http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/rj/menino+pass…1797365.html
A amiga Juliana Barbosa da Silva é mais crítica. “É um absurdo ter que pagar essas contas. Aqui é um morro, o que já diz tudo. Se a gente quisesse e pudesse pagar conta, não morava aqui. Estamos aqui porque não tem condição de morar em lugar melhor”, reclama ela, que não trabalha e recebe Bolsa Família do governo federal.
Juliana sente saudade dos intermináveis bailes funk nos fins de semana – de acordo com a polícia, promovidos pelo tráfico. “O pior (com a UPP) é o fim dos bailes. Ficava até 7h, 12h do outro dia, não tinha hora. Eu saía na sexta e voltava para casa no domingo. Hoje, tem limite até para fazer festa em casa. Às 2h, se quiser continuar ou desliga o som ou tem de abaixar”, disse ela, que também se queixa de “alguns PMs abusados, que querem esculachar moradores”.
Vive de bolsa família, mas não deixa de ir para os bailes.
A amiga Juliana Barbosa da Silva é mais crítica. “É um absurdo ter que pagar essas contas. Aqui é um morro, o que já diz tudo. Se a gente quisesse e pudesse pagar conta, não morava aqui. Estamos aqui porque não tem condição de morar em lugar melhor”, reclama ela, que não trabalha e recebe Bolsa Família do governo federal.
Juliana sente saudade dos intermináveis bailes funk nos fins de semana – de acordo com a polícia, promovidos pelo tráfico. “O pior (com a UPP) é o fim dos bailes. Ficava até 7h, 12h do outro dia, não tinha hora. Eu saía na sexta e voltava para casa no domingo. Hoje, tem limite até para fazer festa em casa. Às 2h, se quiser continuar ou desliga o som ou tem de abaixar”, disse ela, que também se queixa de “alguns PMs abusados, que querem esculachar moradores”.
Vive de bolsa família, mas não deixa de ir para os bailes.
