Finalizados os dois dias de prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e após inúmeras reclamações a respeito de erros em caderno de questões, gabaritos e até mesmo sobre falhas na segurança, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), escreveu, neste domingo, em seu perfil no Twitter (,volta e meia em,inep_imprensa) que os candidatos que causarem problemas nas redes sociais podem ser processados.
"Alunos q já 'dançaram' no Enem tentam tumultuar com msgs nas redes sociais. Estão sendo monitorados e acompanhados. Inep pode processá-los" (sic), dizia a mensagem.
O Inep também estuda processar o repórter do Jornal do Comércio por ter cometido ato "ilícito" contras as regras da prova. Ele conseguiu enviar por celular o tema da redação da prova deste domingo durante a realização do exame.
O instituto não considera que houve vazamento da prova, já que o ato não feriu a isonomia do processo nem favoreceu nenhum candidato.
É o novo "reich tupiniquim"...
E depois querem que acreditemos que o Brasil é uma democarcia...
Bando de cretinos esses covardes do MEC. Me lembro do ministro Fernando Haddad no CQC. Perguntaram pra ele o que era o teorema de Pitágoras e ele não sabia.
"Acompanhamento do twitter: monitoramento do Inep diz respeito a quem dizia utilizar celular durante a prova, e não aos comentários na rede"
Depois eles postaram isso.
Grato, J. A. Imaginei que fosse algo assim. rs
INEP
Instituto
Nacional de
Erros em
Provas
Justiça Federal concede liminar para suspender o Enem
A Justiça Federal, a pedido do Ministério Público Federal (MPF) no Ceará, determinou em liminar a suspensão do Exame Nacional do Ensino Médio 2010 (Enem) em todo o País. Segundo a juíza Carla de Almeida Miranda Maia, da 7ª Vara Federal do Ceará, o erro de impressão das provas - que invertia questões entre o cabeçalho de Ciência e Natureza e de Ciências Humanas - prejudicou os candidatos.
De acordo com a juíza, a disponibilização de requerimento aos estudantes que se sentiram prejudicados pela prova do caderno amarelo e a intenção de realizar novas provas para os que reclamarem não resolve o problema, já que as novas provas colocariam em desigualdade os candidatos. O procurador da República Oscar Costa Filho diz em comunicado do MPF que a decisão traz segurança e estabilidade aos estudantes.
O Ministério da Educação (MEC) afirmou em nota que a Teoria de Resposta ao Item (TRI) assegura condições de igualdade aos concorrentes que se sentiram prejudicados por erros de impressão na prova.
Segundo o MEC, em 2009 um caso semelhante ocorreu em duas cidades do Espírito Santo, que tiveram inundações. O ministério afirma que novas provas foram aplicadas baseadas na TRI. Ainda de acordo com o MEC, a teoria consiste em modelos matemáticos que permitem a aplicação de provas com o mesmo grau de dificuldade.
"Testadas antes da prova, as questões ganham um peso que varia de acordo com o desempenho dos estudantes nos pré-testes - quanto mais alunos acertam uma determinada pergunta, menor o peso que ela terá na prova porque o grau de dificuldade é supostamente menor", diz ministério em nota.
não é de se seperender...