Gosto de pensar que liberto pessoas. Já libertei escravos do bom-mocismo bocó no Rio de Janeiro, em São Paulo, no Mato Grosso do Sul, em Roraima. É bom escrever. É bom pensar por si só. Claro, tenho leituras de apoio. Claro, me inspiro em uns e outros. Sobretudo, busco o meu estilo.
Se a comunicação aproxima distantes e distancia próximos em um mundo controlado pelo maniqueísmo é certo que, escrever o que se pensa não é a tarefa mais acalentadora. Mas dá a exata medida do alcance a que pode chegar um simples texto postado no Orkut, ou no blog de um amigo.
Quando me deparo com tamanho apoio ou desprezo por minhas opiniões, imediatamente sou remetido a minha memória da adolescência, meus 14 anos. Confesso que fui um lulista acidental. Jogar bola para mim àquela altura era tudo. Ler nem pensar. Estudar nem pensar. Ver ou ler jornal, qualquer um, nem pensar. Ir à escola só era bom por causa da Natasha. E para jogar bola. Nada mais. Quem eu seria dali pra frente não importava. Com a Natasha não falo mais provavelmente por expor o que penso. De repente é hora de escrever alguma coisa para ela, me retratar.
Tenho lido menos do que gostaria e mais do que era habitual. Li porcarias como Paulo Coelho ao mesmo tempo em que lia Shakespeare. É uma pena que o meu tempo seja escasso. Quem paga as minhas contas não é a leitura e sim a falta dela. Infelizmente não posso deixar claro o que faço. Posso dar uma dica caso interesse: é na área da segurança pública. No meu trabalho, quanto menos eu complico, quanto menos eu invento, melhor para todos. Lá não sou livre. Lá não digo o que penso. Não faria diferença. Isso não quer dizer que o desgoste. Só quer dizer que sou feliz, plenamente feliz em outro espaço.
Se a comunicação aproxima distantes e distancia próximos em um mundo controlado pelo maniqueísmo é certo que, escrever o que se pensa não é a tarefa mais acalentadora. Mas dá a exata medida do alcance a que pode chegar um simples texto postado no Orkut, ou no blog de um amigo.
Quando me deparo com tamanho apoio ou desprezo por minhas opiniões, imediatamente sou remetido a minha memória da adolescência, meus 14 anos. Confesso que fui um lulista acidental. Jogar bola para mim àquela altura era tudo. Ler nem pensar. Estudar nem pensar. Ver ou ler jornal, qualquer um, nem pensar. Ir à escola só era bom por causa da Natasha. E para jogar bola. Nada mais. Quem eu seria dali pra frente não importava. Com a Natasha não falo mais provavelmente por expor o que penso. De repente é hora de escrever alguma coisa para ela, me retratar.
Tenho lido menos do que gostaria e mais do que era habitual. Li porcarias como Paulo Coelho ao mesmo tempo em que lia Shakespeare. É uma pena que o meu tempo seja escasso. Quem paga as minhas contas não é a leitura e sim a falta dela. Infelizmente não posso deixar claro o que faço. Posso dar uma dica caso interesse: é na área da segurança pública. No meu trabalho, quanto menos eu complico, quanto menos eu invento, melhor para todos. Lá não sou livre. Lá não digo o que penso. Não faria diferença. Isso não quer dizer que o desgoste. Só quer dizer que sou feliz, plenamente feliz em outro espaço.