Só perde para o Jabor, confira:
Mais um col(m)unista do "Globo" falando merda
Meu bom Deus, quanta bobagem em um único texto. Enumero algumas:
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Lula possui [...]"um carisma que leva todo mundo no bico, superando problemas éticos, políticos e administrativos; uma bravata autoritária aqui, outra ali; e, isso a oposição nunca conseguiu admitir, um sincero desejo de tornar melhor a vida dos mais pobres."
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"Estou indeciso é entre Marina Silva e Plínio de Arruda Sampaio.
Durante a campanha, tanto Marina quanto Plínio desempenham, com dignidade, um importante papel no processo democrático: romper com a falsa lógica do 'ou isso ou aquilo' do bipartidarismo à brasileira."
Primeiro, não imagino Plínio de Arruda Sampaio, comunistão mequetrefe, desempenhando qualquer ato com dignidade, mesmo que seja o ato de defecar. E, sobre o bipartidarismo: que mal isso fez aos EUA, hein? Bom é aqui, na Banânia, onde somos reféns de partidos nanicos como o PSOL.
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"Plínio ataca o governo Lula do ponto de vista da esquerda, desqualificando o discurso de que 'ser contra o PT é ser de direita'."
Para ser contra o PT e o Lula, seu tonto, é imprescindível ser de direita. Qualquer outro posicionamento é briga de parente, onde todos que se xingam no final estarão se abraçando entre lágrimas de arrependimento.
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"PSOL e PV colocam, já a partir de seus nomes, questões candentes, modernas, que desviam a prosa do 'toma lá, dá cá' plantado no Congresso já antes de 2002: Como conciliar redistribuição de renda e liberdade individual? Como conciliar o crescimento econômico com a preservação de nosso patrimônio natural? Por isso, não tenho dúvidas de que representantes do PV e do PSOL — somados aos bons de outros partidos sérios — sejam fundamentais em Brasília "
Socialistas preocupados com liberdade individual? PV e PSOl - dentre outros menos cotados - como exemplos de seriedade em Brasília? É pra rir?
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Eis aí um típico jornalista brasileiro: pedante, ignorante, míope e, claro, comuna até a medula.
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Lula possui [...]"um carisma que leva todo mundo no bico, superando problemas éticos, políticos e administrativos; uma bravata autoritária aqui, outra ali; e, isso a oposição nunca conseguiu admitir, um sincero desejo de tornar melhor a vida dos mais pobres."
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"Estou indeciso é entre Marina Silva e Plínio de Arruda Sampaio.
Durante a campanha, tanto Marina quanto Plínio desempenham, com dignidade, um importante papel no processo democrático: romper com a falsa lógica do 'ou isso ou aquilo' do bipartidarismo à brasileira."
Primeiro, não imagino Plínio de Arruda Sampaio, comunistão mequetrefe, desempenhando qualquer ato com dignidade, mesmo que seja o ato de defecar. E, sobre o bipartidarismo: que mal isso fez aos EUA, hein? Bom é aqui, na Banânia, onde somos reféns de partidos nanicos como o PSOL.
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"Plínio ataca o governo Lula do ponto de vista da esquerda, desqualificando o discurso de que 'ser contra o PT é ser de direita'."
Para ser contra o PT e o Lula, seu tonto, é imprescindível ser de direita. Qualquer outro posicionamento é briga de parente, onde todos que se xingam no final estarão se abraçando entre lágrimas de arrependimento.
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"PSOL e PV colocam, já a partir de seus nomes, questões candentes, modernas, que desviam a prosa do 'toma lá, dá cá' plantado no Congresso já antes de 2002: Como conciliar redistribuição de renda e liberdade individual? Como conciliar o crescimento econômico com a preservação de nosso patrimônio natural? Por isso, não tenho dúvidas de que representantes do PV e do PSOL — somados aos bons de outros partidos sérios — sejam fundamentais em Brasília "
Socialistas preocupados com liberdade individual? PV e PSOl - dentre outros menos cotados - como exemplos de seriedade em Brasília? É pra rir?
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Eis aí um típico jornalista brasileiro: pedante, ignorante, míope e, claro, comuna até a medula.
Dapieve fazendo malabarismos morais para justificar o uso de drogas pela Ama Cocainhouse:
http://sergyovitro.blogspot.com/2011/07/amy-arthur-dapieve.html
http://sergyovitro.blogspot.com/2011/07/amy-arthur-dapieve.html
Bom dia!
Não sei se o Dapieve dá o cu ou cheira pó, mas ele não é comunista. Vou ler o artigo.
Não sei se o Dapieve dá o cu ou cheira pó, mas ele não é comunista. Vou ler o artigo.
