Holocausto?
Eu perguntei a opinião sobre o documentário, seu analfabeto funcional.
O cara que fez este documentário é judeu. E dou todo apoio ao revisionismo histórico.
Não só ao revisionismo da Segunda Guerra,mas outros também.
Admiro os revisionistas da história da Igreja,como Thomas Woods e Dinesh D'Souza.
A história da forma como nos é transmitida nos livros didáticos,é cheia de esteriótipos e preconceitos.
Não só ao revisionismo da Segunda Guerra,mas outros também.
Admiro os revisionistas da história da Igreja,como Thomas Woods e Dinesh D'Souza.
A história da forma como nos é transmitida nos livros didáticos,é cheia de esteriótipos e preconceitos.
Exemplo de revisionismo:
A Inquisição exterminou 30 milhões de pessoas?
http://www.veritatis.com.br/apologetica/artigospapap…s-de-pessoas
A Inquisição exterminou 30 milhões de pessoas?
http://www.veritatis.com.br/apologetica/artigospapap…s-de-pessoas
► Sobre a Inquisição: aos palpiteiros com mentalidade formada pelo livro didático
http://www.jornadacrista.org/?p=1215
http://www.jornadacrista.org/?p=1215
Exato. Também apoio todo o revisionismo. A História está aí para ser revisada sempre que possível mesmo.
Não tenho base de conhecimento sobre o assunto para ainda ter uma opinião. mas sobre revisionismo histórico, também não vejo problema. Tenho ceteza que quase todo o conhecimento histórico que aprendemos no ensino médio está contaminado e possui erros grosseiros, além de uma óbvia fonte esquerdista manipuladora.
A História real é praticamente o oposto do que aprendi no colegial.
A História real é praticamente o oposto do que aprendi no colegial.
Os soviéticos não falavam das vítimas judias... parece que eles não gostavam muito dos judeus, quando rhuchov permitiu que os judeis fossem para israel disse que era bom manter o problema longe, stálin mandou os judeus para a fronteira com a china...
a câmara de gás era para que os judeus não tivessem doenças... os nazistas não eram bons... ademais tinha teatro, coisas assim de fachada para enganar inspetores internacionais.
Estpu vendo o documentário; eu não confio nos soviéticos entretanto não penas eles dizem ter havido câmaras de gás, ademais ainda que não as houvesse, os campos de concentração existiram, vítimas judias dos campos de concentração existiram...
Que houve holocausto, houve. Mas daí temos de ter cuidado com esse conceito. Em toda grande guerra há holocaustos. Sobre o "Holocausto Judeu", tal como vemos na mídia, eu tenho quase certeza que não.
Nos vídeos se percebe a questão do Zyclon-B - bem volátil ao ar livre, mas quando se encontra com cimento e similares ele ''finca'' a tal ponto que os lugares de desinfetação dos campos possuem as paredes com um azul abundante, ao passo que nas câmaras ditas como ''câmara de gás'' não se encontra isso visivelmente (só pequenas amostras por analistas forenses, que nada são se comparado às câmaras de desinfetação).
Nos vídeos se percebe a questão do Zyclon-B - bem volátil ao ar livre, mas quando se encontra com cimento e similares ele ''finca'' a tal ponto que os lugares de desinfetação dos campos possuem as paredes com um azul abundante, ao passo que nas câmaras ditas como ''câmara de gás'' não se encontra isso visivelmente (só pequenas amostras por analistas forenses, que nada são se comparado às câmaras de desinfetação).
Mas o cu era de quem?
Os soviéticos falsearam a história dos campos de concentração,principalmente de Auschwitz,visando fazer uma propaganda de difamação e se posicionarem como os santos vencedores moralmente perfeitos.
Os soviéticos ocuparam Auschwitz a 27 de janeiro de 1945. O que encontraram era tão contrário ao difundido pela propaganda que se pode afirmar que ficaram boquiabertos. Por sua organização e instalações sanitárias — tremendamente modernas aos olhos dos soviéticos — aquele campo era exatamente o oposto de um "campo de extermínio". Por isso, durante vários dias o jornal oficial comunista soviético, Pravda, guardou silêncio sobre o assunto, e por algum tempo os russos não convidaram nenhuma comissão Aliada para constatar in loco a verdadeira situação em Auschwitz. Finalmente em 1º de fevereiro, o Pravda rompeu o silêncio, porém unicamente para apresentar através da boca de um prisioneiro — e somente um — as seguintes palavras:
"Os hitleristas assassinavam por meio de gás as crianças, os doentes e os homens e mulheres inaptos para o trabalho; incineravam os cadáveres em fornos especiais. No campo havia doze destes fornos."
