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24/10/07 - 14h35 - Atualizado em 24/10/07 - 17h19
Presidente da OAB-RJ também defende legalização do aborto
Ele disse, no entanto, não considerar aborto "política de controle de natalidade".
Para Wadih Damous, operações policiais não têm respeitado leis e Constituição.
Do G1, no Rio
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A- A+ O presidente da seccional fluminense da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB/RJ), Wadih Damous, disse que também defende institucionalmente a legalização do aborto conforme afirmou ao G1 o governador do Rio de Janeiro Sergio Cabral.
Entretanto, Damous disse não esperar que o governador considere aborto como uma política de controle de natalidade. Cabral evocou em entrevista ao G1 uma tese do livro "Freakonomics" de que o controle da natalidade é uma opção para diminuir os índices de criminalidade.
“Se a moça decidir fazer aborto, ela vai fazer. Acho que tem que ter amparo pra isso na rede pública. Tem que ter campanhas de esclarecimento. Mas não como política de controle de natalidade”, disse Damous.
Wadih Damous tem discordado publicamente da política de segurança pública adotada por Cabral. O presidente da OAB/RJ destaca, entretanto, que avalia que “qualquer crime deve ser combatido em qualquer local” ao rebater as indagações do governo estadual sobre a forma que podem ser realizadas operações policiais em comunidades.
“A maneira de combater deve ser com respeito à lei e à Constituição. Essas incursões na maior parte das vezes não respeitam. Todo dia morre gente inocente que não tem nada a ver com crime”, disse o presidente da OAB/RJ.
24/10/07 - 14h35 - Atualizado em 24/10/07 - 17h19
Presidente da OAB-RJ também defende legalização do aborto
Ele disse, no entanto, não considerar aborto "política de controle de natalidade".
Para Wadih Damous, operações policiais não têm respeitado leis e Constituição.
Do G1, no Rio
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A- A+ O presidente da seccional fluminense da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB/RJ), Wadih Damous, disse que também defende institucionalmente a legalização do aborto conforme afirmou ao G1 o governador do Rio de Janeiro Sergio Cabral.
Entretanto, Damous disse não esperar que o governador considere aborto como uma política de controle de natalidade. Cabral evocou em entrevista ao G1 uma tese do livro "Freakonomics" de que o controle da natalidade é uma opção para diminuir os índices de criminalidade.
“Se a moça decidir fazer aborto, ela vai fazer. Acho que tem que ter amparo pra isso na rede pública. Tem que ter campanhas de esclarecimento. Mas não como política de controle de natalidade”, disse Damous.
Wadih Damous tem discordado publicamente da política de segurança pública adotada por Cabral. O presidente da OAB/RJ destaca, entretanto, que avalia que “qualquer crime deve ser combatido em qualquer local” ao rebater as indagações do governo estadual sobre a forma que podem ser realizadas operações policiais em comunidades.
“A maneira de combater deve ser com respeito à lei e à Constituição. Essas incursões na maior parte das vezes não respeitam. Todo dia morre gente inocente que não tem nada a ver com crime”, disse o presidente da OAB/RJ.