Choque e espanto! WikiLeaks revela verdade inconveniente sobre "aquecimento global"
. por Leandro Roque, segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
O "aquecimento global" — que atualmente está congelando a Europa com temperaturas tão quentes quanto os - 33ºC na Polônia, um novo recorde — é uma invenção, até certo ponto genial, de poderosos grupos de interesse cuja intenção é tomar a riqueza das pessoas produtivas e transferi-la para seus próprios bolsos, tudo em nome de se estar salvando o planeta da total destruição causada pelo CO2 — o mesmo gás que mantém as plantas vivas.
Os maiores proponentes da farsa aquecimentista são grandes empresas, institutos de pesquisa e ONGs, todas de olho no butim que os governos repassariam alegremente a elas, após tributarem todo o setor produtivo. É claro que os próprios governos também abiscoitariam parte dessa pilhagem para eles próprios, pois burocratas também precisam comer. Impor várias formas de restrições e controles, um sonho de todo governo, também é um dos objetivos por trás da agenda do aquecimento global.
Políticos adoram propagandear o mito do aquecimento global como veículo para sua exaltação pessoal. Já as burocracias supranacionais, como a ONU, encontram no aquecimento global um maravilhoso veículo para a sua própria expansão.
Sempre denunciamos esse esquema e, por causa disso, leitores sempre nos atacaram, dizendo que estamos apenas querendo ser polêmicos e posar de radicais.
Pois um recente vazamento da WikiLeaks mostra que é exatamente assim mesmo que a coisa funciona.
Em 2009, a WikiLeaks já havia espalhado gostosamente dejetos no ventilador, vazando os dados do climategate. Agora, descobriu-se que o governo americano, sob o comando de seu mundialmente ungido presidente, utilizou espiões, mentiu e subornou, tudo para promover a falácia do aquecimento global. O objetivo de tudo isso? Ora, o de sempre: obter mais poder e riqueza para os estados e seus aliados, tudo à custa de terceiros.
A reportagem — do jornal esquerdista The Guardian — tem trechos bastante interessantes. De acordo com os dados vazados pela WikiLeaks, os países que se recusavam a obedecer à agenda aquecimentista ditada pelos EUA eram chantageados. O país criou uma secreta e ofensiva diplomacia global para esmagar qualquer oposição ao controverso "acordo de Copenhague". Foram prometidos vários bilhões de dólares para os países subdesenvolvidos que aceitassem obedecer às ordens climáticas. Consequentemente, países pobres passaram a utilizar essa promessa de ajuda financeira como forma de barganhar apoio político. Truques contábeis, desconfiança e promessas quebradas tornaram-se essenciais para se vencer qualquer negociação.
Como a própria reportagem do jornal progressista admite, "negociar tratados climáticos é um jogo que envolve altos riscos", pois "fazer uma reengenharia da economia global, de modo a adaptá-la a um modelo de baixo carbono, fará com que bilhões de dólares sejam redirecionados."
A China e a Índia, que estão mais interessadas em enriquecer a ver suas economias amarradas por causa de uma ameaça inexistente, obviamente não deram a mínima pelota para patacoadas como o Protocolo de Kyoto. Para os países mais pobres, incapazes de causar qualquer aquecimento, foi prometida uma ajuda de US$ 30 bilhões em troca de medidas que irão amarrar suas economias. O primeiro-ministro das Maldivas rapidamente se entusiasmou e ligou para Hillary Clinton, dizendo que apoiava resolutamente qualquer coisa. As ilhas do Pacífico também ficaram entusiasmadíssimas com a promessa desse butim, e entraram na fila com o chapéu na mão. De acordo com Connie Hedegaard, comissária da União Européia para ações climáticas (sim, existe isso), tais países "podem ser nossos melhores aliados, considerando-se suas necessidades financeiras".
As negociações com a Etiópia foram mais diretas: "Assine agora ou não tem mais conversa!". Ao primeiro-ministro etíope, Meles Zenawi, só restou choramingar e implorar alguma garantia de que Barack Obama irá cumprir o acordo e mandar uns trocados para ele.
Traduzindo: políticos comprometem o futuro da economia de seus países — e, consequentemente, o bem-estar de sua população — por um punhado de dólares (chamados de "assistência climática").
O Brasil aparece na lista dos países "poderosos" e "de economia crescente" "contra os quais os EUA estão determinados a buscar aliados".
A Arábia Saudita, por sua vez, deixou claro que está estudando formas de "exigir algo mais esperto" e que não lhe imponha vinculações obrigatórias. O objetivo é apenas dar a entender que está cooperando. Tudo para ganhar o dinheiro prometido aos países que cooperassem.
Ou seja, os documentos vazados pela WikiLeaks comprovam aquilo que sempre dissemos: o "aquecimento global" nada mais é do que uma criação política que visa a uma redistribuição de renda e uma subsequente concentração de poder, com a implantação final de um governo único que fará o planejamento centralizado de toda a economia do planeta. Governos de países ricos utilizam o dinheiro de impostos de seus cidadãos para subornar políticos de países emergentes a adotarem medidas que irão amarrar suas economias e reduzir o padrão de vida de sua população. Tais medidas serão em benefícios de grandes empresas, ONGs, institutos de pesquisa e grupos de interesse, os quais passarão a ditar regras e a receber vastas quantias de dinheiro em troca de "soluções mais verdes" para a economia mundial.
No final, há a criação de uma burocracia supranacional, que passará a comandar a economia global e a ditar os costumes dos cidadãos de todo o mundo. Aquilo que parecia delírios de fanáticos conspiracionistas já se encontra em prática avançada.
