Com eleitorado cativo e financiamento, candidatos descontentes com 'o sistema' tiraram força de moderados
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Assim como no pequeno Delaware, as eleições de 2010 nos EUA estão marcadas pela presença do Tea Party. O movimento nascido no ano passado reflete a "irritação" de uma parcela dos americanos diante da economia estagnada e das soluções "liberais" e "socialistas" adotadas pela Casa Branca.
A proposta é o retorno a uma alternativa "ultraconservadora", marcadas por ideias tão inusitadas como a eliminação da receita federal. Com esse apelo, o Tea Party tomou conta de 70% dos eleitores do Partido Republicano e concorre com 138 candidatos para as cadeiras disponíveis da Câmara dos Deputados e do Senado americano.
Incensado por duas celebridades que não estão na disputa de 2 de novembro, a ex-governadora do Alasca Sarah Palin e o apresentador da Fox News Glenn Beck, o movimento se divide em diferentes facções, como o Tea Party Express e o Freedom Works. Todos são altamente eficientes em matéria de arrecadação de fundos e estão unidos pela defesa do Estado mínimo e da aplicação literal da Constituição americana. Em resumo, o grupo é contrário a qualquer medida do governo que interfira nas decisões e na vida privada dos cidadãos.
Mesmo com recursos financeiros e insatisfação popular abundantes nesta época de crise, várias das candidaturas do Tea Party prejudicaram as chances do próprio Partido Republicano nas eleições de novembro.
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Assim como no pequeno Delaware, as eleições de 2010 nos EUA estão marcadas pela presença do Tea Party. O movimento nascido no ano passado reflete a "irritação" de uma parcela dos americanos diante da economia estagnada e das soluções "liberais" e "socialistas" adotadas pela Casa Branca.
A proposta é o retorno a uma alternativa "ultraconservadora", marcadas por ideias tão inusitadas como a eliminação da receita federal. Com esse apelo, o Tea Party tomou conta de 70% dos eleitores do Partido Republicano e concorre com 138 candidatos para as cadeiras disponíveis da Câmara dos Deputados e do Senado americano.
Incensado por duas celebridades que não estão na disputa de 2 de novembro, a ex-governadora do Alasca Sarah Palin e o apresentador da Fox News Glenn Beck, o movimento se divide em diferentes facções, como o Tea Party Express e o Freedom Works. Todos são altamente eficientes em matéria de arrecadação de fundos e estão unidos pela defesa do Estado mínimo e da aplicação literal da Constituição americana. Em resumo, o grupo é contrário a qualquer medida do governo que interfira nas decisões e na vida privada dos cidadãos.
Mesmo com recursos financeiros e insatisfação popular abundantes nesta época de crise, várias das candidaturas do Tea Party prejudicaram as chances do próprio Partido Republicano nas eleições de novembro.


