O Serra foi ridículo no debate da Globo, assim como no último programa do horário eleitoral!!!
Se o merda tivesse rasgado o verbo em cima do PNDH-3, Foro de São Paulo, valores morais, etc, talvez ele tivesse alguma chance, mas o viado preferiu ficar naquela de "você é amiguinha da Erenice... vocês fizeram bonito na economia e nas políticas sociais, mas eu vou fazer mais..."
Boa parte da culpa também é dos merdas da Teologia da Libertação que serviram de sucedâneo de consciência para milhões de ditos cristãos que votaram no PT!!!...
AGORA VOU COMBATER A TEOLOGIA DA LIBERTAÇÃO COM EMPENHO REDOBRADO!!!
Qual é o futuro da oposição? Sair do armário. Ou não tem futuro.
.
Por Reinaldo Azevedo
. Começo este texto pela ressalva: qualquer comentário que não leve em conta a truculência oficial no processo eleitoral será sempre manco. Nunca se viu uso tão descarado da máquina pública em favor de uma candidatura. O desassombro com que o presidente Lula renunciou a qualquer resquício de decoro, à tal liturgia do cargo, para se entregar ao bate-boca eleitoral é certamente inédito. Nunca se viu uma agenda administrativa tão colada à agenda eleitoral e partidária. Até mesmo o anúncio de uma possível nova reserva gigante de petróleo no pré-sal - que pode conter “x” bilhões de barris ou “5x” - se fez de acordo com as exigências do calendário político: dois dias antes da eleição. E assim se fez quando a peça da resistência da campanha eleitoral petista era justamente a suposta, porque falsa, intenção dos tucanos de privatizar a Petrobras e o pré-sal. A ressalva se estende por mais um parágrafo ainda, antes que retome o fio da primeira linha.
Nunca antes nestepaiz se viu tanta sujeira numa campanha. Já na largada, descobriu-se um verdadeiro bunker montado em Brasília destinado à produção de dossiês. Constatou-se, o que endossou as acusações de Serra, que o sigilo fiscal de tucanos e de familiares do candidato havia sido violado. Em todos os casos, as digitais do petismo se fizeram presentes. No bate-boca eleitoral, atribuiu-se, com a colaboração de setores da imprensa - o que é fabuloso -, o jogo bruto à vítima. Isso também é inédito Feitas as ressalvas, retomemos o fio.
Há pelo menos oito anos, esta que se chama hoje oposição é refém da narrativa que o PT inventou para ela. As três campanhas eleitorais tucanas - 2002, 2006 e 2010 - mostraram-se incapazes de responder à vaga de desqualificação do petismo. Nem mesmo se pode dizer que consegue ser apenas reativa porque nem a isso chega. Ao contrário até: faz um enorme esforço para mudar de assunto. E a estratégia tem falhado reiteradamente. Disputou com candidatos ruins? De jeito nenhum! José Serra e Geraldo Alckmin eram personagens eleitoralmente viáveis. O problema é de outra natureza. Parece haver um erro básico de leitura da realidade.
Tenho pra mim que há três eleições pelo menos os tucanos se tornaram reféns também de pesquisas qualitativas: em 2002, o fantasma era a “impopularidade” de FHC, o que fez com que a campanha da oposição tentasse se descolar do governo - governo que tinha, sim, passado pela crise energética em 2001, mas que reunia méritos gigantescos, muitos deles então frescos na cabeça do eleitor. Mas as pesquisas diziam: “Não toquem no nome de FHC pelo amor de Deus!”. E o governo que havia estabilizado a economia, domado a inflação, tirado muitos milhões da miséria, inaugurado os programas sociais que viraram o Bolsa Família, bem, aquele governo parecia um anátema.
Em 2006, com Geraldo Alckmin candidato, o PSDB insistiu no mesmo erro básico - medo de sua história. Às mistificações do lulo-petismo, respondeu com o que chamo “maximização do mínimalismo administrativista”, erro, entendo, reiterado desta vez. O fantasma da privatização, brandido de novo pelo petismo, é um bom emblema. O marketing tucano caiu duas vezes no mesmo truque, tropeçou duas vezes na mesma pedra, permitiu que João Santana risse duas vezes da mesma piada.
Ora, é falso, mentiroso, mistificação barata, sustentar duas coisas, a saber: a) que a concessão de áreas para a exploração de petróleo seja privatização; b) que os tucanos queriam privatizar a Petrobras e o pré-sal. Mas qual foi a reação, TARDIA, da propaganda do PSDB na TV? Agasalhar a tese de que concessão é privatização; tomar a privatização com um malefício e depois devolver a acusação: “Quem fez, sei lá, 108 ‘privatizações’ foi a Dilma”. Ou seja: tentou falar a linguagem do inimigo, aderir à sua racionalidade vigarista, para tentar inverter o jogo. Em nenhum momento os programas eleitorais do PSDB se lembraram de INFORMAR aos eleitores que, quando FHC chegou ao poder, o Brasil produzia 700 mil barris de petróleo por dia; quando ele deixou o governo, em 2002, o país produzia 1,4 milhão de barris - o dobro. No governo Lula, o aumento da produção foi de 50%.