Sempre que você ouvir um político pontificando sobre aquecimento global, pense nessa classe parasitária e em inúmeros lobistas enchendo as burras de dinheiro oriundo de impostos, e tudo à custa do padrão de vida dos países mais pobres.
Trata-se de uma verdade inconveniente para os crentes genuínos dessa escatalogia do aquecimento final. Vida longa a Julian Assange.
Ai gente, esse cara é 10, apesar de ter divulgado documentos oficiais americanos... Mas o grande responsável mesmo é a soldadette que vazou tudo kkkkkkkk
A idéia de um grupo sair por aí revelando informações sigilosas que podem causar embaraço aos EUA é para muitas pessoas quase tão sedutora quanto a idéia de um grupo sair por aí matando tipos como Fernandinho Beira-Mar e Elias Maluco.
Mas a idéia de um grupo agindo acima da Lei é inevitavelmente problemática: "Quem vigia os vigilantes?"
Documentos não são classificados injustificadamente. O estabelecimento de graus de sigilo são embasados por uma série de preocupações e tanto a classificação quanto a desclassificação de todos conjuntos de documentos que tenham sido produzidos e recebidos por órgãos públicos, por instituições de caráter público, em decorrência do exercício de suas atividades são obrigatoriamente disciplinadas por leis em todos os países pretensamente democráticos.
No Brasil, por exemplo, são “considerados originariamente sigilosos, e serão como tal classificados, dados ou informações cujo conhecimento irrestrito ou divulgação possa acarretar qualquer risco à segurança da sociedade e do Estado, bem como aqueles necessários ao resguardo da inviolabilidade da intimidade da vida privada, da honra e da imagem das pessoas.”
No âmbito da Administração Pública Federal, são passíveis de serem classificados como ultra-secretos, e consequentemente terem sua publicidade comprometida por pelo menos 30 anos, "dados ou informações referentes à soberania e à integridade territorial nacionais, à planos e operações militares, às relações internacionais do País, à projetos de pesquisa e desenvolvimento científico e tecnológico de interesse da defesa nacional e à programas econômicos, cujo conhecimento não-autorizado possa acarretar dano excepcionalmente grave à segurança da sociedade e do Estado".
Conforme a atual legislação brasileira, o acesso aos documentos sigilosos referentes à honra e à imagem das pessoas poderá ser restrito por um prazo de até 100 anos, contados a partir data de produção do documento. Mesmo o PLC 41/2010, a chamada 'Lei Geral de Acesso à Informação', que tenta amenizar o conflito entre o direito dos cidadãos ao acesso à informação e o direito dos cidadãos a inviolabilidade da intimidade, da vida privada, da honra e da imagem, não muda esse prazo.
O que o WikiLeaks faz é dar, conforme o seu arbítrio, publicidade à arquivos confidenciais que ele obtém de forma ilegal. Não sei se ele garante a autenticidade, a fidedignidade e a imparcialidade desses documentos de arquivo que ele disponibiliza na internet. O que eu sei é que isso que o WikiLeaks faz, além de ser uma coisa muito irresponsável, é crime em qualquer lugar do mundo.
Um servidor público pode ser responsabilizado pelas consequências da divulgação ilegal de informações sigilosas que ele tenha obtido acesso em função das suas atribuições. E o WikiLeaks? É possível cobrar algum tipo de responsabilidade dele?
É bem menos pior arquivos ultra-secretos reféns de uma legislação ruim do que arquivos ultra-secretos reféns da “boa vontade” do WikiLeaks. Sem a menor sombra de dúvida.
Acredito que é preciso rechaçar iniciativas como a do WikiLeaks.
Por que é que Julian Assange tem acesso directo e privilegiado aos me®dia controlados pelo grupo de comunicação pertencente a Rothschild — nomeadamente, o The Economist ?
Por que é que George Soros colocou à disposição de Julian Assange a sua equipa jurídica de alto nível e prestígio — e totalmente grátis para Assange ?
A liberdade de imprensa e que as verdades sejam expostas "Doa a quem Doer".
Agora vem com esta hipocrisia e fanfarronice sobre o Wikileaks.
Porque desde o início do seus catastrófico governo vem tentando com seus mensaleiros do Congresso Nacional, através de projetos e planos ditatoriais mirabolantes.
Cercear a imprensa brasileira pelo menos o percentual ainda não comprando?
Se gosta tanto da verdade porque então as execuções sumárias dos petistas Celso Daniel e Toninho de Campinas?
O Brasil pede manifestação a favor da moralidade, honestidade, dignidade, honradez e patriotismo qualidades, que não fazem parte da trajetória de vida e política do Lula bem como a maioria das autoridades brasileiras.
Documentos com informações sobre despesas pessoais do presidente são considerados pelo governo como sigilosos. Se o WikiLeaks tivesse simplesmente tornado ostensivo quanto os cofres públicos já gastaram só com cachaça para o pinguço mais famoso de Garanhuns, duvido que o Lulla estaria promovendo o Assange à arauto da liberdade de expressão.
Solidariedade aos presos políticos cubanos, que é bom, necas de pitibiriba.
Lula é a favor da liberdade de informação contra os EUA e a favor do PT e seus aliados.
O pior é que ele realmente acredita na liberdade da internet e na sensura da mesma. É exatamente como o Olavo falou num T.O. recente: Lula tem uma alma torta e doente. Ele consegue condensar com ar messiânico a hipocrisia máxima sobre um assunto: bate palmas para o WikiLeaks e não vê a hora de enfiar o PNDH-3 goela abaixo.
O dia em que verem Lula assinando um manifesto em defesa da democracia numa festa de aniversário do Fidel Castro não se surpreendam: ele acredita em qualquer coisa que lhe pareça santificável com sua própria bênção.