(Quais seriam os 12 paises que apoiaram China?
Lula deve ter apoiado!)
XANGAI - Antes mesmo do início da cerimônia de entrega simbólica do Prêmio Nobel da Paz ao dissidente chinês Liu Xiaobo, marcada para esta sexta-feira, em Oslo, o governo da China entrou em ação para impedir o noticiário.
Desde quinta-feira, o acesso aos sites de diversos meios de comunicação estrangeiros no país, como a britânica BBC, a americana CNN ou a rede norueguesa NRK estão bloqueados - a exemplo do ocorrido logo após o anúncio do prêmio, em 8 de outubro.
Liu Xiaobo, de 54 anos, é um antigo ativista pró-democracia e um dos autores da chamada Carta de 2008, texto que defende a democratização da China. Em 2009, acabou condenado a 11 anos de prisão por subversão.
Apesar de não admitir oficialmente a censura, o governo de Pequim não esconde sua fúria diante da escolha de Liu e chegou até a anunciar a concessão de seu próprio "Prêmio Confúcio da Paz" ao ex-vice-presidente de Taiwan Lien Chan - embora o gabinete dele tenha dito que Lien não tinha conhecimento do prêmio.
A China também não hesitou em exercer pressões diplomáticas sobre seus aliados para incentivar o boicote à cerimônia. Dezenove países atenderam aos pedidos chineses.
- O povo chinês e a esmagadora maioria das pessoas no mundo são contrárias ao que faz o Comitê Nobel - criticou ontem a porta-voz da Chancelaria chinesa, Jiang Yu.
Em Oslo, o comitê do Nobel da voltou a afirmar que a escolha de Liu Xiaobo foi baseada em valores universais e rejeitou as acusações de Pequim de que a Noruega esteja tentando impor ideias ocidentais à China. O presidente do comitê, Thorbjoern Jagland, frisou que a concessão do prêmio a Liu não é um protesto:
- É um sinal à China de que seria muito importante para seu futuro combinar desenvolvimento econômico com reformas políticas e apoio aos que lutam por direitos humanos fundamentais. Este prêmio transmite o entendimento de que esses são direitos e valores universais, e não padrões ocidentais.
Lula deve ter apoiado!)
XANGAI - Antes mesmo do início da cerimônia de entrega simbólica do Prêmio Nobel da Paz ao dissidente chinês Liu Xiaobo, marcada para esta sexta-feira, em Oslo, o governo da China entrou em ação para impedir o noticiário.
Desde quinta-feira, o acesso aos sites de diversos meios de comunicação estrangeiros no país, como a britânica BBC, a americana CNN ou a rede norueguesa NRK estão bloqueados - a exemplo do ocorrido logo após o anúncio do prêmio, em 8 de outubro.
Liu Xiaobo, de 54 anos, é um antigo ativista pró-democracia e um dos autores da chamada Carta de 2008, texto que defende a democratização da China. Em 2009, acabou condenado a 11 anos de prisão por subversão.
Apesar de não admitir oficialmente a censura, o governo de Pequim não esconde sua fúria diante da escolha de Liu e chegou até a anunciar a concessão de seu próprio "Prêmio Confúcio da Paz" ao ex-vice-presidente de Taiwan Lien Chan - embora o gabinete dele tenha dito que Lien não tinha conhecimento do prêmio.
A China também não hesitou em exercer pressões diplomáticas sobre seus aliados para incentivar o boicote à cerimônia. Dezenove países atenderam aos pedidos chineses.
- O povo chinês e a esmagadora maioria das pessoas no mundo são contrárias ao que faz o Comitê Nobel - criticou ontem a porta-voz da Chancelaria chinesa, Jiang Yu.
Em Oslo, o comitê do Nobel da voltou a afirmar que a escolha de Liu Xiaobo foi baseada em valores universais e rejeitou as acusações de Pequim de que a Noruega esteja tentando impor ideias ocidentais à China. O presidente do comitê, Thorbjoern Jagland, frisou que a concessão do prêmio a Liu não é um protesto:
- É um sinal à China de que seria muito importante para seu futuro combinar desenvolvimento econômico com reformas políticas e apoio aos que lutam por direitos humanos fundamentais. Este prêmio transmite o entendimento de que esses são direitos e valores universais, e não padrões ocidentais.