Não quero me ater neste texto aos muitos erros do horário eleitoral. Até porque esses poucos que citei servem apenas para ilustrar uma tese: se quer voltar ao poder federal, a oposição terá, em primeiro lugar, de se tonar senhora de sua própria história, recolocando os fatos em seu devido lugar. E terá de enfrentar o lulo-petismo sem receio - terá de enfrentar, inclusive, o mito do “Lula intocável”. Porque os números,ao contrário do que rezam as aparências, demonstram que isso também é falso, o que fica para outro texto.
Desde já
Se as atuais oposições pretendem voltar ao poder em 2015, vencendo, pois, as eleições de 2014, têm de começar a enfrentar o governo desde já - ou, vá lá, a partir de 2 de janeiro de 2011.Assim se faz nas grandes democracias do mundo. Barack Obama estava no poder havia 15 dias, e o odiado Dick Cheney deu o grito de guerra. Alguns chegaram a dizer que ele estava enterrando o Partido Republicano. É mesmo? Pois os republicanos estão prestes a tomar de Obama a maioria no Senado e na Câmara. E olhem que, em matéria de mito, o presidente americano dá surra em qualquer um.
De fato, foram oito anos de quase não-oposição - essa é a verdade. E não se consegue despertar para esse mister nos quatro ou cinco meses que antecedem uma eleição. Nesse tempo, o PT contou a história como bem quis. “Então você sugere que os tucanos digam ‘não’ ao governo mesmo quando a proposta é boa, seguindo o modelo petista?” Não! Eu sugiro que os tucanos, democratas e quantos se oponham ao PT - desde que não seja optando pela extrema esquerda, claro! - tentem apresentar sempre propostas MELHORES. E que não tenha receio de ter a sua agenda. É difícil? Claro que sim! Mas precisa ser feito.
Dilma, agora, vai procurar a conciliação. É da natureza do jogo. A conversa é a de sempre: “Os interesses do país pedem etc e tal”. O próprio Lula se lembrará de ser um “conciliador”, convocando os homens que querem o bem do Brasil… Até a próxima disputa. Se os oposicionistas caírem na conversa da tal “agenda comum”, serão jantados de novo daqui a pouco.
Agenda comum?
Como sempre, o começo do governo será pautado pela urgência da reforma política, da reforma tributária, da reforma trabalhista - as reformas, enfim, que todos dizem querer fazer e que acabam não sendo feitas. O governo Dilma terá maioria esmagadora na Câmara e no Senado. Mas sabemos todos que essa maioria nominal não diz muita coisa a depender do tema. Sim, a oposição tem de ter as suas próprias propostas e brigar muito por elas no detalhe, comparecendo para o debate.
Quem quer que vá liderar esse trabalho tem de se mostrar como uma alternativa de poder, não como linha auxiliar do governo, o que o PSDB demonstrou ser muitas vezes. Isso não impediu, como se viu em 2006 e 2010, o eficiente trabalho de satanização promovido pelo PT. Considerados os governos dos estados, e ainda escreverei mais a respeito, as oposições governarão praticamente a metade da população e, vou fazer as contas, mais de 60% do PIB. Têm um base formidável para traçar as coordenadas de seu futuro. E, curiosamente, o seu futuro tem de começar por não ter medo do seu passado, que tem de ser libertado do cativeiro em que o prendeu o PT.
. http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/qual-e-…-tem-futuro/
. Tio Rei, na mosca, como sempre.
Amigo, eles vão entrar pra LIQUIDAR, acredite. Vai ser esmagador. Como Lenin, como Hitler, como Mao. Não haverá NADA parecido com nenhum governo anterior: não será "normal", e a corrupção não é o pior - o pior será a perda TOTAL da liberdade. O Brasil vai ALAVANCAR os governos foristas de TODA a América Latina, agora: assistiremos ao TOMBO, e quem vai financiar o tombo somos nós.
É claro que nunca faria uma oposição de verdade porque este partido também é esquerdista e como Olavo diz: "O PSDB é a direita da esquerda" e apenas isto.
Como eles iriam enfrentá-los se pensam de maneira muito parecida.
Para fazer a oposição de verdade tem que primeiro pensar de maneira diferente da situação.
Esse chargista, aliás, é também um desenhista FENOMENAL. 😄!
Sou FÃ do traço dele.
*****
E o DEM, hein? Caramba, mas que embolação mais sem-vergonha! Aquilo virou uma ZONA!
