Nada mais me irrita em termos de discussão que o apelo comum aos sentimentos, ao sentimentalismo. E ad misericordiam é a falácia mais inoportuna que alguém pode usar. É a demonstração não mais que evidente de desonestidade intelectual e de menosprezo ao debate – é como debater com um eleitor de Dilma Rousseff, o exemplo perfeito de inferioridade intelectual e moral. Mas, quero chamar atenção para o sentimentalismo baseado no argumento do amor.
Muitas pessoas usam, como citado acima, os sentimentos como argumento. O argumento do amor é um que tais pessoas, presumo, devem julgar um dos argumentos mais fortes. Pois costumam deixar de lado as questões frias das coisas para se deixarem levar pelos sentimentos mais irracionais da fantasia humana para justificar as coisas mais, igualmente, irracionais. Pois bem. Destruamos, então, o argumento do amor.
Muitas pessoas usam, como citado acima, os sentimentos como argumento. O argumento do amor é um que tais pessoas, presumo, devem julgar um dos argumentos mais fortes. Pois costumam deixar de lado as questões frias das coisas para se deixarem levar pelos sentimentos mais irracionais da fantasia humana para justificar as coisas mais, igualmente, irracionais. Pois bem. Destruamos, então, o argumento do amor.