Além de participar do tráfico de cocaína, o general dá declarações dizendo que o Exército não aceitará vitória da oposição em 2012
O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, irá promover um alto militar acusado pelos Estados Unidos de ajudar as guerrilhas colombianas a traficar cocaína. O general Henry Rangel, atualmente chefe de operações estratégicas, chegará ao topo da hierarquia militar no próximo sábado, quando passa a ocupar o cargo de general chefe das Forças Armadas.
Rangel se envolveu em outra polêmica nesta semana, quando um jornal venezuelano publicou uma entrevista na qual ele teria afirmado que o Exército não aceitaria uma vitória da oposição na eleição presidencial de 2012. Rangel estava se referindo ao que as forças armadas fariam caso a oposição vencesse, defendendo o Exército de militares leais a Chávez, ao invés da vitória da oposição.
Em um discurso ao vivo, transmitido por emissoras de rádio e televisão, Chávez disse que as declarações foram analisadas fora do contexto e elogiou Rangel por seu patriotismo: "Vamos promovê-lo de general-major para general-chefe", anunciou o ditador. Chávez também criticou José Miguel Insulza, presidente da OEA (Organização dos Estados Americanos), que classificou os comentários de Rangel como "inaceitáveis".
Em 2008, o Departamento do Tesouro dos Estados Unidos descreveu Rangel e outro importante comandante, Hugo Carvajal, como "chefões das drogas", acusando-os de ajudar materialmente as atividades de narcóticos dos rebeldes das Farc, na Colômbia. Ambos negaram as acusações.
(Na Veja dessa semana)
O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, irá promover um alto militar acusado pelos Estados Unidos de ajudar as guerrilhas colombianas a traficar cocaína. O general Henry Rangel, atualmente chefe de operações estratégicas, chegará ao topo da hierarquia militar no próximo sábado, quando passa a ocupar o cargo de general chefe das Forças Armadas.
Rangel se envolveu em outra polêmica nesta semana, quando um jornal venezuelano publicou uma entrevista na qual ele teria afirmado que o Exército não aceitaria uma vitória da oposição na eleição presidencial de 2012. Rangel estava se referindo ao que as forças armadas fariam caso a oposição vencesse, defendendo o Exército de militares leais a Chávez, ao invés da vitória da oposição.
Em um discurso ao vivo, transmitido por emissoras de rádio e televisão, Chávez disse que as declarações foram analisadas fora do contexto e elogiou Rangel por seu patriotismo: "Vamos promovê-lo de general-major para general-chefe", anunciou o ditador. Chávez também criticou José Miguel Insulza, presidente da OEA (Organização dos Estados Americanos), que classificou os comentários de Rangel como "inaceitáveis".
Em 2008, o Departamento do Tesouro dos Estados Unidos descreveu Rangel e outro importante comandante, Hugo Carvajal, como "chefões das drogas", acusando-os de ajudar materialmente as atividades de narcóticos dos rebeldes das Farc, na Colômbia. Ambos negaram as acusações.
(Na Veja dessa semana)