O referido texto de Dapieve, um libertário, é fraco, deixando transparecer preconceitos do autor, quando este tenta posar como um cara "sem preconceitos" e que não é careta - dois pré-requisitos para ser aceito pelo beautiful peolple tupiniquim, em sua maioria a favor das drogas.
Mas vejamos: Por uma lado, é verdade que o showbizz cobra um alto preço dos artistas, quando os mesmos assinam contratos (multimilionário$, no caso dos grandes, evidentemente) e, assim, se vêem obrigados a cumprir compromissos em lugares remotos do mundo ou entocados durante dias em estúdios fechados e claustrofóbicos, quando preferiam ficar em casa descansando.
No entanto também é verdade que todos nós, pessoas maduras, temos compromissos profissionais que somos obrigados a cumprir também.
Então, qual seria a grande diferença?
Talvez os artistas sejam mais sensíveis (de fato, muitos são ultra-sensíveis e necessitam doentiamente de aprovação popular, são, portanto, "viciados" em fama). Ora, uma pessoa bem resolvida aceita com tranquilidade levar um vida pacata e cultiva uma personalidade "low profile". Não dá bola para a fama.
Outra diferença é que, ao contrário do que a maioria diz em suas músicas quase sempre politicamente corretas, os artistas, além da fama, hipocritamente também adoram o vil metal (vejam o caso da banda RATM, que tanto critica o capitalismo, mas só viaja de primeira classe). Muitos artistas começaram pobres e, metaforicamente, aceitaram vender suas almas para o mundo do entretenimento, através de um empresário (afinal, todo artista precisa de um). Achavam que o dinheiro resolveria tudo, que preencheria o vazio interior e existencial humano - um erro de avaliação até compreensível para quem passa por dificuldades financeiras e leva uma vida mundana, como ocorre no meio artístico.
Ocorre também que esses erros de avaliação que os levam ao uso de drogas pesadas e artificialmente estimulantes podem cobrar a dívida com juros, destruindo a personalidade, desmoronando com famílias e ceifando vidas.
Mas vejamos: Por uma lado, é verdade que o showbizz cobra um alto preço dos artistas, quando os mesmos assinam contratos (multimilionário$, no caso dos grandes, evidentemente) e, assim, se vêem obrigados a cumprir compromissos em lugares remotos do mundo ou entocados durante dias em estúdios fechados e claustrofóbicos, quando preferiam ficar em casa descansando.
No entanto também é verdade que todos nós, pessoas maduras, temos compromissos profissionais que somos obrigados a cumprir também.
Então, qual seria a grande diferença?
Talvez os artistas sejam mais sensíveis (de fato, muitos são ultra-sensíveis e necessitam doentiamente de aprovação popular, são, portanto, "viciados" em fama). Ora, uma pessoa bem resolvida aceita com tranquilidade levar um vida pacata e cultiva uma personalidade "low profile". Não dá bola para a fama.
Outra diferença é que, ao contrário do que a maioria diz em suas músicas quase sempre politicamente corretas, os artistas, além da fama, hipocritamente também adoram o vil metal (vejam o caso da banda RATM, que tanto critica o capitalismo, mas só viaja de primeira classe). Muitos artistas começaram pobres e, metaforicamente, aceitaram vender suas almas para o mundo do entretenimento, através de um empresário (afinal, todo artista precisa de um). Achavam que o dinheiro resolveria tudo, que preencheria o vazio interior e existencial humano - um erro de avaliação até compreensível para quem passa por dificuldades financeiras e leva uma vida mundana, como ocorre no meio artístico.
Ocorre também que esses erros de avaliação que os levam ao uso de drogas pesadas e artificialmente estimulantes podem cobrar a dívida com juros, destruindo a personalidade, desmoronando com famílias e ceifando vidas.
Portanto, Dapieve perdeu a oportunidade de dizer a verdade, de escrever com todas as letras que Amy fez a escolha errada - uma verdade auto-evidente até - , para ao invés disso fazer uma crítica recheada de licença poética mas carente de fundamento lógico. Dapieve esqueceu de linkar seu texto com os fatos, com a realidade. Mas, e daí? quem não faz isso hoje em dia no Brasil?
Na verdade, Arthur, Artaud e tutti quanti deixam transparecer um preconceito grave, um preconceito contra a realidade, o que só pode significar um certo grau de loucura escapista. Esses e outros autores libertários deixam transparecer um preconceito contra a religião e a importância da mesma como complemento para uma mente sadia; uma pessoa que tem Deus no coração, não precisa de drogas.
Na verdade, Arthur, Artaud e tutti quanti deixam transparecer um preconceito grave, um preconceito contra a realidade, o que só pode significar um certo grau de loucura escapista. Esses e outros autores libertários deixam transparecer um preconceito contra a religião e a importância da mesma como complemento para uma mente sadia; uma pessoa que tem Deus no coração, não precisa de drogas.
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