Rússia declara guerra à superstição: serviços vinculados com o ocultismo
16.10.2010 – MOSCOU – A Rússia declarou guerra à superstição, negócio que movimenta US$ 2 bilhões por ano, ao proibir a publicidade de curandeiros, futurólogos e videntes, entre outros praticantes do ocultismo.
“Na Rússia há 800 mil curandeiros, mas só 620 mil médicos. É ridículo tratar uma dor de dentes esfregando a bochecha com o rabo de um rato”, afirma a deputada Tatiana Yákovleva, membro do comitê de Saúde da Duma (assembleia legislativa) russa.
A Câmara aprovou uma lei que proíbe anunciar nos meios de comunicação serviços de pessoas vinculadas com o paranormal, magia, feitiçaria, hipnose e vudu, entre outros. “A lei procura proteger as pessoas da publicidade enganosa de falsos especialistas e, assim, preservar sua saúde física e moral”, diz o documento aprovado pela Duma e do qual participou ativamente a Igreja Ortodoxa Russa (IOR).
Tatiana qualificou de “criminosos” os que enganam seus clientes com promessas de um remédio para o câncer ou a aids. Por isso, a lei também proibirá o exercício daqueles que prometam a cura de doenças com métodos não científicos, exigindo uma licença reconhecida pela legislação e concedida pelo Estado.
A partir de agora, os meios de comunicação assumirão a responsabilidade pela publicação dos serviços desses praticantes alternativos sem licença oficial. Esses “charlatões atraem muitos clientes sem dar nenhuma garantia e, muitas vezes, estão implicados em fraude. Causam um prejuízo moral e físico às pessoas e um prejuízo econômico ao país”, denunciaram os deputados ao apresentar a iniciativa parlamentar.
16.10.2010 – MOSCOU – A Rússia declarou guerra à superstição, negócio que movimenta US$ 2 bilhões por ano, ao proibir a publicidade de curandeiros, futurólogos e videntes, entre outros praticantes do ocultismo.
“Na Rússia há 800 mil curandeiros, mas só 620 mil médicos. É ridículo tratar uma dor de dentes esfregando a bochecha com o rabo de um rato”, afirma a deputada Tatiana Yákovleva, membro do comitê de Saúde da Duma (assembleia legislativa) russa.
A Câmara aprovou uma lei que proíbe anunciar nos meios de comunicação serviços de pessoas vinculadas com o paranormal, magia, feitiçaria, hipnose e vudu, entre outros. “A lei procura proteger as pessoas da publicidade enganosa de falsos especialistas e, assim, preservar sua saúde física e moral”, diz o documento aprovado pela Duma e do qual participou ativamente a Igreja Ortodoxa Russa (IOR).
Tatiana qualificou de “criminosos” os que enganam seus clientes com promessas de um remédio para o câncer ou a aids. Por isso, a lei também proibirá o exercício daqueles que prometam a cura de doenças com métodos não científicos, exigindo uma licença reconhecida pela legislação e concedida pelo Estado.
A partir de agora, os meios de comunicação assumirão a responsabilidade pela publicação dos serviços desses praticantes alternativos sem licença oficial. Esses “charlatões atraem muitos clientes sem dar nenhuma garantia e, muitas vezes, estão implicados em fraude. Causam um prejuízo moral e físico às pessoas e um prejuízo econômico ao país”, denunciaram os deputados ao apresentar a iniciativa parlamentar.