Muitos católicos ficam confusos quando Bispos e Padres dão preferência por tal partido ou candidato, como se fossem obrigados a seguirem, por questão de obediência eclesial.
Mas na verdade, em se tratando de política, nenhum sacerdote representa a voz da Igreja e da hierarquia. Aliás, isto toca o Dogma da Infalibilidade Papal. O papa é falível quando trata de assuntos fora dos aspectos moral, espiritual ou teológico, no caso, pode-se incluir aí a política.
Desta forma, nenhum católico deve se sentir obrigado a seguir tal candidato só pq seu Bispo denunciou algo ou fez preferência por ele.
A igreja já passou por essa péssima experiência de misturar política com Igreja. João Paulo II sofreu o inferno de ter que purificar a Igreja de erros doutrinários, na época da Teologia da Libertação.
Por toda a América latina, na Nicarágua principalmente, ele muito sofreu com os Bispos e Padres "vermelhos" influenciados pelo marxismo dialético e ateu. Naquele tempo, qualquer Guerrilheiro ou camponês que morresse na luta nos campos, era tido como um "mártir". Chegaram até a comparar aquele famoso guerrilheiro assassino, cruel, que fazia questão de matar pessoalmente seus prisioneiros - o tal de Che Guevara, com o Francisco de Assis. Basta pesquisar sobre a intromissão revolucionária e política na Igreja, notadamente em Medelin e Puebla, para vermos como o pensamento dos Bispos e Padres vermelhos não eram a voz da Santa Sé, e nem de Deus.
Acho que esses Bispos e Padres que se arvoram em saber de política, e se acham tentados a opinar, esquecendo que são formadores de opinião, deveriam confessar mais o povo e falar da importãncia da Eucaristia na vida do Cristão.
Lembro aqui a profecia de Amós: O povo está sedento e faminto. Não uma fome de pão e nem uma sede de água, mas ávidos em ouvir a palavra de Deus, o amor e seus mistérios.
Já basta o contra testemunho cristão dos que se dizem Pastores evangélicos, lá no Congresso, onde sempre se envolvem em escãndalos e falcatruas.
Dai a César o que é de César - Os politicos
Mas na verdade, em se tratando de política, nenhum sacerdote representa a voz da Igreja e da hierarquia. Aliás, isto toca o Dogma da Infalibilidade Papal. O papa é falível quando trata de assuntos fora dos aspectos moral, espiritual ou teológico, no caso, pode-se incluir aí a política.
Desta forma, nenhum católico deve se sentir obrigado a seguir tal candidato só pq seu Bispo denunciou algo ou fez preferência por ele.
A igreja já passou por essa péssima experiência de misturar política com Igreja. João Paulo II sofreu o inferno de ter que purificar a Igreja de erros doutrinários, na época da Teologia da Libertação.
Por toda a América latina, na Nicarágua principalmente, ele muito sofreu com os Bispos e Padres "vermelhos" influenciados pelo marxismo dialético e ateu. Naquele tempo, qualquer Guerrilheiro ou camponês que morresse na luta nos campos, era tido como um "mártir". Chegaram até a comparar aquele famoso guerrilheiro assassino, cruel, que fazia questão de matar pessoalmente seus prisioneiros - o tal de Che Guevara, com o Francisco de Assis. Basta pesquisar sobre a intromissão revolucionária e política na Igreja, notadamente em Medelin e Puebla, para vermos como o pensamento dos Bispos e Padres vermelhos não eram a voz da Santa Sé, e nem de Deus.
Acho que esses Bispos e Padres que se arvoram em saber de política, e se acham tentados a opinar, esquecendo que são formadores de opinião, deveriam confessar mais o povo e falar da importãncia da Eucaristia na vida do Cristão.
Lembro aqui a profecia de Amós: O povo está sedento e faminto. Não uma fome de pão e nem uma sede de água, mas ávidos em ouvir a palavra de Deus, o amor e seus mistérios.
Já basta o contra testemunho cristão dos que se dizem Pastores evangélicos, lá no Congresso, onde sempre se envolvem em escãndalos e falcatruas.
Dai a César o que é de César - Os politicos