Garota britânica sobrevive com apenas 'meio' cérebro, diz jornal
Rara doença levou à retirada de parte do órgão de Angelina Massingham.
Informações são do jornal 'Daily Mirror'.
A garota britânica Angelina Massingham vive com apenas meio cérebro, após médicos britânicos terem reduzido o órgão para conter o avanço de uma doença rara conhecida como síndrome de Sturge-Weber. A história é contada pelo jornal "Daily Mirror".
A doença danifica os nervos e faz os tecidos cerebrais calcificarem, ficando mais duros. Para conter a destruição do cérebro da garota, cirurgiões do Great Ormond Street Hospital, em Londres, "desligaram" o lado direito do órgão, cortando as conexões nervosas e retirando tecido.
Segundo os médicos, o lado esquerdo do órgão conseguirá, com o tempo, desenvolver as funções do direito. Com isso, Angelina ainda teria condições de viver uma vida normal, porém sem os movimentos da mão esquerda.
A filha do casal Lisa e Stephen recebeu o diagnóstico com apenas 18 semanas de vida. Segundo a mãe, Angelina, agora com 1 ano de idade, sofreu várias convulsões antes de ser operada, mas nenhuma depois de ter o cérebro reduzido. Como agradecimento pela operação, Lisa já juntou 10 mil libras (cerca de R$ 27 mil).
"Ele nasceu prematuro, quando a mãe tinha apenas 23 semanas de gestação - 17 antes do esperado -, e foi desenganado pelos médicos: a chance de ele sobreviver era de uma em um milhão. Mas o britânico Nathan Sciberras, atualmente com 2 anos, conseguiu dar a volta por cima e hoje é um menino saudável. A história de superação foi publicada na edição online do "Daily Mail" de hoje."
"Quem vê a imagem de Nathan na incubadora quase não acredita que ele tenha se desenvolvido normalmente: ele cabia na palma de uma mão e pesava apenas cerca de 680 gramas. Os órgãos internos da criança ainda estavam em desenvolvimento, seus olhos ainda estavam fundos e os ouvidos pareciam pequenos retalhos de pele. "
Não vejo de onde se pode derivar um "segundo elemento" disso. Não sou médico, mas pelo que pude ler, na hemisferectomia, eles preservam o diencéfalo e outras regiões que controlam funções vitais. O cérebro continua ali, necessário.
Aliás, esses casos costumam ser os bem-sucedidos. Uma pesquisa mais detalhada na internet mostrará casos de pacientes que perderam algumas habilidades cognitivas e não se recuperaram.
fato, a garota da reportagem perdeu parte dos movimentosdo braço esquerdo e o que você falou sobre a preservação de áreas "indispensáveis" do cérebro nesse tipo de intervenção é verdade.
"Bebê dado como morto em exame é salvo por intuição materna"
Mulher britânica se recusa a tomar remédios abortivos após ultra-som indicar ausência de batimentos cardíacos em feto. Oito dias depois, outro teste comprovou que a criança estava viva
A britânica Sofia Taylor, de 22 anos, recusou-se a acreditar no resultado de um exame de ultra-som durante a gravidez: o coração do bebê havia parado de bater. Ao invés de tomar as pílulas abortivas que recebeu no Royal Sussex County Hospital, em Brighton (Reino Unido), Sofia, resolveu esperar pelo próximo exame dali a oito dias.
“Eles me disseram para me livrar do bebê, mas depois de três crianças, eu sabia como era se sentir grávida”, disse Sofia, que tem mais três filhas, ao jornal britânicoThe Sun.
A intuição da mãe estava certa: no teste seguinte, foi comprovado que a criança estava viva. Seis meses depois do incidente, com Bella-Mae nos braços, a mãe não cansa de repetir. “Ela é o nosso pequeno milagre.” A criança, que tem 15 dias de vida, nasceu prematura e após alguns dias recebeu alta.
Os pais da menina, segundo noticiou o jornal, foram bem atendidos pelo hospital durante o parto, mas, obviamente, continuam chateados com o erro cometido pela instituição.
