Polícia na Romênia. Bateu Levou.
Eu não diria que a atitude do policial foi correta, mas infelizmente ela mereceu isso.
BATEU LEVOU.....CERTISSIMO
Não foi lá que eles fuzilaram o ditador comuna deles em cadeia nacional? Isso aí é tranquilo até. Como professora, ela que tinha que dar o exemplo de respeitar a polícia ao invés de sentar a mão na cara do sujeito que estava só tentando fazer o trabalho dele.
Gas de pimenta seria melhor
ou arma de choque
ou arma de choque
clapclapclapclapclapclapclapclapclap para o policial.
Sentou a mão na cara do profissional na maior marra. Agora, provou do próprio remédio, fica chorando igual uma criancinha. Sifuuuu.
Sentou a mão na cara do profissional na maior marra. Agora, provou do próprio remédio, fica chorando igual uma criancinha. Sifuuuu.
Que tapão da porra!!!!!
Nada q um tapinha n resolva!
Essa mulher ainda teve sorte em só ter levado um tapa em vez de um murro. Pela cara do policial....
kkk, o policial representa o Estado, ele era para simplesmente dar voz de prisao, nao podia nunca agredir ng, por pura imaturidade
Lá a polícia não tem arma?
Merecia um tiro na fuça.
Merecia um tiro na fuça.
Só os socialistas possuem o monopólio da bondade e das virtudes e, com isso, só os socialistas podem fazer uso da violência.
O policial em serviço representa a força do Estado. Bateu no policial bateu no Estado. Ela mereceu levar aquele tapa.
E tinha que levar um processo por desacato!!!
Bateu porque estava com a arma descarreagada !!!
As mulheres há tempos exigem direitos iguais. Tratamento igual, salários iguais, posições de liderança, Lei Maria da Penha, "Lei Maria tá Prenha", e até serviço de combate em infantaria no Exército.
Elas obtiveram tudo isso, nos paises mais civilizados e democráticos. Ora! Direitos iguais significam postura, comportamento e responsabilidades iguais. Conquanto isso, na hora que os problemas acontecem, muitas delas jamais se dispõem a enfrentar as responsabilidades dos fatos e das atitudes. Nestes casos elas querem ainda serem "protegidas", serem "tuteladas", serem "amparadas" e serem "beneficiadas" pela condição de ser "mulher".
Existe uma implícita Lei Universal desde que Gregos, Troianos, Semitas e Cartagineses desbravavam o Mediterrâneo. E esta regra permanece até os dias atuais (vide diversas histórias de naufrágos e até o caso Titanic). A "Lei" prega que em caso de naufrágio, as primeiras a saírem do barco - para resgate ou não - são mulheres e crianças. Os motivos e intuitos são óbvios, não vou discorrer sobre eles. É uma das condições das "Leis do mar": conjunto de tradições de navegação que marinheiros do mundo inteiro estabeleceram ao longo de mais de três mil anos de aventuras marítimas.
Mas nada disto significam realmente direitos iguais. No caso, se os direitos realmente fossem iguais, quando o barco afundasse era cada um por si, meus amigos.
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Mas agora, com sinceridade, por favor me respondam uma coisa: o que aconteceria se fosse um homem no lugar dessa mulher? Exatamente na mesma situação? Um homem que tivesse dado um tapa na cara desse policial?
Elas obtiveram tudo isso, nos paises mais civilizados e democráticos. Ora! Direitos iguais significam postura, comportamento e responsabilidades iguais. Conquanto isso, na hora que os problemas acontecem, muitas delas jamais se dispõem a enfrentar as responsabilidades dos fatos e das atitudes. Nestes casos elas querem ainda serem "protegidas", serem "tuteladas", serem "amparadas" e serem "beneficiadas" pela condição de ser "mulher".
Existe uma implícita Lei Universal desde que Gregos, Troianos, Semitas e Cartagineses desbravavam o Mediterrâneo. E esta regra permanece até os dias atuais (vide diversas histórias de naufrágos e até o caso Titanic). A "Lei" prega que em caso de naufrágio, as primeiras a saírem do barco - para resgate ou não - são mulheres e crianças. Os motivos e intuitos são óbvios, não vou discorrer sobre eles. É uma das condições das "Leis do mar": conjunto de tradições de navegação que marinheiros do mundo inteiro estabeleceram ao longo de mais de três mil anos de aventuras marítimas.
Mas nada disto significam realmente direitos iguais. No caso, se os direitos realmente fossem iguais, quando o barco afundasse era cada um por si, meus amigos.
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Mas agora, com sinceridade, por favor me respondam uma coisa: o que aconteceria se fosse um homem no lugar dessa mulher? Exatamente na mesma situação? Um homem que tivesse dado um tapa na cara desse policial?
Voces nem sabem quem está com a razão pra julgar agora?!!?
Trocar tapa na cara é coisa de viado!!!!
Ele ficou magoadinho com o tapinha da professora??? Se ele é macho, policial, e valente, tem que aguentar até tiro! E aplicar a lei! Não tem que perder tempo trocando tapinha!
Vocês ficariam mais aliviados se devolvessem o tapa?? Afogariam as mágoas é??
Trocar tapa na cara é coisa de viado!!!!
Ele ficou magoadinho com o tapinha da professora??? Se ele é macho, policial, e valente, tem que aguentar até tiro! E aplicar a lei! Não tem que perder tempo trocando tapinha!
Vocês ficariam mais aliviados se devolvessem o tapa?? Afogariam as mágoas é??
ele não poderia tê-lo feito, mas me espantou a falta de estrutura emocional dela.
Aliás eu não entendi nada do que eles falaram, alguém aqui entende romeno?
Aliás eu não entendi nada do que eles falaram, alguém aqui entende romeno?
Não é o correto... Mas foi justo... Ele tinha o direito de revidar. Se atiram nele ... ele pode atirar de volta... por que não vale para o tapa?
legítima defesa da honra...
O Olavo morou na Romênia ?

