As pessoas que me amam ou têm amizade por mim são as mais que me infernizam a vida e a recíproca é verdadeira. Estou ficando velho e ranzinza. Que bom.
Platão empregou o termo "eros" para designar um quarto tipo de amor, aquele que decorre do conhecimento das Idéias, superior ao que era usalmente chamado de "ágape" pelos gregos (o amor entre familiares, ou às crianças). Este mesmo amor, assim como o amor que precede e busca o conhecimento da verdade, era chamado pelos pitagóricos de filosofia. A Caridade é chamada, em grego, de ágape, e no Latim tem a raiz em "carus", caro, precioso.
Pergunto aos amigos da comunidade que conhecem hebraico: há alguma distinção, nesse idioma, entre o nome da sabedoria prática, o "saber agir corretamente" (prudentia, φρόνησις), e a sabedoria especulativa (sapientia, σοφία)?
O que este sujeito fala nesse vídeo é uma verdade transcendental. Entre os bilhões de seres humanos que habitam este globo terrestre, quantos saberão o que é o verdadeiro amor entre um homem e uma mulher? Quantos poderão dizer que experimentaram o amor genuíno, o amor puro, o amor que, enfim, une essas "três chamas"? Quantos, ainda, poderão dizer que acenderam a chama final, a "chama maior"? Pouquíssimos. Na civilização ocidental, atrevo-me a dizer que se chegar na casa dos milhares já é muito.
Este sujeito não está errado quando diz que a sexualidade que vemos na nossa civilização, que é difundida pela sociedade "está por fora". A nossa civilização há muito tempo perdeu seus conhecimentos a respeito da verdadeira sexualidade transcendental. Esta união transcendental, esta "união das três chamas", esta cópula metafísica entre "almas gêmeas", caros amigos, realmente existe! É a maior felicidade que alguém pode experimentar em toda a sua vida e possibilita a elevação suprema do espírito humano. Ele está absolutamente certo quando diz que o amor e que a nossa essência são profundamente espirituais. O homem moderno nada sabe desses departamentos! Estes conhecimentos estão perdidos há muito tempo. A atrofiação espiritual da humanidade atual é tamanha, que ignora completamente o maravilhoso fogo transcendental da transmutação sexual.
O homem pode desenvolver em si dois tipos de sexualidade: a supra-sexualidade e a infra-sexualidade. A supra-sexualidade é a cópula metafísica, alquímica, que eleva o espírito e desenvolve os potenciais ocultos do homem; indivíduos que praticam a supra-sexualidade são absolutamente castos e virtuosos. A infra-sexualidade é o sexo fornicário, o sexo poluto, o sexo que visa o orgasmo; aqui inclui-se também a masturbação e qualquer tipo de fornicação. Indivíduos que cultivam a infra-sexualidade tendem a fortalecer cada vez mais seus instintos animais e bestiais e tendem à involução enquanto que os supra-sexuais elevam-se cada vez mais em direção à evolução.
Toda a decadência da humanidade é profundamente sexual. A saída do Éden é nada mais nada menos do que o homem deixando sua supra-sexualidade para aderir à sua infra-sexualidade. O fruto proibido é na verdade a sexualidade inferior, luciférica, que desenvolve os atributos luciféricos(vícios) ao invés dos atributos divinos(virtudes).
Jesus realmente ensinou essas coisas, ensinou o caminho da sexualidade espiritual. E também ensinou que quem o seguisse entraria nos reinos celestiais, porque este é o caminho dos anjos.
Realmente o vídeo é muito lindo, e merece ser divulgado! ^^
O amor no seu sentido real (e não o que ensinam nas escolas e no mundo) é muito lindo e só é pleno na benção de Deus - o matrimônio nada mais é do que essa união: o casal se une em Cristo e tornam-se uma só carne e um só espírito, até que a morte os separe [eu acho muito lindo as frases proclamadas no matrimônio ^^].
A sexualidade, o amor entre homem e mulher, enfim, o matrimônio em si, é um fator chave para a existência de todos nós! É imprescindível que ponderemos devidamente sobre esta questão, porque aquele que guia o seu amor de forma leviana está inevitavelmente fadado ao sofrimento e ao fracasso.