"Embriões abortados são usados para “melhorar” a qualidade de comidas e bebidas"
Segundo uma recente campanha da organização anti-aborto Children of God for Life, uma empresa, Senomyx, estaria usando células de embriões abortados para testar seus produtos.
A Senomyx é uma empresa de biotecnologia que desenvolve realçadores artificiais de sabores em alimentos, em parceria com empresas como Kraft, Nestlé, PepsiCo (Cfr: http://www.senomyx.com/collaborations/).
Em seu website a empresa afirma que “a chave dos programas de sabores da companhia baseia-se no descobrimento e desenvolvimento de ingredientes saborosos, doces e salgados destinados a permitir a redução de MSG [glutamato monossódico], açúcar e sal em comidas e bebidas.[...] Usando receptores gustativos humanos, nós criamos [...] sistemas que provêm uma leitura bioquímica ou eletrônica enquanto o ingrediente [responsável pelo] sabor interage com o receptor.”
O movimento liderado por Debra está fazendo uma campanha de boicote às grandes empresas alimentícias parceiras da Senomyx. A TFP americana, em seu site, endossou o protesto, que já surtiu algum efeito: a Campbell Soup, líder mundial em fabricação de sopas, já cortou relações com a Senomyx.
Atitudes como essa, da Senomyx, vai ficando cada vez mais freqüentes numa sociedade relativista e permissiva com relação ao grave crime do aborto, considerado um pecado que brada aos céus e clama a Deus por vingança.
"A diretora executiva da associação Children of God for Life, Debra Vinnedge, alerta para o fato de que “o que eles não dizem ao público é que eles estão usando HEK 293[Human Embryonic Kidney cells – células embrionárias do rim] para produzir esses receptores."
Olha, se essa empresa está mesmo fazendo isso, podemos dizer que é uma monstruosidade comparável às realizadas nos campos de concentração nazistas/comunistas.
Essas células HEK que eles dizem usar é simples de ser comprada, possui todos os receptores celulares humanos necessários para os testes que eles necessitam realizar, é simplesmente injustificável usar as células dos fetos, mesmo que fossem de neonatos mortos naturalmente ou fetos abortados também por causas naturais, isso é mais que anti-ético, isso é desumano e imoral.
Meu caro, o segundo elemento não substitui o cérebro nas funções para as quais o cérebro é designado: da mesma forma que o seu polegar não substitui o seu indicador. Trata-se de coisas diferentes, e que INTERAGEM uma com a outra. E a FALTA de uma delas evidentemente se faz sentir. Mas a presença da OUTRA não é "anulada" por esta falta.
E é por isso que a interação CONTINUA a se processar, mesmo com uma quantidade restrita de tecido cerebral. Minha filha, repito pela enésima vez, trabalhou e trabalha como neuro-pediatra, e os casos que ela relata são impressionantes: crianças com "vazios" significativos que se relacionam afetiva e cognitivamente de maneira surpreendente.
O relato clássico, que motivou o artigo que repercutiu intensamente, é o do médico que, ao fazer um exame por outro motivo em um paciente, descobriu abismado que este paciente tinha um verdadeiro ROMBO, um ÔCO, no cérebro - e no entanto ele funcionava cognitiva e afetivamente de maneira normal. Foi o que motivou o famoso "Is the brain really necessary?" que tanta polêmica causou. Mas nem o meu irmão, que é neurocirurgião e metido a "cético radical", se mete a dar opinião sobre o "segundo elemento", e reconhece que o terreno é, no mínimo, debatível. Ele ainda chega lá, creio eu. 😄!
Você TEVE? Eu NUNCA consegui. Só sei o que esse cara diz e pensa pelo que vi na televisão e no YouTube e pelo que os outros me contam.
Uma vez peguei um livro dele emprestado, mas devolvi sem ler praticamente nada.
