Vereadores de Campo Grande reagiram veementemente na sessão de hoje contra a distribuição, na cidade, de um kit educativo contra homofobia que o governo federal, através do Ministério da Educação, planeja enviar para seis mil escolas de ensino médio de todo o país no ano que vem, incluindo a Capital de Mato Grosso do Sul. Já chamado de "kit gay" por parte da mídia nacional, o material, conforme o presidente da Câmara, Paulo Siufi (foto), do PMDB, contém DVDs com duas historinhas. A primeira é de um garoto chamado Ricardo, de 14 anos, que vai ao banheiro urinar, olha para o lado, vê o coleguinha também urinando e se apaixona, então decide assumir sua homossexualidade e quando volta à sala de aula diz que mudou de nome para Bianca. O outro vídeo, relatou ainda Siufi, mostra duas meninas lésbicas medindo a profundidade da língua.
– “Isso é um absurdo. Esse vídeo lida como se tudo isso fosse normal. É inadmissível, inaceitável”, disparou Siufi, em discurso, afirmando que distribuir esse vídeo para crianças com "sete, oito, nove e dez anos, não resolve o problema". Para ele, trata-se de uma agressão às famílias e um estímulo à sexualidade prematura das crianças. "Não sou contra aqueles que já tem sua opção sexual, contra quem já tem seu posicionamento. A minha preocupação é com as crianças, são esses inocentes que vão para uma escola, estão sendo colocados em contato com esta porcaria de kit”, afirmou.
– "Tem gente que acha que boi deitado é vaca. Tem gente que confunde as coisas", afirmou, em aparte, o vereador e deputado estadual eleito Alcides Bernal (PP) para quem o "kit gay" é repugnante. Bernal defende que o Ministério Público aja com rigor. Siufi concorda e prometeu procurar ainda hoje o promotor da Infância e Juventude do MPE, Sérgio Harfouche, para tomar providências legais visando barrar a distribuição do kit na cidade.
– “Isso é um absurdo. Esse vídeo lida como se tudo isso fosse normal. É inadmissível, inaceitável”, disparou Siufi, em discurso, afirmando que distribuir esse vídeo para crianças com "sete, oito, nove e dez anos, não resolve o problema". Para ele, trata-se de uma agressão às famílias e um estímulo à sexualidade prematura das crianças. "Não sou contra aqueles que já tem sua opção sexual, contra quem já tem seu posicionamento. A minha preocupação é com as crianças, são esses inocentes que vão para uma escola, estão sendo colocados em contato com esta porcaria de kit”, afirmou.
– "Tem gente que acha que boi deitado é vaca. Tem gente que confunde as coisas", afirmou, em aparte, o vereador e deputado estadual eleito Alcides Bernal (PP) para quem o "kit gay" é repugnante. Bernal defende que o Ministério Público aja com rigor. Siufi concorda e prometeu procurar ainda hoje o promotor da Infância e Juventude do MPE, Sérgio Harfouche, para tomar providências legais visando barrar a distribuição do kit na cidade.