O amor não é coisa que se deva encarar com superficialidade, mas infelizmente a humanidade atual não apenas o trata com superficialidade como também estabelece padrões de sexualidade extremamente nocivos para o desenvolvimento humano. Promiscuidade, hedonismo, sexualidade fornicária desenfreada, enfim, tudo isso nos guia à decadência e involução, desvirtuando-nos de nossa natureza superior, que nos abre tantas portas à salvação, para atirar-nos ao abismo da animalidade completa. Pessoas que cultivam essa sexualidade moderna estão definitivamente fadadas à decadência intelectual, física, e espiritual. É por isso que em nosso país as pessoas são tão burras e ignorantes, animalescas, porque elas adotaram um padrão de sexualidade em que a lascívia desenfreada impera sobre tudo, profanando diariamente e desperdiçando toda a maravilhosa energia sexual criadora que Deus nos concedeu. Quanto mais imoral e lasciva é uma pessoa, mais burra e ignorante!
É claro que este é um assunto muito vasto e profundo, poderia verter muitas elucidações. Mas o objetivo é simplesmente que atentemos a essas questões porque a sexualidade é ao mesmo tempo terrível e divina, é a chave que possuímos para a salvação ou para a danação eterna.
Agradeço aos que elogiaram o texto, fico muito feliz por terem despertado atenção devida ao tema! Ademais, gostaria que todos os que ficaram curiosos ou tiverem interesse em entender mais coisas a respeito do assunto por favor sintam-se absolutamente livres para me adicionar à sua lista de amigos. Estou aqui para compartilhar o máximo de conhecimento possível!
Concordo plenamente com Daniel quando diz que o matrimônio é um fato chave na nossa existência [e com todo o resto também ^^].
Tanto é que os sacramentos da Igreja estão divididos em três tipos: os de iniciação [batismo, primeira comunhão e crisma]; os de cura [penitência e unção dos enfermos]; e os de serviço [matrimônio e ordem].
Ou seja, todos os filhos de Deus [pessoas batizadas] são chamadas por Ele a servi-Lo com a vida, através da ordenação [tornando-se sacerdote] ou através do casamento. Isso já demonstra que o casamento não é a simples autorização do ato sexual, é muito maior. O matrimônio, e a família que se constitui a partir dele são uma forma de horar e servir a Deus.
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Este vídeo é maravilhoso, arrebatador e deve ser exaustivamente divulgado.
Esta obra de arte consegue unir a Verdade e a Bondade, conduzidas por uma Beleza Vigorosa.
Observemos que em todos os casos da realidade a União de diferentes aspectos é sempre a Chave, e a separação é sempre a perdição. O Amor, em todas as suas belas e diferentes linguagens é o mesmo Amor, assim como Eu e o Irmão somos parte da mesma Essência, assim como o Pai, o Filho e o Espírito são Um, assim como o Bem, o Belo e o Verdadeiro são Um, assim como as forças masculinas e femininas são provenientes da mesma força numa exuberante harmonia.
Foste muito correto ao expressar a beleza e a profunda importância da sexualidade humana, mas permita-me respeitosamente discordar de alguns aspectos de sua honrosa mensagem.
Creio ser um exagero comparar a queda do Éden somente ao desvio da sexualidade. Fico com o magno Santo Agostinho quando o mesmo diz que "a perversidade sexual não é a causa da nossa condição decaída, mas uma consequência da mesma". Se fosse verdade que a queda do homem se deu sob este aspecto tão mais verdade seria que um erro fundamental causou este desvio - um erro mais sutil e tanto mais perigoso, que podemos chamar de orgulho ou soberba, que são os opostos complementares da vergonha e do medo.
The first Christians understood this—that time, like sound, is best when broken up, divided and arranged into patterns and rhythms. And so they created the church calendar. A way to organize the year, a way to bring variance to our days, a way to find a song in the passing of time.
For example, Lent. For the seven weeks leading up to Resurrection Sunday, we practice sober awareness of our frailty, sins and smallness. It starts on Ash Wednesday when those ashes are traced on our foreheads in the shape of the cross, a tactile reminder of our origins in the dust. From there we come, and to there we will go.
You want to really live, the kind of living that drains the marrow from every day? Then start by facing your death, your weakness, your smallness. We spend seven weeks facing our death and despair and doubt, entering into it with the fullness of our being—heart, mind, emotions—we leave nothing behind.
We do this for a number of reasons, chief among them the simple truth that Sunday comes after Friday. Only when you’ve gotten through, not around “My God, my God, why have you forsaken me?” are you ready to throw the only kind of Resurrection party worthy of the occasion—that Sunday when we run huffing and puffing from the open tomb, beating our pots and pans in that clanging raucous outburst that begins with those three resounding words: “He is risen.”