Assisti a um debate sobre evolucionismo no qual ele fugiu o tempo TODO. Achei um idiota sem o MENOR gabarito pra debater com ninguém, inclusive - daqueles que não dão nem pra começar.
"What they do not tell the public is that they are using HEK 293 – human embryonic kidney cells taken from an electively aborted baby to produce those receptors”, stated Debi Vinnedge, Executive Director for Children of God for Life, a pro-life watch dog group that has been monitoring the use of aborted fetal material in medical products and cosmetics for years."
Aborted fetus cells used in beauty creams: In a statement released Friday, in response to a wave of condemnation from pro-life and religious blogs, Neocutis defended the use of its trademarked ingredient, Processed Skin Cell Proteins, or PSP, arguing that the fetal cell line was harvested in a responsible, ethical manner for use in treating severe dermatological injuries.
The company compared its situation to that of researchers who used fetal kidney cells to develop the polio vaccine.
"Our view - which is shared by most medical professionals and patients - is that the limited, prudent and responsible use of donated fetal skin tissue can continue to ease suffering, speed healing, save lives and improve the well-being of many patients around the globe," said the statement.
Pentacel is a combination vaccine of Diptheria, Pertussis, Tetanus (DTaP) plus HiB and Polio. The polio portion of the vaccine uses aborted fetal cell line MRC-5, taken from the lung tissue of an electively aborted 14-week gestation baby.
sobre essas células HEK 293, temos essa célula no laboratório onde faço pós-graduação aqui na USP (Laboratório de Neurociência), não só essa, temos uma linhagem humana chamada de 1231N1, dentre outras.
O fato é que, qualquer receptor que se queira estudar atividade de uma molécula sobre ele pode ser construído por engenharia genética e posteriormente expresso (produzido) em qualquer célula que se queira, logo, nada justifica o uso dessa células de origem fetal humana, isso é um absurdo.
Esse é o artigo onde eles falam da técnica que descrevi ligeiramente acima:
Some of the most horrific uses of aborted babies do not occur in laboratories but in common, everyday life. For example, according to news reports, elite Russians have begun a new trend of using aborted baby stem cells as Botox-like injections in order to smooth wrinkles and remove cellulite. This expensive treatment has enlarged the market for aborted babies, with their bodies being sold to beauty clinics for over $8,000 each.
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Another use of aborted babies occurs in China where doctors reportedly take the babies home and eat them. As one doctor explains, they believe that the babies “can make your skin smoother, your body stronger, and are good for kidneys.”
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"Procedures are modified for the sake of research, but of even more concern are the live births that occur during abortions. Swedish procedures have been described as “puncturing the sac of a pregnant woman at let us say 14 to 16 weeks, and then they put a clamp on the head of the baby, pull the head down into the neck of the womb, drill a hole into the baby’s head, and then put a suction machine into the brain and suck out the brain cells.” The drive for live baby tissue for research prompted procedures such as this where the baby is extracted whole from his mother, after having his brain cells vacuumed out and preserved on ice."
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"The procedure is called “prostaglandin abortion” where the baby is born alive about half the time. However, as one writer notes, the researchers “… simply open up the abdomen of the baby with no anesthesia, and take out the liver and kidneys, etc."
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"According to an industry insider for 11 years, who was an owner or partner in 26 abortion clinics, “… ‘live births’ were the industry’s ‘dirty little secret.’ It was always very disturbing, so the doctor would try to conceal it from the rest of the staff.” A portion of these births occur during the gruesome partial-birth abortion procedure. Some researchers have even gone so far as to perform tests and research on these born-alive babies."
agora fiquei ainda mais preocupado e me perguntando: será que essas mesmas empresas não são as grandes interessadas em financiar essas campanhas pró-aborto?
Imaginem o grande "pull" de possibilidades de estudo que esses monstros vislumbram nos fetos humanos? Células tronco em vários estágios, obtenção de tecidos em vários momentos do desenvolvimento humano... nossa, que horripilante pensar nessas possibilidades.
