O aparelhamento das polícias, que detém o monopólio do uso da força na sociedade brasileira, restritiva quanto à legítima defesa, é o último passo para a tomada total do poder pelo Foro de São Paulo.
Começou por volta de 1979, com o advento do PT que, com o advento da Anistia, agregou os grupos marxistas que estavam na escuridão. Após a queda do Muro de Berlim e implosão da URSS, passaram a adotar as estratégias de ocipação dos espaços de Antonio Gramsci.
Da universidade aos bancos escolares foi um passo, simultaneamente à ocupação dos meios religiosos através da CNBB e a teologia da libertação. Então as redações já estavam dominadas. Sem falar nos meios culturais e pseudo-culturais. Com as ONGs o cenário estava quase completo.
Faltava o mais difícil: o aparelhamento das forças de segurança do estado. Tal feito só foi possível com a conquista do poder através dos meios democráticos.
No poder, bastou aguardar a reserva dos militares mais antigos, enquanto se sucateava a estrutura dos mais novos e, ao mesmo tempo, ingressavam novos doutrinados em suas fileiras.
Nas polícias militares estaduais a estratégia é mais difícil, por não estarem diretamente subordinadas ao governo central, mas não podemos esquecer que, desde o fim do regime militar, as instituições militares vêm sendo difamadas e demonizadas pelos meios culturais. Junte essa falta de reconhecimento oficial aos baixos salários e à adulação do lumpenproletariado através de políticas de direitos humanos que temos hoje as polícias, se não em seu âmago doutrinadas, mas legalmente atadas.
Com as polícias civis estaduais e a federal foi mais fácil. Bastou acrescentar à todos os fatores anteriormente citados (sucateamento, baixos salários, desmoralização e impunidade) a infiltração sindical, habilmente conduzida e - golpe de mestre - a súbita valorização da Polícia Federal durante um governo socialista.
Começou por volta de 1979, com o advento do PT que, com o advento da Anistia, agregou os grupos marxistas que estavam na escuridão. Após a queda do Muro de Berlim e implosão da URSS, passaram a adotar as estratégias de ocipação dos espaços de Antonio Gramsci.
Da universidade aos bancos escolares foi um passo, simultaneamente à ocupação dos meios religiosos através da CNBB e a teologia da libertação. Então as redações já estavam dominadas. Sem falar nos meios culturais e pseudo-culturais. Com as ONGs o cenário estava quase completo.
Faltava o mais difícil: o aparelhamento das forças de segurança do estado. Tal feito só foi possível com a conquista do poder através dos meios democráticos.
No poder, bastou aguardar a reserva dos militares mais antigos, enquanto se sucateava a estrutura dos mais novos e, ao mesmo tempo, ingressavam novos doutrinados em suas fileiras.
Nas polícias militares estaduais a estratégia é mais difícil, por não estarem diretamente subordinadas ao governo central, mas não podemos esquecer que, desde o fim do regime militar, as instituições militares vêm sendo difamadas e demonizadas pelos meios culturais. Junte essa falta de reconhecimento oficial aos baixos salários e à adulação do lumpenproletariado através de políticas de direitos humanos que temos hoje as polícias, se não em seu âmago doutrinadas, mas legalmente atadas.
Com as polícias civis estaduais e a federal foi mais fácil. Bastou acrescentar à todos os fatores anteriormente citados (sucateamento, baixos salários, desmoralização e impunidade) a infiltração sindical, habilmente conduzida e - golpe de mestre - a súbita valorização da Polícia Federal durante um governo socialista.
