RIAD - A avó queniana do presidente americano, Barack Obama, Sarah Obama, que acaba de terminar sua peregrinação a Meca, disse ter rezado para que seu neto adote o islã como religião, em uma entrevista publicada nesta quinta-feira. "Orei para que meu neto Barack se converta ao islã", declarou Sarah, de 88 anos, que falou ao jornal saudita Al Watan.
Segundo o diário, ela fez a peregrinação acompanhada do filho, Said Hussein Obama, tio do presidente americano, e quatro netos. Sarah Obama destacou, no entanto, que só falaria sobre sua peregrinação a Meca, e que se negava a comentar a política de Barack Obama.
Toda a família foi convidada pelo governo saudita. Said Husein Obama agradeceu ao rei Abdallah por "sua hospitalidade", de acordo com o Al Watan.
Uma pesquisa de opinião publicada em agosto revelou que um em cada cinco americanos acha que Obama é muçulmano, apesar das reiteradas afirmações da Casa Branca de que o presidente é cristão.
Sarah Obama é a terceira esposa do avô de Barack Obama. Embora não exista nenhum vínculo biológico, o presidente a considera sua avó paterna.
Como Jesus Cristo é um dos profetas do islamismo, um muçulmano pode dizer que é cristão também?
Acredito que não. Os muçulmanos não acreditam na ressureição de Jesus Cristo e a ressureição é um dos pilares para os cristãos. Mas pode ser que eu esteja errado. Alguém pode me esclarecer isso?
Quanto ao Obama, ele pode dizer que é cristão, mas existem diversos indícios (indícios para os ingênuos porque para mim são provas como a inscrição dele em uma escola como muçulmano tendo a opção de declarar ser cristão) de que ele, se não é, pelo menos já foi muçulmano algum dia.
A pena para os muçulmanos que se convertem ao cristianismo é a morte, mas parece que as regras do islã não se aplicam ao Obama.
"Como Jesus Cristo é um dos profetas do islamismo, um muçulmano pode dizer que é cristão também?"
Não entendo muito de Islamismo,mas para ser adepto do Islã,é necessário dizer com máxima sinceridade a Chahada:
"Achadu ala ilaha ila Allah. Achadu ana Mohammad Rassululah" ("Testemunho que não há outra divindade senão Deus. Testemunho que Maomé é seu profeta mensageiro").
Um das coisas, que definem um cristão, é acreditar em Jesus como sendo a encarnação do Verbo Divino. No Islã, Jesus não é Deus,nem seu principal profeta mensageiro,pois,para eles, por intermédio do anjo Gabriel, Alá revelou-se a Maomé,e dessa interação com Deus surge o Corão.
A doutrina do Islã,é portanto sua própria e principal revelação,diferento do cristianismo.
Os muçulmanos consideram Jesus um profeta nascido da virgem.
Não admitem que Jesus seja o filho de Deus, assim como não admitem a Trindade.
Sempre me intriguei com a visão islâmica de Jesus. As principais fontes históricas da vida de Cristo são os evangelhos, e de acordo com os evangelhos: Jesus nasceu da virgem, afirmou ser Deus encarnado, ressuscitou dos mortos e ascendeu aos céus.
Como, de maneira coerente, os muçulmanos selecionariam as verdades sobre Jesus e descartariam os inconvenientes, sendo que todas as fontes (os evangelhos) afirmam as mesmas verdades. O consenso é descartado por que?
Nunca vou entender isso. Mais me parece que os islâmicos inventaram um Jesus para se adequar às suas bobagens, de maneira que o islamismo parecesse de alguma forma relacionada ao cristianismo e judaísmo.
Ao substituir o Cristo crucificado por um holograma ou por alguma outra pessoa, enganou toda a humanidade com sua morte, e fez da cristandade um bando de néscios.
Sinceramente, um deus que mente tão descaradamente não pode ser Deus.
Se a avó do Obama se esqueceu que ele eh islamico, ou se sabe e foi cinica, etc, eu nao sei....mas que isso é propaganda para o Isla, nao tenho duvida.
Como, de maneira coerente, os muçulmanos selecionariam as verdades sobre Jesus e descartariam os inconvenientes, sendo que todas as fontes (os evangelhos) afirmam as mesmas verdades. O consenso é descartado por que?
Com o argumento de que os Evangelhos foram adulterados e só existem resquícios da verdadeira religião revelada por Deus.
Pedro Henrique, "o argumento de que os Evangelhos foram adulterados e só existem resquícios da verdadeira religião revelada por Deus" não favorecem o Islã; pelo contrário, são mais prejudiciais do que seriam se não fossem verdadeiros.
