...em caso de eventual vacância do cargo. Leiam:
"A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou nesta quarta-feira (3) uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que não permite mais ao vice-presidente suceder o presidente em caso de vacância de cargo.
Pela proposta, o vice seria apenas o substituto temporário do titular. Na impossibilidade da volta do presidente, seriam convocadas novas eleições. O projeto precisa ser votado ainda duas vezes no plenário do Senado antes de ir para a Câmara.
Pelas regras atuais, o vice sucede o presidente no caso de morte, de impeachment ou de doença gravíssima do titular, completando assim o seu mandato.
O projeto altera dois artigos da Constituição e permite ao vice apenas substituir o titular. Em todos os casos mencionados (morte, impeachment, doença gravíssima) seria necessário convocar novas eleições para presidente em 90 dias. Caso a vacância aconteça nos dois últimos anos de mandato, a eleição, de acordo com a proposta, seria realizada em 30 dias e de forma indireta, pelo Congresso Nacional.
O relator da PEC, Demóstenes Torres (DEM-GO), afirma que a intenção é garantir o maior tempo possível do exercício do cargo por um presidente eleito. “A intenção é essa mesma, é para enfraquecer mesmo o vice e para ter sempre um presidente eleito”.
Eu já havia perguntado, sem ter encontrado a resposta, se Dirceu sabia da doença de Dilma Rousseff antes ou depois de indicá-la para o cargo. Não chego ao ponto de afirmar que ela foi escolhida POR ISSO, exatamente - mas verifico que a possibilidade de vacatura está sendo muito bem cercada pelos sete lados. E é arqui-óbvio que a escolha do "novo presidente" jamais será feita de forma DIRETA. Caramba, os camaradas estão prevendo a sobrevida da mulher - e acham que ela não aguenta mais de dois anos... MESMO que ela esteja batendo pino no final de UM ano, vão ëmpurrá-la no cargo até restarem DOIS anos - e AÍ, então, vão escolher um representante INDIRETAMENTE...
"A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou nesta quarta-feira (3) uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que não permite mais ao vice-presidente suceder o presidente em caso de vacância de cargo.
Pela proposta, o vice seria apenas o substituto temporário do titular. Na impossibilidade da volta do presidente, seriam convocadas novas eleições. O projeto precisa ser votado ainda duas vezes no plenário do Senado antes de ir para a Câmara.
Pelas regras atuais, o vice sucede o presidente no caso de morte, de impeachment ou de doença gravíssima do titular, completando assim o seu mandato.
O projeto altera dois artigos da Constituição e permite ao vice apenas substituir o titular. Em todos os casos mencionados (morte, impeachment, doença gravíssima) seria necessário convocar novas eleições para presidente em 90 dias. Caso a vacância aconteça nos dois últimos anos de mandato, a eleição, de acordo com a proposta, seria realizada em 30 dias e de forma indireta, pelo Congresso Nacional.
O relator da PEC, Demóstenes Torres (DEM-GO), afirma que a intenção é garantir o maior tempo possível do exercício do cargo por um presidente eleito. “A intenção é essa mesma, é para enfraquecer mesmo o vice e para ter sempre um presidente eleito”.
Eu já havia perguntado, sem ter encontrado a resposta, se Dirceu sabia da doença de Dilma Rousseff antes ou depois de indicá-la para o cargo. Não chego ao ponto de afirmar que ela foi escolhida POR ISSO, exatamente - mas verifico que a possibilidade de vacatura está sendo muito bem cercada pelos sete lados. E é arqui-óbvio que a escolha do "novo presidente" jamais será feita de forma DIRETA. Caramba, os camaradas estão prevendo a sobrevida da mulher - e acham que ela não aguenta mais de dois anos... MESMO que ela esteja batendo pino no final de UM ano, vão ëmpurrá-la no cargo até restarem DOIS anos - e AÍ, então, vão escolher um representante INDIRETAMENTE...