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Gostaria aqui de expor para a comunidade um assunto muito, mais muito grave que, ao meu ver, pouco está sendo publicado na imprensa, tampouco está sendo levado com a devida seriedade pela sociedade, pelos responsáveis pelos clubes e pelos amantes do futebol e do esporte. Na minha visão é obviamente mais uma "obra" do Foro de São Paulo.
O futebol é o esporte mais importante para o Brasil e seus cidadãos. Mais de 2/3 da população torcem para algum clube ou agremiação futebolística. Praticamente nada é mais importante para o brasileiro do que acompanhar o seu time. Uma final de campeonato perde certamente em audiência para uma eleição presidencial, ou uma grande mudança constitucional, entre outros. Em toda a América do Sul não é diferente. E em toda a América Latina é igual: o fascínio pelo futebol é o mesmo em todos os países do Rio Bravo del Norte no México à Terra do Fogo no Chile.
Posto isto. Vamos lá. Na argentina, há alguns anos, surgiu uma ONG entre torcidas organizadas de diversos times chamada "Nuevo Horizonte”, que consistia em administrar e financiar torcedores que quisessem assistir os jogos pagando menos ou até viajar pela América do Sul atrás de seu time. Em 2009, a ONG, por intermédio do dirigente kirchnerista Marcelo Mallo, transformou-se no movimento Hinchadas Unidas Argentinas (HUA), que hoje congregam mais de 20 mil argentinos de torcidas organizadas, entre eles, os "barrabravas", torcedores de diversas legendas que agem semelhante aos "hooligans" ingleses, em brigas de torcida e arruaças por aí.
Gostaria aqui de expor para a comunidade um assunto muito, mais muito grave que, ao meu ver, pouco está sendo publicado na imprensa, tampouco está sendo levado com a devida seriedade pela sociedade, pelos responsáveis pelos clubes e pelos amantes do futebol e do esporte. Na minha visão é obviamente mais uma "obra" do Foro de São Paulo.
O futebol é o esporte mais importante para o Brasil e seus cidadãos. Mais de 2/3 da população torcem para algum clube ou agremiação futebolística. Praticamente nada é mais importante para o brasileiro do que acompanhar o seu time. Uma final de campeonato perde certamente em audiência para uma eleição presidencial, ou uma grande mudança constitucional, entre outros. Em toda a América do Sul não é diferente. E em toda a América Latina é igual: o fascínio pelo futebol é o mesmo em todos os países do Rio Bravo del Norte no México à Terra do Fogo no Chile.
Posto isto. Vamos lá. Na argentina, há alguns anos, surgiu uma ONG entre torcidas organizadas de diversos times chamada "Nuevo Horizonte”, que consistia em administrar e financiar torcedores que quisessem assistir os jogos pagando menos ou até viajar pela América do Sul atrás de seu time. Em 2009, a ONG, por intermédio do dirigente kirchnerista Marcelo Mallo, transformou-se no movimento Hinchadas Unidas Argentinas (HUA), que hoje congregam mais de 20 mil argentinos de torcidas organizadas, entre eles, os "barrabravas", torcedores de diversas legendas que agem semelhante aos "hooligans" ingleses, em brigas de torcida e arruaças por aí.