Mas o problema que propôs requer investigação acurada, e isto o texto que nos recomendou, "Islã, a religião de Jesus", não oferece.
O consenso sobre os Evangelhos deve surgir dos seguintes estudos: (1) estudos de cristãos (2) estudos de não cristãos (3) estudos de anti-cristãos.
Por quê? Para que o consenso nos leve a conclusões historicamente confiáveis.
Isto significa que nossos estudos não devem descartar a Bíblia, e muito menos devem desconsiderar fontes que contrariam a Bíblia, ou mesmo fontes que desrespeitam a Bíblia.
Portanto, se o muçulmano pretende questionar os Evangelhos, alegando que foram adulterados, cabe a ele demonstrar através dessas fontes, informações acuradas que permitem a conclusão que ele inicialmente propôs.
Neste ponto, surge o maior problema: enquanto o cristianismo é facilmente confirmado por fontes externas à Bíblia, o islamismo está preso ao Corão. Coincidência ou não, o texto "Islã, a Religião de Jesus" não utilizou uma única fonte senão o Corão, Evagelho e Torá.
Aqui enfrentamos um problema já abordado. O Evagenlho. Aqui estão alguns fatos históricos vindos dos Evangelhos, que mesmo os não cristãos estão de acordo:
1: Jesus nasceu de Maria, esposa de José.
2: Jesus viveu na Galiléia, no Século I.
3: Jesus iniciou sua vida pública por volta dos seus trinta anos.
4: Foi traído por Judas, julgado por Pilatos, entregue à crucificação por apelo dos Judeus.
5: Depois da crucificação, Jesus foi sepultado em uma tumba, por José de Arimatéia.
Em adição:
- Jesus não nasceu no ano 0. É mais provável que tenha nascido aproximadamente 6 anos A.C. Isso não importa, porque os primeiros cálculos sobre o ano de sua morte foram feitos mais de quinhentos anos D.C., pelo astrônomo e matemático Dionysius Exiguus, e desses cálculos que se concluiu o ano 0.
- Há historiadores que não consideram legítimo apelar ao supernatural (ex.: Bart Ehrman, famoso anti-cristão moderno), e por isso não apresentam conclusões sobre a ressurreição, que necessitaria de tal apelo. No entanto, a ressurreição não altera, de maneira nenhuma, os fatos apontados pelo Evagelho, e deste modo, o consenso de que Jesus nasceu de Maria, viveu na Galiléia, foi traído, julgado e crucificado e sepultado por José de Arimatéia permanecem válidos.
*Can We Trust the New Testament?, John A.T. Robinson, 1977.
*A Brief Introduction to the New Testament, Bart D. Ehrman, 2008.
*New Testament Introduction, Donald Guthrie, 1990.
Veja você, que curioso: "Nascido da virgem", fato aceito pelos muçulmanos, não têm ao seu dispor evidências históricas. Ou seja, é mais provável que o cético confira muito mais confiabilidade histórica aos Evangelhos do que ao Corão, porque as afirmações dos Evangelhos podem ser confirmadas por fontes externas, ainda que não recorram aos mesmos critérios (a Bíblia, obviamente, não exclui o supernatural).
Então, voltamos à primeira questão, e diante das seguintes alegações:
1 - Os evangelhos foram adulterados;
2 - Há fatos históricos que confirmam o Evangelho;
3 - A História, como a ciência, descreve eventos naturais;
4 - Os fatos aceitos pelo Corão sobre o Evangelho não correspondem aos fatos históricos que confirmam o Evagelho;
Concluímos que:
5 - O Corão, ainda que admitindo adulteração das fontes primárias, não pode chegar à conclusão de que Jesus nasceu da virgem ou negar que foi morto crucificado.
Não é preciso muito esforço pra perceber que afirmaçães como "quem ama a Jesus e quer seguir o seu caminho, deve se tornar muçulmano" não tem sentido, e usar o Evangelho como os muçulmanos fazem beira o cúmulo da desonestidade, fundamentada apenas em "revelações" de um profeta bastante curioso, que além de não pregar amor aos seus inimigos, explicou como decepá-los, como cortar-lhes os dedos e escravizá-los durante as batalhas que viriam.
Me pergunto se esse texto foi capaz de abalar a fé de algum cristão, mas acredito que seja bastante improvável 😄
Enganam-se a si próprios e, ainda assim em parte. Os católicos concentram-se na Crucificação e os muçulmanos no Espírito Santo. E, para completar, os ortodoxos se concentram no Cristo ressuscitado.
Enquanto os Ocidentais preferem ver o Islam como a antítese do Cristianismo, os Cristãos de Leste, notavelmente S. João Damasceno, consideraram o Islão outra Igreja Cristã, a par com a Igreja Católica Ocidental.