Alisha Arnold, uma americana de 30 anos, está grávida e indecisa sobre a decisão de abortar. Através de um site, pede que internautas decidam através de votação se vai ou não fazer o aborto.
Casal põe decisão sobre aborto em votação
Virou circo...
Votei pelo nascimento, de qualquer forma.
Votei pelo nascimento, de qualquer forma.
Tem outra coisa a se pensar se não "fim dos tempos"?
Uma mãe "indecisa" deixando que os outros decidam pelo deireito à vida do se próprio filho?
Uma mãe "indecisa" deixando que os outros decidam pelo deireito à vida do se próprio filho?
Votei pelo nascimento.
Mas que coisa ridicula ela está fazendo!
Mas que coisa ridicula ela está fazendo!
Fico imaginando esta criança após o nascimento (supondo que sua mãe não a mate, é claro):
- Queridinho (a), a mamãe antes de você nascer colocou em votação na internet se você deveria morrer ou viver.
- Queridinho (a), a mamãe antes de você nascer colocou em votação na internet se você deveria morrer ou viver.
Votar nisso é legitimar a palhaçada que essa mulher "inventou".
Tem que botar a vida dela em votação.
Tem que botar a vida dela em votação.
ridiculo
Concordo com Hallison, eu também não voto em uma palhada desta.
Será que eles achariam bom colocar suas vidas em votação? Eu tenho quase certeza que eles não fariam isto.
Se a criança nascer, como ela vai agir quando ela descobrir que sua vida posta em risco em uma votação pelos próprios pais?
Será que eles achariam bom colocar suas vidas em votação? Eu tenho quase certeza que eles não fariam isto.
Se a criança nascer, como ela vai agir quando ela descobrir que sua vida posta em risco em uma votação pelos próprios pais?
Este fato expressa bem a mentalidade psicótica vigente. Colocar uma gravidez em votação não é nada menos do que expressar uma patologia moral extrema. Se antes os abortistas diziam que a decisão do aborto é da mulher, agora chegamos ao ponto onde a decisão é do público, que vota numa espécie de big brother se um bebê no útero continua ou não vivendo.
que virá depois: o sujeito coloca em votação se deve ou não assassinar seu vizinho, se deve ou não matar a própria mãe. Como numa arena romana, o público coloca os polegares para cima ou para baixo, e assim vamos vendo a humanidade se afundar mais e mais num poço de loucura, onde qualquer um que quiser decidir sobre a vida dos outros pedirá antes o referendo popular.
que virá depois: o sujeito coloca em votação se deve ou não assassinar seu vizinho, se deve ou não matar a própria mãe. Como numa arena romana, o público coloca os polegares para cima ou para baixo, e assim vamos vendo a humanidade se afundar mais e mais num poço de loucura, onde qualquer um que quiser decidir sobre a vida dos outros pedirá antes o referendo popular.
É serio que tem gente aqui brincando de roleta russa pela internet com a vida alheia?
Essa mulher devia ir pra cadeia, vergonha.
Essa mulher devia ir pra cadeia, vergonha.
É um mundo triste este, no qual uma mãe pede ao público para decidir se ela mata ou não seu filho.
Quando agente pensa que já viu de tudo...
Excluindo o rap e o rock como sendo as causas dessa desgraça, cada vez concordo mais com a teoria do professor OdeC sobre a idiotização patológica dos seres humanos que tem entre 20 e 30 anos. É preciso que essas pessoas compreendam que passaram por uma espécie de "lobotomia" da qual não tiveram nenhuma culpa, evidentemente.
PS: Votei "Give Birth".
Excluindo o rap e o rock como sendo as causas dessa desgraça, cada vez concordo mais com a teoria do professor OdeC sobre a idiotização patológica dos seres humanos que tem entre 20 e 30 anos. É preciso que essas pessoas compreendam que passaram por uma espécie de "lobotomia" da qual não tiveram nenhuma culpa, evidentemente.
PS: Votei "Give Birth".
É o Big Brother Aborto
para salvar uma vida absolutamente inocente temos de votar!
Quando fui convidado por dois pós-doutorandos a integrar um grupo de pesquisa na área jurídica, sabia que estava entrando em terreno perigoso. Logo veria que minhas expectativas estavam muito aquém do que eu realmente teria de ler e ouvir naquele ambiente. Pedi meu desligamento em menos de um semestre.
Dentre as proposições mais bizarras discutidas pelos típicos frankfurtianos devotos de Peter Singer destacou-se, justamente, a legalização da eutanásia sob condição da formação de comitês abertos à comunidade, nos moldes do orçamento participativo e regidos por médicos com especialização em bioética, para a decisão final a respeito da vida do paciente. Democracia participativa, ora essa. Comunitarismo!
Lembro de ter deixado a sala com ânsia de vômito.
Dentre as proposições mais bizarras discutidas pelos típicos frankfurtianos devotos de Peter Singer destacou-se, justamente, a legalização da eutanásia sob condição da formação de comitês abertos à comunidade, nos moldes do orçamento participativo e regidos por médicos com especialização em bioética, para a decisão final a respeito da vida do paciente. Democracia participativa, ora essa. Comunitarismo!
Lembro de ter deixado a sala com ânsia de vômito.