Estudantes comemoraram o adiamento da votação da maioridade penal.
Tenho profundo desprezo pelos estudantes comunistas deste país:
http://g1.globo.com/Noticias/0,,MUL8043-5601-5953,00.html"O clima esquentou ao final da sessão. ACM repudiou um grupo de estudantes que comemorou o adiamento da votação. "Aqui não é lugar para palhaços", disse o o presidente da CCJ. Como resposta, um dos estudantes o chamou em voz alta de "fascista". ACM preferiu não revidar."
Um desses "estudantes", Marcelo Gavião, foi o presidente da UBES em 2004. Eu o conheci na minha época de militante secundarista em 2001. Naquela ocasião ele já tinha alguns anos militando como estudante secundarista. E, pelo vista, continua secundarista.
Todo e qualquer movimentos estudantil no Brasil é uma pancadaria da extrema-esquerda. O domínio desses grupos oscila entre partidários da esquerda do PT, PCdoB e PSTU, e todo em coro gritando "fascista" para os que estiverem na "direita" do PT à direita, pegando PSDB, PFL, PP, PMDB, Globo, Clinton, Bush, Napoleão e o cavalo de Tróia.
Esse pessoal não merece nem se apresentar em público. É uma afronta ao bom senso.
Essa tática é bem antiga. Essa gente está lá para marcar posição pela intimidação. Não são estudantes: são militantes profissionais a serviço do movimento. Em plena sexta-feira "estudantes" deveriam estar estudando e não tentando congelar o funcionamento do parlamento. Falta porrada, essa é a verdade.
Como sempre, CNBB vai a favor do crime. Até quando os fiéis vão tolerar esses padres discípulos de Satan?
http://g1.globo.com/Noticias/0,,MUL7813-5598,00.htmlCNBB critica redução da maioridade penalA Comissão Brasileira de Justiça e Paz (CBJP), organismo da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB,) manifestou-se nesta terça-feira (27), por meio de uma nota à imprensa, sobre o clima de violência que assola o país, preocupada com possíveis mudanças na legislação.
“A fome, a desigualdade e a exclusão social constituem alguns dos fatores condicionantes do crescimento da criminalidade. Todavia, é necessário também afirmar que a dimensão e a continuidade da existência destes fatores revelam o quadro estrutural da violência no Brasil”, diz a nota.
egundo a CBJP, este contexto provoca mudanças culturais que enfraquecem valores importantes para convivência em sociedade. "Qualquer medida que não tenha tais fatores em conta tende a fracassar em suas intenções. Pretender aumentar o período de internação do adolescente infrator nos estabelecimentos sócio-educativos ou aumentar as penas dos imputáveis, em nada contribui para enfrentar a criminalidade neste contexto".
Torna-se necessário buscar as causas determinantes dos crimes, porque a pessoa humana não é intrinsecamente vocacionada para o delito. “Ao se pretender uma legislação mais rigorosa, é fundamental refletir sobre o momento no qual a mesma está sendo deliberada: a emoção e indignação justa. Emocionado e indignado, o legislador deve decidir sobre os mecanismos geradores de tal quadro social”, argumenta a comissão.
No texto, a CBJP diz ainda que “o fim da impunidade certamente tem efeitos mais significativos na redução da criminalidade que diversas alterações na legislação vigente. E para tal são necessárias ações como a efetiva execução da lei e o conseqüente aparelhamento do Estado no que se refere à capacidade de investigação, julgamento e cumprimento das penas previstas”.
“Infelizmente os sistemas prisional e sócio-educativo do país não estão preparados para exercer o mister de recuperação dos internos. Muitos dos presídios e estabelecimentos destinados aos adolescentes infratores tendem a se tornar escolas de aprimoramento da delinqüência”, afirma a nota.
A comissão cita, como medidas preventivas, um policiamento bem preparado e um sistema de justiça ágil. “A situação criminal exige do Estado e da sociedade soluções urgentes: do Estado, poder de polícia; e da sociedade, preservação dos valores da ética e da moral, a começar pela família”, argumenta a comissão.
“Aos meios de comunicação, sugere-se uma pauta menos voltada para a violência e mais direcionada à difusão da cultura da paz”, sugere a CBJP.
Eu acho que a CNBB deveria ser denunciada e extinta.
Mas, como já expliquei, faço o que posso e não me sinto à vontade pra ir reclamar com as autoridades eclesiásticas católicas.
Sugiro que isto seja feito!!!!!
Isso não é um fato novo na Igreja. Nos anos 60 havia padres que organizaram ATENTADOS A BOMBA e faziam treinamento em Cuba. A via camponesa recebeu enorme ajuda da igreja nos anos 60. Ou seja: esses padres são padres humanistas, são padres que rezam uma Bíblia diferente. A Bíblia de Karl Marx, Engels, em resumo, a Bíblia de Satan. Não são seguidores de uma causa cristão nem aqui nem na China. Principalmente porquê estão cientes da verdadeira natureza genocída do regime que abraçam.
Eu já disse e reafirmo: é muito estranha, bizarra, a complacência do Vaticano com esse movimento insurgente dentro da Igreja. Não existe essa de "há liberdade ideológica dentro da Igreja" e cada um pensa o que quiser. Existe uma ideologia a ser abraçada: o cristianismo. Aqueles que não estão dentro disso devem ser postos para fora imediatamente. Caso contrário vira isso que estamos vendo hoje. Daqui a pouco tem padre nazista também, dizendo que os judeus devem ser exterminados mesmo pq afinal de contas foram eles que escolheram Barrabás.
Os fiéis precisam exigir uma postura mais enérgica da igreja com esses padres. Se os fiéis não exigirem, nada será feito. É preciso demonstrar o descontentamento dos fiéis com essas atitudes.
Leia o que eu escrevi. Eu pedi para os fiéis se manifestarem, não a igreja. Os fiéis manifestando o seu descontentamento fica muito mais fácil. Justamente porquê, como você bem disse, a Igreja não quer perder fiéis.