A direita no Brasil é o Onyx Lorenzoni, coitado: tendo que passar pelo dissabor de ouvir o novo presidente do partido, José Agripino, dizer, de dedo em riste: "nego a pecha de ser de direita!"- ao que o Onyx imediatamente respondeu: "Aí não! Eu sou de direita!"
Eu francamente, se estivesse num partido no qual o presidente levantasse o dedo pra afirmar que "nega a pecha de ser de direita", todo abespinhado, mandava o sujeito pra puta que o pariu e dava o fora dali na mesma hora. "Pecha"? Eu vou te contar!...
O Onyx não é tão destemperado quanto eu e ficou - porque também se saísse, coitado, não tinha pra onde IR! Mas deve ser um tremendo sacrifício, e um exercício de disciplina, ficar no meio de uma gente tão inconfiável, tão salafrária.
Mas fez um ESTRAGO, o queniano. Evidentemente que no meio do caminho conseguiram CONTÊ-LO. Mesmo assim, foi um arraso - e o que é mais chato: seria perfeitamente EVITÁVEL. POR QUE deixaram que se elegesse aquele queniano, caramba? Era caso de enfrentar tempestade, furacão e nevasca pra impedir! Não era hora de ficar em casa!
Bom, agora é tocar pra frente: e ele NÃO se reelege de jeito nenhum.
Num encontro recheado de simbolismo político em São Paulo, a presidente Dilma Rousseff e o governador Geraldo Alckmin trocaram elogios, evidenciando a aproximação entre os dois e despertando polêmica em setores do PSDB e do PT.
Em cerimônia no Palácio dos Bandeirantes, para lançamento do programa Brasil sem Miséria, no Sudeste, Alckmin disse que o "período de disputa" política estava ultrapassado e o momento era de unir esforços. "Isso se deve ao seu patriotismo, generosidade e espírito conciliador", afirmou o tucano para Dilma. Os elogios causaram surpresa, inclusive nos tucanos presentes.
Alckmin e Dilma firmaram acordo de unificação dos programas de transferência de renda paulista e federal. Os beneficiados, cerca de 1 milhão de famílias, terão um mesmo cartão para sacar os recursos do Bolsa Família, do governo federal, e do Renda Cidadã, do Estado.
A ala do PSDB mais crítica ao governo federal, ligada ao ex-governador José Serra, não participou do encontro. O ex-candidato a presidente fora convidado, assim como o senador Aloysio Nunes Ferreira (SP) e o ex-governador Alberto Goldman. Nenhum deles compareceu. O prefeito Gilberto Kassab também não foi à reunião...
Os tucanos que não gostaram da aproximação de Alckmin com Dilma disseram que o governador mira a reeleição e, por isso, estaria em busca de recursos do governo federal. Em nome dessa estratégia, teria optado por um discurso pouco oposicionista, ignorando a discussão em torno da paternidade dos programas sociais - o PSDB diz que o Bolsa Família nasceu de iniciativas da era FHC, como o Bolsa Escola.
A avaliação também ressoou entre petistas, para quem o movimento de Dilma pode fortalecer ainda mais o PSDB no principal colégio eleitoral do País. O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi convidado para o encontro, mas não compareceu - ele também fora chamado para a reunião com os governadores do Nordeste, no começo do mês, e não foi.
O deputado federal Paulo Maluf (PP-SP) comemorou 80 anos neste sábado com festa para 800 pessoas, realizada na Sala São Paulo, região central da capital paulista. O vice-presidente da República, Michel Temer (PMDB-SP), o governador do Estado, Geraldo Alckmin (PSDB-SP), e o prefeito Gilberto Kassab (PSD-SP) marcaram presença e posaram para fotógrafos ao lado do aniversariante. Além de um coquetel com cardápio e champanhe franceses, Maluf foi homenageado com um concerto do pianista Arnaldo Cohen acompanhado da Orquestra Sinfônica de São Paulo.
Antes do concerto, o deputado cumprimentou convidados, que fizeram fila para o beija-mão, ao lado da mulher Sylvia Maluf. Em vez de presentes, ele pediu aos convidados que fizessem doações em cheques que serão repassados para a Santa Casa de Misericórdia, segundo informou a assessoria de imprensa do político.
Na saída do concerto, que terminou por volta das 22h40, os convidados receberam como cortesia o livro Ele - Maluf, Trajetória da Audácia, um depoimento do político ao jonalista Tão Gomes Pinto.
Não vai ser o maior roubo da história. Já tá sendo.
É uma coisa impressionante: O governo torrando bilhões para fazer evento esportivo e abrindo as pernas para mudar o ordenamento jurídico do país, enquanto falta dinheiro para assistência médica, para saneamento básico, infra-estrutura, educação e etc.
Como é que a oposição não usa uma coisa óbvia dessas para meter porrada no governo? Imaginem se fosse outro o governo e o PT na oposição numa situação como essas? O que eles fariam? Exatamente o que deve ser feito.