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Estudantes comemoraram o adiamento

Iniciado por andr_3 em 02/03/2007 · 13 mensagens

andr_3#1
Estudantes comemoraram o adiamento da votação da maioridade penal.
Tenho profundo desprezo pelos estudantes comunistas deste país:

http://g1.globo.com/Noticias/0,,MUL8043-5601-5953,00.html"O clima esquentou ao final da sessão. ACM repudiou um grupo de estudantes que comemorou o adiamento da votação. "Aqui não é lugar para palhaços", disse o o presidente da CCJ. Como resposta, um dos estudantes o chamou em voz alta de "fascista". ACM preferiu não revidar."
andr_3#2
eles mudaram a reportagem?!!!

aqui vai o link:
edgard#3
Um desses "estudantes", Marcelo Gavião, foi o presidente da UBES em 2004. Eu o conheci na minha época de militante secundarista em 2001. Naquela ocasião ele já tinha alguns anos militando como estudante secundarista. E, pelo vista, continua secundarista.
marcos_12#4
Todo e qualquer movimentos estudantil no Brasil é uma pancadaria da extrema-esquerda. O domínio desses grupos oscila entre partidários da esquerda do PT, PCdoB e PSTU, e todo em coro gritando "fascista" para os que estiverem na "direita" do PT à direita, pegando PSDB, PFL, PP, PMDB, Globo, Clinton, Bush, Napoleão e o cavalo de Tróia.

Esse pessoal não merece nem se apresentar em público. É uma afronta ao bom senso.
inocncio#5
Essa tática é bem antiga. Essa gente está lá para marcar posição pela intimidação. Não são estudantes: são militantes profissionais a serviço do movimento. Em plena sexta-feira "estudantes" deveriam estar estudando e não tentando congelar o funcionamento do parlamento. Falta porrada, essa é a verdade.
inocncio#6
Como sempre, CNBB vai a favor do crime. Até quando os fiéis vão tolerar esses padres discípulos de Satan?

http://g1.globo.com/Noticias/0,,MUL7813-5598,00.htmlCNBB critica redução da maioridade penalA Comissão Brasileira de Justiça e Paz (CBJP), organismo da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB,) manifestou-se nesta terça-feira (27), por meio de uma nota à imprensa, sobre o clima de violência que assola o país, preocupada com possíveis mudanças na legislação.

“A fome, a desigualdade e a exclusão social constituem alguns dos fatores condicionantes do crescimento da criminalidade. Todavia, é necessário também afirmar que a dimensão e a continuidade da existência destes fatores revelam o quadro estrutural da violência no Brasil”, diz a nota.
inocncio#7
egundo a CBJP, este contexto provoca mudanças culturais que enfraquecem valores importantes para convivência em sociedade. "Qualquer medida que não tenha tais fatores em conta tende a fracassar em suas intenções. Pretender aumentar o período de internação do adolescente infrator nos estabelecimentos sócio-educativos ou aumentar as penas dos imputáveis, em nada contribui para enfrentar a criminalidade neste contexto".

Torna-se necessário buscar as causas determinantes dos crimes, porque a pessoa humana não é intrinsecamente vocacionada para o delito. “Ao se pretender uma legislação mais rigorosa, é fundamental refletir sobre o momento no qual a mesma está sendo deliberada: a emoção e indignação justa. Emocionado e indignado, o legislador deve decidir sobre os mecanismos geradores de tal quadro social”, argumenta a comissão.

No texto, a CBJP diz ainda que “o fim da impunidade certamente tem efeitos mais significativos na redução da criminalidade que diversas alterações na legislação vigente. E para tal são necessárias ações como a efetiva execução da lei e o conseqüente aparelhamento do Estado no que se refere à capacidade de investigação, julgamento e cumprimento das penas previstas”.
inocncio#8
“Infelizmente os sistemas prisional e sócio-educativo do país não estão preparados para exercer o mister de recuperação dos internos. Muitos dos presídios e estabelecimentos destinados aos adolescentes infratores tendem a se tornar escolas de aprimoramento da delinqüência”, afirma a nota.

A comissão cita, como medidas preventivas, um policiamento bem preparado e um sistema de justiça ágil. “A situação criminal exige do Estado e da sociedade soluções urgentes: do Estado, poder de polícia; e da sociedade, preservação dos valores da ética e da moral, a começar pela família”, argumenta a comissão.

“Aos meios de comunicação, sugere-se uma pauta menos voltada para a violência e mais direcionada à difusão da cultura da paz”, sugere a CBJP.
andreagabi#9
Muito boa essa do "Napoleão e o cavalo de Tróia"... gargalhadas

A maioria dos estudantes está com a cabeça lavada mesmo. Mas saibam que nem tudo está perdido:

http://www.youtube.com/watch?v=5Mai4S36a4g

O problema é como multilicar este tipo de estudante...
priscila#10
Eu acho que a CNBB deveria ser denunciada e extinta.
Mas, como já expliquei, faço o que posso e não me sinto à vontade pra ir reclamar com as autoridades eclesiásticas católicas.
Sugiro que isto seja feito!!!!!
inocncio#11
Isso não é um fato novo na Igreja. Nos anos 60 havia padres que organizaram ATENTADOS A BOMBA e faziam treinamento em Cuba. A via camponesa recebeu enorme ajuda da igreja nos anos 60. Ou seja: esses padres são padres humanistas, são padres que rezam uma Bíblia diferente. A Bíblia de Karl Marx, Engels, em resumo, a Bíblia de Satan. Não são seguidores de uma causa cristão nem aqui nem na China. Principalmente porquê estão cientes da verdadeira natureza genocída do regime que abraçam.
Eu já disse e reafirmo: é muito estranha, bizarra, a complacência do Vaticano com esse movimento insurgente dentro da Igreja. Não existe essa de "há liberdade ideológica dentro da Igreja" e cada um pensa o que quiser. Existe uma ideologia a ser abraçada: o cristianismo. Aqueles que não estão dentro disso devem ser postos para fora imediatamente. Caso contrário vira isso que estamos vendo hoje. Daqui a pouco tem padre nazista também, dizendo que os judeus devem ser exterminados mesmo pq afinal de contas foram eles que escolheram Barrabás.
inocncio#12
Os fiéis precisam exigir uma postura mais enérgica da igreja com esses padres. Se os fiéis não exigirem, nada será feito. É preciso demonstrar o descontentamento dos fiéis com essas atitudes.
inocncio#13
Leia o que eu escrevi. Eu pedi para os fiéis se manifestarem, não a igreja. Os fiéis manifestando o seu descontentamento fica muito mais fácil. Justamente porquê, como você bem disse, a Igreja não quer perder fiéis.

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