Vou me informar mais sobre o tema, a medida que ler os artigos volto aqui para informar o que por ventura possa vir a ser descoberto, mas se abriu uma janela sombria na minha mente agora.
A mim parece que as células de fetos abortados serviriam para identificar proteínas específicas, em primeiro lugar. Depois que essas proteínas são identificadas e testadas para seja lá o que for e aprovadas, eu suponho que passem eventualmente a ser produzidas sinteticamente - ou pelo menos em tese poderiam ser. Mas para identificá-las só através das linhagens de células provenientes de fetos humanos abortados.
"Qual é a proveniência da linhagem humana, amigo?"
A 1231N1 é originária de astrocitoma (tumor de cerebelo) humano, uma linhagem imortalizada in vitro. Como essa, existem muitas outras, por isso eu disse antes que não é necessário usar células embrionárias humanas, pois existem linhagens adultas e de atendem a demanda desse tipo de pesquisa.
"It seems that some of our “scientists” have found their dream come true. They have an abundant supply of “material” that is human enough to perform a wide array of research upon, but the laws afford no human protection to these babies. This leaves just one question: How long will it be until society allows experimentation on handicapped people, those on life support or a person on death row? After all, they are going to die anyway."
It seems that some of our “scientists” have found their dream come true.
They have an abundant supply of “material” that is human enough to perform
a wide array of research upon, but the laws afford no human protection to
these babies. This leaves just one question: How long will it be until
society allows experimentation on handicapped people, those on life support
or a person on death row? After all, they are going to die anyway.
Tem um caso que vi no discovery ou no natgeo de um adolescente nos EUA que levou um tiro na cabeça e conseguiram fazer ele viver e ficou sem quase metade do cerebro, inclusive mostravam ele sem quase metade da cabeça, depois passou por uma operação por questões estéticas para deixar quase no formato identico ao de de um cranio comum, o rapaz perdeu um pouco da capacidade da fala e capacidade motora, mas vive normalmente e é um mistério para a ciencia, ele anda e vai para a escola e estuda normalmente.
Material para pesquisa IRRESTRITA, feita em criaturas NÃO PROTEGIDAS, que não estão SOB NENHUMA PROTEÇÃO OU JURISDIÇÃO.
Literalmente num VÁCUO no qual NADA, sistema NENHUM, impõe restrição ALGUMA ao que é feito com elas. Pode ser QUALQUER COISA, já que NADA as protege: lei nenhuma.
É aterrador.
Não preciso estender meu pensamento sobre os deficientes, os velhos, os doentes: por enquanto, eles ainda conservam o direito à proteção dos sistemas legais.
Eu me atenho ao monumental universo, cheio do SILÊNCIO ENSURDECEDOR dos que têm ZERO direito: os embriões e os fetos humanos VIOLADOS e ASSASSINADOS todos os dias pelas indústrias de um mundo cada vez mais desumano:
isso porque estamos nos atendo apenas aos INDEFESOS que estiveram, por alguma breve sorte, nos ventre maternos e, portanto, tiveram, mesmo que remotas, chances de nascerem.
E se formos falar dos embriões congelados (mais desafortunados ainda), que são injetados as dezenas em cada tentativa de Fertilização In Vitro (FIV) e que na grande maioria não implantam-se no útero, sendo posteriormente descartados?
Creio que vocês conhecem esse artigo, se não, serve como introdução:
Com raras exceções, a FIV se baseia na superovulação materna e resulta na formação de um número maior de embriões do que o que pode ser implantado no útero materno. E o que é feito dos embriões excedentes? São congelados para uso futuro, caso a primeira tentativa de implantação não tenha sucesso (o que, infelizmente, é muito comum). Já não é, digamos, muito cômoda a ideia de congelar os próprios filhos, não é? Mas o que fazer com filhos congelados que já não são mais destinados à gestação pelo casal responsável? Destruí-los? Entregá-los à pesquisa com células-tronco? Incinerá-los? A opção mais amena ainda seria ofertá-los a um casal infértil que não pode ter seus próprios embriões