O Pravda ainda acrescentava que o número de mortos se contava "aos milhares" e não aos milhões. No dia seguinte, o principal repórter oficial do jornal, o judeu Boris Palevoï, assegurava que a principal forma utilizada pelos alemães para exterminar suas vítimas era... a eletricidade:
"(Utilizavam) corrente elétrica onde centenas de pessoas eram mortas simultaneamente por uma descarga; os cadáveres caíam sobre uma esteira rolante movida por uma polia e avançavam assim para um alto-forno".
Os soviéticos ocuparam Auschwitz a 27 de janeiro de 1945. O que encontraram era tão contrário ao difundido pela propaganda que se pode afirmar que ficaram boquiabertos. Por sua organização e instalações sanitárias — tremendamente modernas aos olhos dos soviéticos — aquele campo era exatamente o oposto de um "campo de extermínio". Por isso, durante vários dias o jornal oficial comunista soviético, Pravda, guardou silêncio sobre o assunto, e por algum tempo os russos não convidaram nenhuma comissão Aliada para constatar in loco a verdadeira situação em Auschwitz. Finalmente em 1º de fevereiro, o Pravda rompeu o silêncio, porém unicamente para apresentar através da boca de um prisioneiro — e somente um — as seguintes palavras:
"Os hitleristas assassinavam por meio de gás as crianças, os doentes e os homens e mulheres inaptos para o trabalho; incineravam os cadáveres em fornos especiais. No campo havia doze destes fornos."
O Pravda ainda acrescentava que o número de mortos se contava "aos milhares" e não aos milhões. No dia seguinte, o principal repórter oficial do jornal, o judeu Boris Palevoï, assegurava que a principal forma utilizada pelos alemães para exterminar suas vítimas era... a eletricidade:
"(Utilizavam) corrente elétrica onde centenas de pessoas eram mortas simultaneamente por uma descarga; os cadáveres caíam sobre uma esteira rolante movida por uma polia e avançavam assim para um alto-forno".
A propaganda soviética estava desconcertada, e em seus filmes somente se permitiam mostrar pessoas mortas e moribundas que os alemães na retirada deixaram para trás. Mas haviam deixado para trás também, como bem o demonstram as notícias da época, as crianças bem alimentadas e saudáveis, assim como os adultos que gozavam de plena saúde. Logo a seguir, a propaganda judaica veio em socorro dos soviéticos.
http://www.alfredo-braga.pro.br/discussoes/auschwitz.html
http://www.alfredo-braga.pro.br/discussoes/auschwitz.html
Fico pensando na imagem que gerações futuras terão desta época. A mídia e os governos mentem, falsificam, roubam e ainda obrigam as escolas a ensinar mentiras. E vejo mentiras e mais mentiras sobre o passado, principalmente sobre o governo militar.
Eu era jovem na época, lembro-me muito bem que foi um período fantástico, foi a "bela época" no Brasil, exceto para um punhadinho de terroristas, que deveriam ter sido exterminados, mas pela benevolência dos governantes de então eles ainda estão aí e, pior, estão no poder, na base do voto de cabresto, e nunca antes a mentira teve tanto destaque nessa republiqueta de macacos.
Sou a favor do revisionismo, até porque certas coisas não resistem sequer a um raciocínio razoavelmente inteligente, quanto mais a cálculos e estatísticas precisas. O holoconto é uma impossibilidade matemática, estatística, tecnológica, logística e mais, muito mais... a menos que se divida o número absurdo por 50 ou 100, e olha lá!
Boa contribuição dos amigos acima.
Mas não foram os próprios russos que assaram toda a técnica de genocídios em massa?
Eles não sabiam como que se dava?
Eles não sabiam como que se dava?





