Bom dia a todos.
LEIAM ATÉ O FINAL. MUITO IMPORTANTE!
Essas eleições do último dia 31 serviram para germinar em meu âmago dois sentimentos antagônicos:
O primeiro deles é o temor. Temor de todos os males e vicissitudes que o comunismo ou qualquer ideologia revolucionária traz ao povo governado por essas rédeas. Perigamos perder tudo aquilo que nós caracteriza como homens livres: A liberdade de imprensa, de manifestação, escolha, crença e, quem sabe, até mesmo o nosso direito à vida tenderá a relativizar-se.
O segundo sentimento que me foi trazido é muito mais nobre e respeitável: A esperança. Desde a década de sessenta, na marca pela família e pela liberdade, nunca havia se visto uma manifestação tão clara e inequívoca de que o povo Brasileiro É SIM CONSERVADOR! Cristãos de todos os cantos se insurgiram, erigindo uma muralha entre os ímpios que apóiam o morticínio e os que defendem o verdadeiro valor à vida. Há muitas décadas Cristo não fora tão evocado, fazendo com que políticos façam o sinal da cruz em igrejas ou orem em templos evangélicos. Ser de direita nunca esteve tão em voga!
Antes absurdamente massacrados, agora nós tivemos voz – e o melhor! – não tivemos a menor vergonha de solta-la! Gritamos, distribuímos, fomos detidos, presos, brigamos, lutamos e convencemos. Se a vitória nas urnas não foi possível, a vitória em outros campos foi cediça: Após essa manifestação incrível contrária ao aborto, fazendo com que candidatos engasguem e temam até mesmo ouvir essa palavra em tempos de eleições, aprovar projetos como o PNDH3 na íntegra revelam-se quimeras cada vez mais distantes.
O que eu mais ouvi no decorrer do pleito foi: “Voto no Serra porque é o melhorziho, mas ele não me representa!” – “Precisamos de um partido verdadeiro de Direita!” – “Estamos órfãos de representantes verdadeiramente conservadores!” e tantas outras alusão à escassez moralista em nosso país.
Continua . . .
LEIAM ATÉ O FINAL. MUITO IMPORTANTE!
Essas eleições do último dia 31 serviram para germinar em meu âmago dois sentimentos antagônicos:
O primeiro deles é o temor. Temor de todos os males e vicissitudes que o comunismo ou qualquer ideologia revolucionária traz ao povo governado por essas rédeas. Perigamos perder tudo aquilo que nós caracteriza como homens livres: A liberdade de imprensa, de manifestação, escolha, crença e, quem sabe, até mesmo o nosso direito à vida tenderá a relativizar-se.
O segundo sentimento que me foi trazido é muito mais nobre e respeitável: A esperança. Desde a década de sessenta, na marca pela família e pela liberdade, nunca havia se visto uma manifestação tão clara e inequívoca de que o povo Brasileiro É SIM CONSERVADOR! Cristãos de todos os cantos se insurgiram, erigindo uma muralha entre os ímpios que apóiam o morticínio e os que defendem o verdadeiro valor à vida. Há muitas décadas Cristo não fora tão evocado, fazendo com que políticos façam o sinal da cruz em igrejas ou orem em templos evangélicos. Ser de direita nunca esteve tão em voga!
Antes absurdamente massacrados, agora nós tivemos voz – e o melhor! – não tivemos a menor vergonha de solta-la! Gritamos, distribuímos, fomos detidos, presos, brigamos, lutamos e convencemos. Se a vitória nas urnas não foi possível, a vitória em outros campos foi cediça: Após essa manifestação incrível contrária ao aborto, fazendo com que candidatos engasguem e temam até mesmo ouvir essa palavra em tempos de eleições, aprovar projetos como o PNDH3 na íntegra revelam-se quimeras cada vez mais distantes.
O que eu mais ouvi no decorrer do pleito foi: “Voto no Serra porque é o melhorziho, mas ele não me representa!” – “Precisamos de um partido verdadeiro de Direita!” – “Estamos órfãos de representantes verdadeiramente conservadores!” e tantas outras alusão à escassez moralista em nosso país.
Continua . . .