E volta-se à questão: tudo aquilo que for considerado imoral deve ser proibido?
Seria o caso de fazermos uma campanha de abolição à publicidade ou ao marketing, por serem profissões que normalmente tratam de mascarar a verdade, por exemplo?
Lorde, eu não afastei a "liberdade de escolha" relacionada a profissão, mas esta no páis na maioria dos casos é acompanhada de vários outros crimes, como a exploração de menores, que se tornam escravos para pagarem suas dívidas e que não escolheram porque foram enganados, essa conversa de regulamentação poderia até ser muito bem discutida e de fato ser concretizada, eu não aprovaria, porém incorporada no ordenamento jurídico de fato traria mesmo mais segurança e uma menor marginalização para os profissionais do sexo.
Agora deve ser uma regulamentação muito bem elaborada, e isso com a câmara do jeito que foi aparelhada começo a questionar e muito. Eu equiparo as drogas, porque as pessoas que apoiam a legalização das drogas geralmente são viciadas, não convive ou conhece agluém sofrendo do vício ou apenas defende uma bandeira inconsequente. O mesmo vislumbro na questão da prostituição, ninguém quer ver um filho(a) nessa profissão, assim como ser lixeiro, porque todos querem o melhor dos filhos se o seu mesmo pensando que prostituir possa ser imoral, mas é a sua profissão, creio que você não dormiria muitas noites e culparia o Estado com uma possível conivência, e ser lixeiro aí nessa caso, embora apenas lixeiro seria infinitamente melhor.
É apenas uma posição pessoal sobre o tema, mas quem pensa o contrário também tem razões nas qual apoiam.
Cesar, a diferença da prostituição para as profissões mais humildes é bem considerável, afeta o valor moral, religioso ou cultural dependendo do cidadão. Apenas no meu entender, acho que a prostituição não deve ser legalizada.
Quando se trata de legalidade, nem sempre o que é imoral vai ser considerado ilegal ou deixar de ser positivado, porém aqui se discute o costume historicamente discriminado por muitas razões, nas quais algumas delas eu compactuo. Totalmente diferente do marketing, cuja a arte é vender o produto, desde que faça uma fantasia positiva e não ilusória para o consumidor que tem todos os seus direitos resguardados na atual legislação.
Se o grande mal do PNDH3 fosse apenas legalizar as prostitutas, estaria de bom tamanho, mas o buraco é mais embaixo, o que esse programa de governo da Dilma quer na verdade, é Censurar os meios de comunicação, restringir o direito a propriedade rural e urbana, restringir liberdade religiosa, liberar o aborto, e outras coisinhas mais.
Agora a jogada é chamar a atenção para causas de menos impacto social como legalizar a prostituição, para o resto passar batido.
Acorda Brasil.
Mas João, o tópico foi sobre o tema prostituição, os demais pontos também tem os seus respectivos tópicos. E pra mim, a prostituição não tem baixo impacto, basta discutir isso públicamente para gerar divergências tão ou um pouco menos acaloradas como o aborto.
Daniel, a prostituição não evita estupros. O estuprador é alguém que não quer sexo consensual, o negócio dele é sexo através de violência. Trata-se de pessoas portadoras de personalidade sádica, que se excitam com o terror da vítima. Estupradores podem até ser pessoas que não despertam qualquer suspeita, muitas vezes são casados, mas têm uma vida dupla. Mesmo que tenham relações sexuais dentro de um casamento, em encontros fortuitos ou pagando prostitutas, invariavelmente sentem a necessidade de conseguir sexo à força.
Ok Cleiton, vc tem razão, mas quando o assunto é PNDH3, não consigo me controlar, especificamente sobre a prostituição, acho que deveria ser feito um plebicito, afinal quando se trata de valores morais, religiosos e de liberdade das pessoas, é assim que deveria funcionar, isso claro em um sistema democrático.
Era só o que faltava... Legalizar a sem vergonhice. Daqui a pouco vão propor a extensão do direito à legalização do aborto em prostitutas que venham a engravidar, além das estupradas e das mães que correm risco.
Apocalipse now.
Me digam qual a dignidade que existe numa atividade dessas? Que que há de nobre? Que frutos bons se pode colher disso? Por acaso, há algo de bom proveniente disso? A prostituição subjaz à busca do prazer pelo prazer, e do dinheiro fácil sem esforço tão-somente.